A Carreira como Consultor item 7 do Plano de Ensino Empreendedor item 8 do Plano de Ensino - PowerPoint PPT Presentation

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A Carreira como Consultor item 7 do Plano de Ensino Empreendedor item 8 do Plano de Ensino

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A Carreira como Consultor item 7 do Plano de Ensino Empreendedor item 8 do Plano de Ensino T A P – PowerPoint PPT presentation

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Title: A Carreira como Consultor item 7 do Plano de Ensino Empreendedor item 8 do Plano de Ensino


1
A Carreira como Consultor item 7 do Plano
de EnsinoEmpreendedor item 8 do Plano de
Ensino
  • T A P

2
Executivo
Aluno
Empresário
Autônomo
3
TAP
  • Um otimista vê uma oportunidade em cada
    calamidade e o pessimista vê uma calamidade em
    cada oportunidade.
  • ( Winston Churchill)

4
T A P
  • O fracasso é a oportunidade de começar de novo
    inteligentemente.
  • (Henry Ford).

5
A Carreira como consultor
  • Por que cometer erros antigos se há tantos erros
    novos para cometer.
  • ( Bertrand Russel).

6
Sonho ou realidade?
  • o que difere o empreendedor dos outros seres
    humanos é a sua teimosa e impertinência de tentar
    transformar seu SONHO em realidade.
  • DOLABELA (2002)
  • Empreendedor é aquele que sonha e busca
  • transformar seu sonho em realidade

7
Conceitos
  • De acordo com ORLICKAS (2001), consultoria é o
    fornecimento de determinada prestação de
    serviços, em geral por um profissional muito
    qualificado e conhecedor do tema, provido de
    remuneração por hora ou projeto, para um
    determinado cliente.

8
IBCO
  • Entende-se por Consultoria de Organização (CO) a
    atividade que visa a investigação, identificação,
    estudo e solução de problemas gerais ou parciais,
    atinentes à estrutura, ao funcionamento e à
    administração de empresas e entidades privadas ou
    estatais.
  • Compreende a indicação dos métodos e soluções a
    serem adotados e a criação de condições para sua
    implantação nas organizações assessoradas.
  • É exercida por Consultores de Organização,
    individualmente, ou através da direção técnica de
    empresas compostas de profissionais com formação
    adequada para essa atividade, dedicada à
    prestação desses serviços especializados para
    terceiros.

9
Tipos
  • Consultor Organizacional, que pode ser
    compreendida na descrição disponibilizada pelo
    IBCO e que define as atividades de um consultor e
    que tem a ver com os tipos de consultores
    apresentados a seguir
  • Consultor Autônomo, normalmente com registro na
    Prefeitura Municipal da cidade onde exerce sua
    atividade, estabelecido em escritório na sua
    própria residência (home office), podendo fazer
    uso de escritórios virtuais para suas reuniões e
    atendimento telefônico.
  • Precisa ter experiência na área de atuação,
    em determinados assuntos, sem estar vinculado a
    uma organização. Opera sem vínculo empregatício,
    mediante contrato de prestação de serviços por
    tempo determinado ou elaboração e implantação de
    um projeto

10
Cont.
  • Consultor Associado, profissional que estabelece
    uma relação de parceria com empresas de
    consultoria para atuar em determinada projeto,
    sendo que ao final do trabalho a relação é
    encerrada
  • Consultor Externo, profissional que atua em uma
    organização sem qualquer relação de emprego,
    exercendo o que está definido como consultor
    associado. Pode ser um consultor autônomo ou
    ligado a uma empresa de consultoria

11
Tipos
  • Consultor interno, funcionário de uma
    organização, que ocupa em geral cargo de nível
    técnico ou gerencial, normalmente, um generalista
    que atua nas áreas de recursos humanos,
    marketing, tecnologia de informação, pesquisa e
    desenvolvimento, finanças e outras formações,
    prestando serviços a clientes internos.
  • Elabora estudos, diagnósticos, propõe
    soluções, ajudam a definir e implantar projetos,
    atuando em organizações grade porte, lotado no
    corporativo, prestando serviços nas unidades de
    negócio.
  • Consultor particular, também chamado de consultor
    executivo, que presta serviços específicos para
    liderança de organizações. A maioria tem origem
    em empresas multinacionais, onde atuaram no
    quadro de executivos. Atuam em projetos
    específicos em várias áreas.

12
O que faz
  • Uma consultoria, normalmente, é chamada para
    elaborar um diagnóstico organizacional, que
    transcende uma situação de pagar incêndios
    apenas. Ela não deve ser contratada apenas para
    eliminar ou minimizar distorções e sim para atuar
    preventivamente.
  • Assim a consultoria, por meio da prestação de
    serviços especializados, realizada por
    profissionais independentes e qualificados na
    identificação de problema relacionados com
    políticas, com a organização, com métodos e
    procedimentos de trabalho, de forma a propor
    medidas adequadas e dar suporte para a
    implementação.

13
Tempo
  • O objetivo do trabalho e a duração do mesmo
    variam de forma significativa, mas é um recurso
    que pode ser aplicado a qualquer organização, de
    qualquer porte, de qualquer setor, lucrativa ou
    sem fins lucrativos.

