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Esta apresenta

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Title: PowerPoint Presentation - Geography 101 Author: Kris Olds Last modified by: CENTRO Created Date: 1/22/2002 12:56:21 AM Document presentation format – PowerPoint PPT presentation

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Title: Esta apresenta


1
  • Esta apresentação foi traduzida
  • para o CeCAC a partir do arquivo original
  • disponível em
  • http//academic.evergreen.edu/g/grossmaz/Militaryb
    ases2004.ppt

Outubro de 2006 Esta apresentação encontra-se
em www.cecac.org.br
2
NOVAS BASES MILITARES DOS EUA EFEITOS
COLATERAIS OU CAUSAS DA GUERRA?
  • Dr. Zoltán Grossman
  • Membro da Faculdade de Geografia (NAS)
  • The Evergreen State College, Olympia, Wash.
  • http//academic.evergreen.edu/g/grossmaz
  • Article at www.counterpunch.org/zoltanbases.html

3
O Pós-Guerra fria terminou
Novo cenário geopolítico Os EUA são a única
superpotência militar. Crescimento da Europa,
Ásia oriental como superpotências econômicas. Os
EUA usam sua força militar para contrarestar o
(relativo) declínio na posição econômica.
Economia tripolar
4
Novos objetivos dos EUA
Objetivos de curto prazo são novas bases
militares e controle sobre a economia do
petróleo. Objetivo de longo prazo é uma esfera
de influência dos EUA no centro da Eurásia,
entre a União Européia, Rússia e Ásia
oriental. Alguns paralelos com a Teoria das
Terras Centrais (Heartland) de Mackinder 1,
Doutrina da Contenção de Kennan 2 1, N.T.
serviu de base para os planos de expansão dos
nazistas 2, N.T. serviu de base para a
geopolítica dos EUA durante a Guerra Fria
5
As forças armadas dos EUA estão distribuídas
atualmente em mais lugares do que em
qualquer outra época Departamento de Defesa
Frente ao monopólio nuclear dos EUA, não há
símbolo mais reconhecido universalmente da força
de uma superpotência que seu sistema de bases
além-mar. -- James Blaker, ex-Conselheiro Senior
do Vice-diretor da Junta de Chefes de Pessoal,
1990
6
História da rede de bases militares
Nicaragua
Bases para assegurar a posse da terra nos EUA,
nas Guerras Indígenas, Guerra Civil Postos de
abastecimento de carvão para a força
marítima Primeiros postos navais no Hawaii,
Haiti, América Central Bases para o imperialismo
além-mar Cuba (Guantanamo), Filipinas (Subic),
Puerto Rico, Guam, Panamá
Cuba
7
Propósitos das bases militares
Projeção de força Informações /
vigilância Pré-posicionamento de
suprimentos Treinamento teste de
munições Instalações médicas, prisões, RR(Rest
Recuperation programa das FFAA dos EUA para
os soldados que servem na guerra no Iraque) e
mais.
8
Bases como rastilhos
Rastilho militar garante intervenção dos EUA
numa crise (Korea) Rastilho político cimenta os
interesses dos EUA em regimes amigos aumenta
interferência (Filipinas, Austrália) É mais
fácil enviar forças através do fortalecimento
de bases do que numa invasão aberta
(Panamá) Colocar soldados em situações de risco
demonstra o sacrifício que constrói o apoio
popular para intervenção?
9
Custos sociais e de gênero
Abismo econômico entre os norte-americanos e os
locais Atitudes raciais entre norte-americanos e
os locais Perigos contaminação
ambiental Prostituição e crianças sem
pais Crimes (esp. estupro) e tensões sobre
Acordo sobre Condição de Forças (SOFA) (Cynthia
Enloe)
10
Bases militares dos EUA, 1989

Diego Garcia ao sul
11
Novas bases desde 1990
  • Guerra do Golfo
  • 2. Conflitos na Somália/Yemen
  • 3. Guerras na ex-Iugoslávia
  • 4. Guerra no Afeganistão
  • 5. Guerra no Iraque

