Curso de Processamento de Materiais M - PowerPoint PPT Presentation


Title: Curso de Processamento de Materiais M


1
Curso de Processamento de Materiais
Médico-Hospitalares e OdontológicosProcessamento
de Materiais em OdontologiaLucimara
AlbrechtEnfermeira da Comissão de Controle de
Infecção Odontológica CCIO / UFPR
2
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • SUMÁRIO
  • Curso de Odontologia da UFPR
  • Risco de Infecção Cruzada
  • Classificação dos artigos - Spaulding x
    Odontologia
  • Limpeza
  • Características dos artigos e instrumentais
  • Particularidades na esterilização
  • Mitos e paradigmas no processamento
  • Referências em Controle de Infecção e
    Biossegurança Odontológica

3
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CURSO DE ODONTOLOGIA DA UFPR
  • Mais antigo do Brasil 1912
  • - 8 especialização/mestrado/residência
  • 157 equipos odontológicos
  • - 144 em 3 CLÍNICAS
  • - 4 no PRONTO ATENDIMENTO
  • - 9 no CENTRO CIRÚRGICO
  • SERVIÇO DE RADIOLOGIA SUS
  • CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO
  • 4 autoclaves de 250 litros 9.700 volume
  • LABORATÓRIOS PROTÉTICOS, de PRÁTICA ACADÊMICA e
    PATOLOGIA
  • COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
  • a 1ª no BRASIL 1994
    ?

4
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA - condições
  • 1. ESTREITO CONTATO FÍSICO C-D / PACIENTE
  • 2. REALIZAÇÃO DE TRABALHO NA CAVIDADE BUCAL
    e
  • ALTO POTENCIAL DE SANGRAMENTO
  • 3. PRODUÇÃO CONSTANTE DE AEROSSÓIS
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS dispersão
    m.o. ?

5
CLASSIFICAÇÃO DE ARTIGOS SEGUNDO O RISCO
POTENCIAL DE INFECÇÃO - SPAULDING (1968) x
ODONTOLOGIA
TIPO CONTATO PROCEDIMENTOS PROCESSO
CRÍTICOS Instrumentos cirúrgicos e cortantes Tecido estéril ou sistema vascular Invasivos em pele e mucosas adjacentes, tecidos sub-epiteliais e no sistema vascular. ESTERILIZAÇÃO
SEMI CRÍTICOS Instrumentos clínicos, afastadores, arcos de isolamento Membranas, mucosas e pele não intacta não íntegra Contato com membranas, mucosas e pele não intacta não íntegra -ESTERILIZAÇÃO -DESINFECÇÃO DE MÉDIO OU DE ALTO NÍVEL MATERIAL TERMOSSENSÍVEL
NÃO CRÍTICOS Moldeiras , aparelhos ortodônticos, superfícies do equipo Pele íntegra e também os que não entram em contato direto com o paciente Contato com pele íntegra e também os que não entram em contato direto com o paciente LIMPEZA DESINFECÇÃO DE BAIXO OU MÉDIO NÍVEL
6
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CLASSIFICAÇÃO DE ARTIGOS SEGUNDO O RISCO
    POTENCIAL DE INFECÇÃO
  • DIFERENCIAL - PROCEDIMENTOS CRÍTICOS E SEMI
    CRÍTICOS
  • POSSIBILIDADE DE CONTATO COM MEMBRANAS E MUCOSAS
    e
  • DE ATINGIR TECIDO ESTÉRIL E SISTEMA VASCULAR
  • - TORNA PROCEDIMENTO CRÍTICO
  • - ARTIGOS CRÍTICOS
  • - ESTERILIZAÇÃO
    ?