12
Guerras desde 1990
Inserções do poder militar dos EUA em novas áreas
estratégicas O governo dos EUA argumenta
Intervenções humanitárias para evitar agressão
terrorismo, derrubar ditaduras, proteger
minorias étnicas. Crítica mais comum Extensão
da influência imperial dos EUA em regiões ricas
em petróleo Outra perspectiva Contrapeso
militar econômico aos competidores emergentes
(UE Japão, China) controle do petróleo desses
países.
13
Comando Central dos EUA
  • Os interesses vitais dos EUA na Região Central
    são antigos. Com mais de 65 das reservas
    mundiais de petróleo localizadas nos Estados do
    Golfo dos quais os Estados Unidos importam
    cerca de 20 de suas necessidades Europa
    Ocidental 43 e Japão, 68-- a comunidade
    internacional deve ter acesso livre e ilimitado
    aos recursos da região.
  • --General J. H. Binford Peay III,
  • Central Command (1997)
  • Cited in Blood and Oil by Michael Klare
  • (Metropolitan Books, 2004)

14
Guerras desde 1990
As bases militares que as guerras deixam atrás de
si são tão importantes como as próprias
guerras. Os EUA não apenas posicionaram bases
para travar as guerras, mas usaram as guerras
como aportunidade conveniente para implantar
novas bases 725 bases significantes em 38 países
(DoD 2002) Outras em 35 países
Khanabad Uzbekistan 2001
15
A Guerra pelas Bases
Cada intervenção deixou como rastro um colar de
novas e permanentes bases militares dos EUA (ou
acesso através de direitos de permanência) Plan
ejadores frequentemente vêem as bases militares
como mais significantes que as guerras, para
ancorar o controle sobre a economia do petróleo e
influência regional Posicionamento permanente
de forças dos EUA tem gerado ressentimentos e
suspeitas entre civis e entre alguns líderes
(blowback). N.T. algo como tiro pela culatra
16
1a Guerra do Golfo , 1991
Novas bases não somente para se opor a Saddam,
mas para paralisar dissenções internas
contra monarquias. Presença continuada
de forças dos EUA tem feito mais para fomentar
ataques aos EUA do que a própria Guerra do Golfo.

17
1a Guerra do Golfo , 1991
Deixou bases na Arábia Saudita e outros países do
Golfo. Aumentou a importância das bases
aéreas na Turquia com o bombardeio contínuo ao
Iraque. Chirac A guerra serve para assegurar o
controle das corporações dos EUA sobre o
suprimento de petróleo para a Europa e o Japão
(não o suprimento de petróleo dos EUA)
18
Agregado de bases da 1ª Guerra do Golfo
19
Guerra na Somália, 1992-93
A Somália está na estratégica boca do Mar
Vermelho, que controla o acesso ao Canal de
Suez O ditador derrubado Siad Barre garantira
direitos de permanência à marinha dos EUA em
troca de apoio contra a Etiópia, apoiada pela
União Soviética. Derrubada de Barre, guerra
de clãs, fome como desculpa para o retorno em
1992.
Somalia 1992
20
Guerra na Somália, 1992-93
Pacificadores dos EUA ficaram contra o
guerreirode Mogadishu, Aidid, e foram
derrotados em batalha. Após a retirada foram
garantidos direitos de permanência em Aden
(Yemen), do outro lado da boca do Mar
Vermelho Ataque do USS Cole em Aden,
2000 Posicionamento de tropas no Djibouti, 2002
Somalia 1993
Somalia 1993
Yemen 2000
21
Guerras na Iugoslávia, 1995-99
Combateram a limpeza étnica, dos sérvios mas
apoiaram a limpeza étnica dos Croatas
Albaneses. Fizeram de Bosnia e Kosovo
protetorados da OTAN (formalmente no Kosovo)
sob uma segregação étnica de facto Aliados da
OTAN participaram (para não serem excluídos), mas
não tiveram as mesmas prioridades que os EUA uma
força militar mais independente da UE está se
formando.
22
Guerras na Iugoslávia, 1995-99
Deixaram bases na Hungria, Bosnia, Kosovo,
Albania, Macedonia Europa Oriental é o portão
para a Ásia Central e o Oriente Médio --U.S.
official, NYT 4/20/03 Nova Europa Pró-EUA
entre a UE e a Rússia?
O enorme Campo Bondsteel no Setor americano em
Kosovo
23
Guerras na Iugoslávia, 1995-99