7
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • LIMPEZA
  • Detergente enzimático
  • - Manual escovas (de aço)
  • - Automatizada máquina de ultrassom
  • - Lubrificação dos artigos hidrossolúvel -
    motor - peças de mão
  • e brocas
  • ESTERILIZAÇÃO
  • - Calor úmido sob pressão (calor seco -
    estufa)
  • - Campo duplo de algodão, caixas de aço inox
    e PGC
  • (papel pardo kraft ou filmes transparentes -
    referência incorreta)
  • ARMAZENAMENTO
  • - condições
  • -UFPR Campo duplo de algodão 7 dias //
    PGC 30 dias ?

8
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ARTIGOS e INSTRUMENTAIS
  • 1. Similares ao médico-hospitalar - adaptados
  • 2. Delicados e pequenos brocas e limas
  • 3. Pesados fórceps, alavancas e alicates
    ortodônticos
  • 4. Perda da capacidade de corte
  • 5. Presença de compostos químicos
  • - difícil remoção depois de secos
  • - depósitos de agentes inorgânicos aderidos
  • prejudicam a funcionalidade dos
    instrumentos
  • 6. Instrumentos com motor elétrico - alta rotação
  • 400.000 rpm - refluxo
  • 7. Lumens diâmetro estreito sugadores de
    endondontia

9
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • TODO ARTIGO QUE PODE SER DESARTICULADO DEVE SER
    LIMPO
  • NUNCA DESINFETAR AQUILO QUE PODE SER
    ESTERILIZADO
  • O QUE NÃO SE PODE DESARTICULAR PARA LIMPAR, NEM
    DESINFETAR E OU ESTERILIZAR
  • É DE USO ÚNICO / DESCARTÁVEL ?

10
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • BANDEJAS e CONTAINERS

11
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTAIS CLÍNICOS pinças e sondas

12
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • PEÇAS DE MÃO alta e baixa rotação, contra
    ângulo, micromotor

A - Peça reta / baixa rotação B - Peça de alta
rotação C - Contra-ângulo  D - Micro-motor
  • MICROMOTOR
  • CONTRA ÂNGULO e PEÇAS DE MÃO DE BAIXA ROTAÇÃO
  • SOB REFRIGERAÇÃO
  • PEÇA DE MÃO DE ALTA ROTAÇÃO

13
FRESAS
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS - BROCAS, LIMAS e FRESAS


BROQUEIROS
FRESAS
14
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS
  • POLIMENTO E PROFILAXIA

ESCOVAS de ROBSON
TAÇA DE BORRACHA
15
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CANETAS ULTRASSOM - PROFILAXIA

Extração de tártaro Ultrassônico PONTEIRAS
Jato de bicarbonato - ar e água sob pressão
16
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • FÓRCEPS E ALAVANCAS - CIRURGIA

17
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ALICATES ORTODONTIA




18
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • AFASTADORES - EXPANSORES

19
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • POSICIONADORES RADIOGRÁFICOS

20
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • SUGADORES e IRRIGADORES

21
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ISOLAMENTO ABSOLUTO

GRAMPOS
ARCOS DE PLÁSTICO E DE METAL
22
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • MOLDEIRAS

23
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ACESSÓRIOS

CUBA DE BORRACHA para alginato
PLACA DE VIDRO
POTES DE DAPPEN Plástico e vidro
PINCÉIS descartáveis e de pelo natural e
sintético para aplicação de resina
24
MESA AUXILIAR e BANQUETAS
REFLETOR ALÇA e INTERRUPTOR
CUSPIDEIRA
SUGADOR
PEÇAS DE MÃO
SERINGA TRÍPLICE
25
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • MITOS E PARADIGMAS
  • 1. FIM DA ERA DESCONTAMINAÇÃO
  • DESINFECÇÃO QUÍMICA (????) x LIMPEZA PRÉVIA
    OBRIGATÓRIA
  • 2. SUBSTITUIÇÃO DO PROCESSO ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA
  • ARTIGOS E INSTRUMENTAIS SUPORTAM PROCESSO FÍSICO
    ESTERILIZAÇÃO
  • CALDO - BROCAS, LIMAS E GRAMPOS
  • 3. SUBSTITUIÇÃO DE PROCESSO CALOR SECO
    CALOR ÚMIDO
  • PROCESSO MAIS SEGURO E COMPATÍVEL
  • 4. USO DE EMBALAGENS ADEQUADAS
  • PGC x PAPEL PARDO KRAFT e FILMES
    TRANSPARENTES
  • 5. CORRENTES GALVÂNICAS EM MEIO ÚMIDO
  • CONTAINERES PLÁSTICO - EVITA DESGASTE

26
  • ESTUFA
  • PAPEL KRAFT
  • TNT
  • DESCONTAMINAÇÃO
  • .....
  • .....????

27
Referências em Controle de Infecção e
Biossegurança /Odontologia
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Controle de infecções e a
    prática odontológica em tempos de Aids Manual de
    condutas. Brasília, 2000.
  • ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE ESTUDOS E CONTROLE DE
    INFECÇÃO HOSPITALAR - APECIH. Controle de
    infecção na prática odontológica. São Paulo, 84
    p. 2000.
  • GUIA ELABORADO POR ENFERMEIROS BRASILEIROS.
    Recomendações práticas em processos de
    esterilização em estabelecimentos de saúde. São
    Paulo, 2000. Komedi.
  • PARANÁ (Estado). Secretaria de Estado da Saúde.
    RESOLUÇÃO N.º 0414/2001 . Roteiro de Inspeção
    para Estabelecimentos de Odontologia (anexo I),
    Critérios e Instruções para o Preenchimento do
    Roteiro de Inspeção em Estabelecimentos de
    Odontologia (anexo II). 2001.
  • BRASIL. MINISTERIO DA SAÚDE. ANVISA . RDC Nº 50
    DE 21 DE FEVEREIRO DE 2002. Regulamento técnico
    para planejamento, programação, elaboração e
    avaliação de projetos físicos de estabelecimentos
    assistenciais de saúde.
  • CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION.
    Guidelines for Infection Control in Dental
    Health-Care Settings. MMWR 2003 52(No. RR 17).
    U.S. Atlanta, 68p. 2003.
  • BRASIL Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº
    306, de 07 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o
    regulamento técnico para o gerenciamento de
    resíduos de serviços de saúde. DOU 10 de dezembro
    de 2004, Brasília.
  • PORTARIA n º 485 de 11 de NOVEMBRO de 2005
    Norma regulamentadora (NR) 32 - Segurança e saúde
    no trabalho em estabelecimentos de saúde
    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.
  • BRASIL. Serviços odontológicos prevenção e
    controle de riscos. Ministério de Saúde ANVISA,
    Brasília 2006.
  • BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    ANVISA. Ministério da Saúde. Segurança do
    paciente higienização das mãos. Brasília, 2008.
  • BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    ANVISA. Ministério da Saúde. Informe técnico no
    01/09 princípios básicos para limpeza de
    instrumental cirúrgico em serviços de saúde.
    Brasília, 2009.
  • ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE ESTUDOS E CONTROLE DE
    INFECÇÃO HOSPITALAR. Limpeza, desinfecção e
    esterilização de artigos em serviços de saúde.
    São Paulo, 339 p. 2010.
  • Ministério da Saúde. Manual ABCDE das Hepatites
    Virais para Cirurgiões-Dentistas. Brasília, 2010.