24
Guerra no Afeganistão, 2001-?
Reação ostensiva ao 11/9, mas a guerra contra o
Taliban já estava planejada. Deixou bases no
Afeganistão, Paquistão, Uzbekistão, Tajikistão,
Kyrgyzstão (somente os EUA). Ao tomar posição
nas disputas internas entre chefes Afegãos (como
na Somália) também há risco de blowback.
25
A complexa geografia étnica Afegã

26
Oleodutos e gasodutos na Bacia do Mar Cáspio
Planos da Unocal em1996 para uma rota através
do Afeganistão
27
A conexão Afegã de petróleo e gás
O Premier Karzai e o enviado dos EUA
Khalilzad são ambos ex-representantes da
Unocal. As bases da Ásia Central guardam a nova
infraestrutura do petróleo Risco de blowback
local e reação chinesa.
28
Quando o conflito Afegão terminar nós não
deixaremos a Ásia Central. Nós temos antigos
planos e interesses nesta região e esses países
receberão assistênciaem troca de passos
concretos Elizabeth Jones, Assistant
Secretary of State, 2001
Permanecer na Ásia Central
Bagram Air Base, Afghanistan
29
Agregado de bases da Guerra no Afeganistão

30
Guerra no Iraque, 2003-?
Parte do Eixo do Mal como o principal
obstáculo à Esfera de Influência dos
EUA. Nenhuma facção iraquiana é confiável para
governar Muitos opositores de Saddam se opõem à
ocupação dos EUA/UK A instabilidade do novo
governo Iraquiano é uma desculpa para manter o
comando militar dos EUA até 2006 bases além
desse prazo Bases no Mar Negro na Romênia,
Bulgária Planos para a base aérea de Poznan na
Polônia
31
Permanência no Iraque
Planos militares dos EUA para manter bases em
Bashur (norte), Tallil (sul), Al-Asad (oeste),
Balad (central), e Baghdad/aeroporto 10 outras
localizações A principal razão para a guerra é
manter tropas norte-americanas na região para
pressionar outros governos. Esta será a principal
base militar norte-americana na região George
Friedman/Strategic Forecasting
Tallil air base, Iraq
32
(No Transcript)
33
(No Transcript)
34
14 enduring bases include Baghdad Mosul Taji Ki
rkuk Nasiriyah Tikrit Fallujah Irbil Balad (Camp
Anaconda/ Mortaritaville)
Baghdad
35
Novos agregados de bases militares dos EUA
  • Guerra do Golfo,
  • 1991
  • 2. Iugoslávia,
  • 1995-99
  • 3. Afeganistão,
  • 2001
  • 4. Guerra no Iraque,
  • 2003

A função delas pode ser mais política que
militar. Elas enviam uma menssagem a todos.
--Deputy Defense Secretary Paul
Wolfowitz, NYT 2002
36
Fatores comuns
Saddam, Noriega, Aidid, Milosevic, Taliban todos
vistos como amigos dos EUA Não fizeram bem...
Aperto de mão entre Saddam e Sec. Rumsfeld em
Baghdad
37
Em busca de Inimigos Análise do ex- oficial da
CIA John StockwellO governo dos EUA cria
inimigos no Terceiro Mundopara desviar atenção
dos problemas internos
Qaddafi (Libya)
Castro (Cuba)
Os regimes dos líderes mais demonizados
permanecem no poder por mais tempo que os
demais. Eles podem culpar os EUA pelos problemas
econômicos.
Noriega (Panama)
Ho (N. Vietnam)
Ayatollahs (Iran)
Saddam (Iraq)
Kims (N. Korea)
38
A guerra como oportunidade
1991 Iraque foi invadido assim que retirou suas
tropas do Kuwait. 1992 Somália foi invadida
mesmo com a diminuição da fome. 1999
Iugoslávia foi bombardeada mesmo com o aceite
pela Sérvia de retirar-se do
Kosovo. 2001 Afeganistão foi bombardeado mesmo
sabendo que algumas facções
Taliban desejavam entregar Bin Laden. 2003
Iraque foi invadido assim que resolveu cooperar
com a ONU. Não uma conspiração, mas
oportunidade calculada escolha das guerras que
resultam nas melhores posições estratégicas
39
Permanecer é mais importante que vencer
Iraque enfraquecido, mas não derrubaram
Saddam nem apoiaram rebeliões xiitas em
1991. Sairam da Somalia mas moveram a base
naval para o Yemen. Tomaram o Afeganistão mas
falharam em capturar Bin Laden ou Omar. O
Iraque seria invadido mesmo se Saddam tivesse
sido derrubado (Ari Fleischer, March 18, 2003)
40
Se os EUA vencessem, poderiam ser obrigados a se
retirar
A captura de Saddam fortaleceu a determinação dos
xiitas Iraquianos pela retirada dos
EUA. Inimigos são as vezes mais úteis vivos e em
liberdade por tempo suficiente para justificar a
ocupação permanente pelas forças armadas.
41
Guerras em preparação Irã ou Síria
Irã no Eixo do Mal como o principal obstáculo
para a Esfera de Influência dos
EUA. (bombardeiros dos EUA no Irã até a queda do
Xá) Economia do petróleo iraniana não está sob o
controle dos EUA. programa nuclear Iraniano como
possível alvo. EUA enfraquecem os moderados
Iranianos acusação de interferência no
Iraque. Partido Baath da Síria é acusado de
ligação com insurgentes no Iraque, armas
químicas, etc.
42
Obstáculo Palestino
Posicionamento pró-Israel torna as intervenções
dos EUA difíceis. Solução Instalar um líder
Palestino fraco, no estido do protetorado
norte-americanio no Kosovo? Forças Armadas dos
EUA/CIA aumentam seu papel em West Bank/Gaza
43
Guerras em preparação Somália ou Yemen
O pai de Bin Laden é do Yemen, treinadores da
Al-Qaeda estavam na Somália. Usar a Al-Qaeda
como razão para voltar e reclamar direitos
de permanência naval. Uso de métodos indiretos
para evitar um desastre patrulhas
navais, inteligência, treinamento de forças
locais, ruído de explosões de mísseis
Predator, ataques a piratas/milícias.
Yemen
Somalia
44
Guerras em preparação Georgia ou Azerbaijão
U.S. troops In Georgia
Treinamento de Georgianos para combater
al-Qaeda em Pankisi Gorge ao longo da fronteira
da Chechênia
Planejamento de oleduto através da Georgia a
partir do Azerbaijão até a Turquia. Treinamento
de Azerbaijanis como contrapeso à Russia,
irritando Armênia / Karabakh (fortalecendo os
laços da Armênia com a Rússia) Putin junto com
os EUA num bloco anti-OPEP
Russos arrasam a capital da Chechenia Grozny
45
Guerras em preparação As Filipinas
EUA se opõem a Abu Sayyaf desenvolvimento
não-declarado da insurgência Moro no sul,
com alguma ligação com a Al Qaeda. EUA foram
expulsos das bases em 1991 novo deslocamento