28
  • NA VERDADE, SÃO AS PESSOAS QUE FAZEM A
    DIFERENÇA PARA O SISTEMA MODERNO DE CONTROLE DE
    QUALIDADE DE SERVIÇOS.
  • AS PESSOAS PRECISAM TER PROFUNDO CONHECIMENTO
    DE SEU TRABALHO PARA SUPERAR RISCOS.
  • Muito obrigada!
  • lucimara_albrecht_at_hotmail.com
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Curso de Processamento de Materiais M

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Title: Curso de Processamento de Materiais M


1
Curso de Processamento de Materiais
Médico-Hospitalares e OdontológicosProcessamento
de Materiais em OdontologiaLucimara
AlbrechtEnfermeira da Comissão de Controle de
Infecção Odontológica CCIO / UFPR
2
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • SUMÁRIO
  • Curso de Odontologia da UFPR
  • Risco de Infecção Cruzada
  • Classificação dos artigos - Spaulding x
    Odontologia
  • Limpeza
  • Características dos artigos e instrumentais
  • Particularidades na esterilização
  • Mitos e paradigmas no processamento
  • Referências em Controle de Infecção e
    Biossegurança Odontológica

3
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CURSO DE ODONTOLOGIA DA UFPR
  • Mais antigo do Brasil 1912
  • - 8 especialização/mestrado/residência
  • 157 equipos odontológicos
  • - 144 em 3 CLÍNICAS
  • - 4 no PRONTO ATENDIMENTO
  • - 9 no CENTRO CIRÚRGICO
  • SERVIÇO DE RADIOLOGIA SUS
  • CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO
  • 4 autoclaves de 250 litros 9.700 volume
  • LABORATÓRIOS PROTÉTICOS, de PRÁTICA ACADÊMICA e
    PATOLOGIA
  • COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
  • a 1ª no BRASIL 1994
    ?

4
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • RISCO DE INFECÇÃO CRUZADA - condições
  • 1. ESTREITO CONTATO FÍSICO C-D / PACIENTE
  • 2. REALIZAÇÃO DE TRABALHO NA CAVIDADE BUCAL
    e
  • ALTO POTENCIAL DE SANGRAMENTO
  • 3. PRODUÇÃO CONSTANTE DE AEROSSÓIS
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS dispersão
    m.o. ?

5
CLASSIFICAÇÃO DE ARTIGOS SEGUNDO O RISCO
POTENCIAL DE INFECÇÃO - SPAULDING (1968) x
ODONTOLOGIA
TIPO CONTATO PROCEDIMENTOS PROCESSO
CRÍTICOS Instrumentos cirúrgicos e cortantes Tecido estéril ou sistema vascular Invasivos em pele e mucosas adjacentes, tecidos sub-epiteliais e no sistema vascular. ESTERILIZAÇÃO
SEMI CRÍTICOS Instrumentos clínicos, afastadores, arcos de isolamento Membranas, mucosas e pele não intacta não íntegra Contato com membranas, mucosas e pele não intacta não íntegra -ESTERILIZAÇÃO -DESINFECÇÃO DE MÉDIO OU DE ALTO NÍVEL MATERIAL TERMOSSENSÍVEL
NÃO CRÍTICOS Moldeiras , aparelhos ortodônticos, superfícies do equipo Pele íntegra e também os que não entram em contato direto com o paciente Contato com pele íntegra e também os que não entram em contato direto com o paciente LIMPEZA DESINFECÇÃO DE BAIXO OU MÉDIO NÍVEL
6
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CLASSIFICAÇÃO DE ARTIGOS SEGUNDO O RISCO
    POTENCIAL DE INFECÇÃO
  • DIFERENCIAL - PROCEDIMENTOS CRÍTICOS E SEMI
    CRÍTICOS
  • POSSIBILIDADE DE CONTATO COM MEMBRANAS E MUCOSAS
    e
  • DE ATINGIR TECIDO ESTÉRIL E SISTEMA VASCULAR
  • - TORNA PROCEDIMENTO CRÍTICO
  • - ARTIGOS CRÍTICOS
  • - ESTERILIZAÇÃO
    ?