como desculpa para novos direitos de
permanência. Risco de expansão da luta a outros
rebeldes Moros ou Comunistas.
Acordo de Visita de Forças renova o acesso dos
EUA à antiga Base Naval Subic Bay.
Tropas dos EUA chegam para treinar forças
Filipinas na ilha de Jolo Island fora de Mindanao
46
Guerras em preparação Coréia do Norte
South Korea
Coréia do Norte como parte do Eixo do Mal para
justificar bases criticadas na Coréia do Sul , e
no Japão/Okinawa. Inserção do poderio dos EUA
novamente na Ásia Oriental para se contrapor ao
poderio Chinês.
Okinawa, Japan
47
Guerras em preparação Colômbia ou Venezuela
Colômbia é o 3o maior recebedor de
ajuda campanha anti-drogas metamorfoseada em
contrainsurgência, guardando oleodutos Base
aérea de Manta no Equador próximo da Colômbia Os
EUA aquiesceram na tentativa de golpe contra
Chávez na Venezuela (OPEP)
Insígnia usada pelos soldados Colombianos que
protegem instalações petrolíferas
Hugo Chávez após a tentativa de golpe
na Venezuela, 2004
48
Guerras em preparação Norte e Ocidente da
África
Discussões para instalar pequenas bases no
Marrocos, Argélia, Tunísia Treinamento de
exércitos do governo no Níger, Chade, Mali,
Mauritânia Perda da ex-colônia Libéria
como posto de informações aumento da presença
naval ao longo da costa da África Ocidental, rica
em petróleo
Argelia
Liberia
49
Substitutos para bases impopulares
Bases na Europa Oriental substitutas para bases
alemãs Bases no Iraque, Kuwait substitutas para
bases Sauditas Bases Filipinas substitutas para
bases na Coréia do Sul, Okinawa? Presença menos
evidente, mas sem retirada completa Diferentes
estratégias RR no Golfo, Kosovo
Saudi Arabia
Germany
50
Posicionamento de novas bases
Mais e menores deslocamentos à frente, acordos de
acesso às bases Mais flexibilidade bases menores
podem ser rapidamente transformadas em bases
maiores Privatização dos serviços, treinamento,
logística com prestadores de serviços/contratante
s civis N.T. PMCs Menos desaprovação,
presença menos visível fora da base Famílias
não são levadas às novas bases Mais homens /
esposas tornam-se mães solteiras
51
Razões de curto prazo
Reestabelecer bases militares norte-americanas
perdidas. Estabelecer colaresde novas bases
militares norte-americanas . (como os Romanos,
usar a capacidade militar para contrarestar o
relativo declínio econômico.) Estabelecer o
controle sobre o petróleo para a Europa, Ásia.
52
Razões de longo prazo
Estabelecer uma nova Esfera de Influência dos EUA
(da Polônia ao Paquistão e além). Contrapor ao
crescimento do bloco político da U. E. (Alemanha)
Rússia Contrapor a emergência do bloco
econômico da Ásia Oriental poder militar
Chinês. N.T. provavelmente o Tratado de
Xangai Apoiado por alguns aliados por causa de
prioridades coincidentes, medo da exclusão na
construção da nova ordem.
53
Apoio do público nos EUA?
Forte apoio para segurança contra Al Qaeda
(exacerbado pelos alertas contra o terror) e
pelo controle do petróleo. Haverá perda de apoio
se as guerras se estenderem ao Irã, Síria, Cuba,
Venezuela/Colômbia, etc. Aumento da
vulnerabilidade risco de blowback ainda maior
se as bases militares se expandirem demais, e
guerras e ocupações forem constantes. Solução
para a militância Islamista é a redulção da
pobreza, corupção e ocupação estrangeira no
Mundo Muçulmano.
54
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Dr. Zoltán GrossmanMember of the
Faculty(Geography/Native Studies)The Evergreen
State CollegeLab 1, 2700 Evergreen Pkwy.
NWOlympia, WA 98505 USATel. (360)
867-6153E-mail grossmaz_at_evergreen.eduWebsite
http//academic.evergreen.edu/g/grossmaz
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