7
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • LIMPEZA
  • Detergente enzimático
  • - Manual escovas (de aço)
  • - Automatizada máquina de ultrassom
  • - Lubrificação dos artigos hidrossolúvel -
    motor - peças de mão
  • e brocas
  • ESTERILIZAÇÃO
  • - Calor úmido sob pressão (calor seco -
    estufa)
  • - Campo duplo de algodão, caixas de aço inox
    e PGC
  • (papel pardo kraft ou filmes transparentes -
    referência incorreta)
  • ARMAZENAMENTO
  • - condições
  • -UFPR Campo duplo de algodão 7 dias //
    PGC 30 dias ?

8
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ARTIGOS e INSTRUMENTAIS
  • 1. Similares ao médico-hospitalar - adaptados
  • 2. Delicados e pequenos brocas e limas
  • 3. Pesados fórceps, alavancas e alicates
    ortodônticos
  • 4. Perda da capacidade de corte
  • 5. Presença de compostos químicos
  • - difícil remoção depois de secos
  • - depósitos de agentes inorgânicos aderidos
  • prejudicam a funcionalidade dos
    instrumentos
  • 6. Instrumentos com motor elétrico - alta rotação
  • 400.000 rpm - refluxo
  • 7. Lumens diâmetro estreito sugadores de
    endondontia

9
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • TODO ARTIGO QUE PODE SER DESARTICULADO DEVE SER
    LIMPO
  • NUNCA DESINFETAR AQUILO QUE PODE SER
    ESTERILIZADO
  • O QUE NÃO SE PODE DESARTICULAR PARA LIMPAR, NEM
    DESINFETAR E OU ESTERILIZAR
  • É DE USO ÚNICO / DESCARTÁVEL ?

10
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • BANDEJAS e CONTAINERS

11
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTAIS CLÍNICOS pinças e sondas

12
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • PEÇAS DE MÃO alta e baixa rotação, contra
    ângulo, micromotor

A - Peça reta / baixa rotação B - Peça de alta
rotação C - Contra-ângulo  D - Micro-motor
  • MICROMOTOR
  • CONTRA ÂNGULO e PEÇAS DE MÃO DE BAIXA ROTAÇÃO
  • SOB REFRIGERAÇÃO
  • PEÇA DE MÃO DE ALTA ROTAÇÃO

13
FRESAS
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS - BROCAS, LIMAS e FRESAS


BROQUEIROS
FRESAS
14
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • INSTRUMENTOS ROTATÓRIOS
  • POLIMENTO E PROFILAXIA

ESCOVAS de ROBSON
TAÇA DE BORRACHA
15
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • CANETAS ULTRASSOM - PROFILAXIA

Extração de tártaro Ultrassônico PONTEIRAS
Jato de bicarbonato - ar e água sob pressão
16
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • FÓRCEPS E ALAVANCAS - CIRURGIA

17
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ALICATES ORTODONTIA




18
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • AFASTADORES - EXPANSORES

19
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • POSICIONADORES RADIOGRÁFICOS

20
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • SUGADORES e IRRIGADORES

21
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ISOLAMENTO ABSOLUTO

GRAMPOS
ARCOS DE PLÁSTICO E DE METAL
22
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • MOLDEIRAS

23
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • ACESSÓRIOS

CUBA DE BORRACHA para alginato
PLACA DE VIDRO
POTES DE DAPPEN Plástico e vidro
PINCÉIS descartáveis e de pelo natural e
sintético para aplicação de resina
24
MESA AUXILIAR e BANQUETAS
REFLETOR ALÇA e INTERRUPTOR
CUSPIDEIRA
SUGADOR
PEÇAS DE MÃO
SERINGA TRÍPLICE
25
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO ODONTOLÓGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
  • MITOS E PARADIGMAS
  • 1. FIM DA ERA DESCONTAMINAÇÃO
  • DESINFECÇÃO QUÍMICA (????) x LIMPEZA PRÉVIA
    OBRIGATÓRIA
  • 2. SUBSTITUIÇÃO DO PROCESSO ESTERILIZAÇÃO QUÍMICA
  • ARTIGOS E INSTRUMENTAIS SUPORTAM PROCESSO FÍSICO
    ESTERILIZAÇÃO
  • CALDO - BROCAS, LIMAS E GRAMPOS
  • 3. SUBSTITUIÇÃO DE PROCESSO CALOR SECO
    CALOR ÚMIDO
  • PROCESSO MAIS SEGURO E COMPATÍVEL
  • 4. USO DE EMBALAGENS ADEQUADAS
  • PGC x PAPEL PARDO KRAFT e FILMES
    TRANSPARENTES
  • 5. CORRENTES GALVÂNICAS EM MEIO ÚMIDO
  • CONTAINERES PLÁSTICO - EVITA DESGASTE

26
  • ESTUFA
  • PAPEL KRAFT
  • TNT
  • DESCONTAMINAÇÃO
  • .....
  • .....????

27
Referências em Controle de Infecção e
Biossegurança /Odontologia
  • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Controle de infecções e a
    prática odontológica em tempos de Aids Manual de
    condutas. Brasília, 2000.
  • ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE ESTUDOS E CONTROLE DE
    INFECÇÃO HOSPITALAR - APECIH. Controle de
    infecção na prática odontológica. São Paulo, 84
    p. 2000.
  • GUIA ELABORADO POR ENFERMEIROS BRASILEIROS.
    Recomendações práticas em processos de
    esterilização em estabelecimentos de saúde. São
    Paulo, 2000. Komedi.
  • PARANÁ (Estado). Secretaria de Estado da Saúde.
    RESOLUÇÃO N.º 0414/2001 . Roteiro de Inspeção
    para Estabelecimentos de Odontologia (anexo I),
    Critérios e Instruções para o Preenchimento do
    Roteiro de Inspeção em Estabelecimentos de
    Odontologia (anexo II). 2001.
  • BRASIL. MINISTERIO DA SAÚDE. ANVISA . RDC Nº 50
    DE 21 DE FEVEREIRO DE 2002. Regulamento técnico
    para planejamento, programação, elaboração e
    avaliação de projetos físicos de estabelecimentos
    assistenciais de saúde.
  • CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION.
    Guidelines for Infection Control in Dental
    Health-Care Settings. MMWR 2003 52(No. RR 17).
    U.S. Atlanta, 68p. 2003.
  • BRASIL Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº
    306, de 07 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o
    regulamento técnico para o gerenciamento de
    resíduos de serviços de saúde. DOU 10 de dezembro
    de 2004, Brasília.
  • PORTARIA n º 485 de 11 de NOVEMBRO de 2005
    Norma regulamentadora (NR) 32 - Segurança e saúde
    no trabalho em estabelecimentos de saúde
    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.
  • BRASIL. Serviços odontológicos prevenção e
    controle de riscos. Ministério de Saúde ANVISA,
    Brasília 2006.
  • BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    ANVISA. Ministério da Saúde. Segurança do
    paciente higienização das mãos. Brasília, 2008.
  • BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    ANVISA. Ministério da Saúde. Informe técnico no
    01/09 princípios básicos para limpeza de
    instrumental cirúrgico em serviços de saúde.
    Brasília, 2009.
  • ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE ESTUDOS E CONTROLE DE
    INFECÇÃO HOSPITALAR. Limpeza, desinfecção e
    esterilização de artigos em serviços de saúde.
    São Paulo, 339 p. 2010.
  • Ministério da Saúde. Manual ABCDE das Hepatites
    Virais para Cirurgiões-Dentistas. Brasília, 2010.

28
  • NA VERDADE, SÃO AS PESSOAS QUE FAZEM A
    DIFERENÇA PARA O SISTEMA MODERNO DE CONTROLE DE
    QUALIDADE DE SERVIÇOS.
  • AS PESSOAS PRECISAM TER PROFUNDO CONHECIMENTO
    DE SEU TRABALHO PARA SUPERAR RISCOS.
  • Muito obrigada!
  • lucimara_albrecht_at_hotmail.com
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