14
Cont.
  • Focalizar-se numa análise ampla e imparcial dos
    problemas-chave de uma organização a partir de um
    diagnóstico
  • Enfatizar as prioridades de ação
  • Ser periódica e não apenas em períodos de crise
  • Ser sistemática
  • Propor uma sequencia lógica de passo-a-passo
  • Não dever ser interrompida antes do término dos
    trabalhos, sob pena de tornar todo o trabalho
    inócuo.

15
Vantagens
  • Sinergia , em função do conhecimento acumulado em
    intervenções anteriores, podendo alcançar
    resultados superiores a outras formas de
    ação.Exemplo quando a soma de 2 mais 2 daria um
    resultado de 5, ou seja, numa estrada em locais
    separados tem-se um restaurante em uma parte da
    estrada e um posto de combustíveis em outro
    local, se os dois negócios fossem construídos num
    mesmo local, teríamos clientes do posto
    utilizando o restaurante e vice-versa
  • Especialista versus Generalista, a visão da
    árvore e da floresta, possibilita a adoção de
    soluções, significativamente, especializadas.
  • Imparcialidade, a não submissão às rotinas e
    políticas internas permite que verdades
    pertinentes sejam ditas, sem censuras

16
Cont.
  • Agilidade no Processo Decisório, o caráter mais
    intensivo do que extensivo, das atividades de
    consultoria, possibilitam a proposição de
    estratégias e táticas que podem ser implantadas
    em menor tempo.
  • Flexibilidade, as ações das consultorias tendem a
    ter uma carga maior de flexibilidade, porque não
    fica sujeita a limitações internas e externas de
    uma organização

17
Quando e como contratar
  • Não contratar a consultoria sob pressão, de forma
    apressada
  • Não colocar nas mãos da consultoria a operação do
    negócio, pois a mesma é apenas uma proponente de
    alternativas para o processo decisório e não a
    condutora da organização
  • Não se entusiasmar por propostas milagrosas, as
    propostas de uma consultoria não são para o curto
    prazo
  • Não considerar o consultor como seu terapeuta,
    isto é função de outros profissionais. A
    obrigação do consultor é informá-lo da saúde da
    organização.

18
Etapas
  • Avaliação da filosofia gerencial e a intenção dos
    executivos e/ou dos proprietários do negócio. É
    preciso conhecer as ideias, os objetivos de vida,
    os valores não só dos citados, mas também das
    demais partes interessadas
  • Avaliação da missão organizacional em termos
    econômicos, sociais e culturais, considerando
    como ela é interpretada por todas as partes
    interessadas
  • Identificação e interpretação da cultura da
    organização (conjunto de valores, crenças,
    ideologias, costumes, hábitos e normas, que
    caracterizam a forma de agir das pessoas de uma
    organização e oriundas da interação social, dando
    origem a padrões de comportamentos coletivos que
    estabelecem uma identidade entre as mesmas,
    identificando-as como membro desta organização e
    não de outra)

19
Cont.
  • Levantamento para verificar se as políticas
    básicas da organização são coerentes com os
    objetivos e estratégias organizacionais
  • Análise e avaliação do cenário interno e externo
    da organização, para analisar a compatibilidade
    dos produtos e serviços oferecidos com o ambiente
    de atuação a curto, médio e longo prazo e se
    necessário propor adequações
  • Aplicação da Matriz SWOT, identificando pontos
    fortes e pontos frágeis da organização e as
    ameaças e oportunidades do ambiente onde opera

20
Cont.
  • Identificação de suas vantagens competitivas,
    conhecer suas vantagens em relação à
    concorrência
  • Valorização dos fatores de sucesso, primeiro
    identificar o que leva a organização a ter
    sucesso localização, tecnologia, imagem, capital
    intelectual e outras possibilidades e depois
    valorizar o que existir de melhor
  • Propor ações de adaptação às mudanças do ambiente
    por meio das propostas de formulação estratégica
  • Avaliação dos padrões de desempenho e dos
    sistemas de monitoramento e controle, muitas
    vezes o desempenho da organização sofre
    percalços, pois os seus membros não sabem o que
    se espera deles. Há a necessidade de
    estabelecimento de indicadores qualitativos e
    quantitativos e valorizar o aprendizado.

21
O que faz o consultor?
  • Processo interativo
  • Agente de mudança
  • Responsabilidade de ajudar as pessoas
  • Aconselhamento para a tomada de decisões, mas não
    decidir (decisão , dado, tratamento, informação,
    alternativa, recurso,resultado,controle e
    avaliação,coordenação)
  • Não tem controle direto da situação

22
Ética
  • A preocupação com a conduta e com a ética
    profissional deve ser uma constante.
  • O aspecto ético é de suma importância,
    principalmente, em relação aos trabalhos
    desenvolvidos, com consultor desempenhando seu
    papel com as pertinentes responsabilidades
    consolidadas em um código de ética para a
    execução das atividades na empresa cliente.

23
IBCO código de ética
  • O Consultor deve estabelecer de inicio com o
    cliente, os objetivos do trabalho previsto, dos
    meios a serem utilizados, das dificuldades e
    limitações prováveis, na medida do possível, da
    estimativa de tempo e gastos envolvidos.
  • Os trabalhos devem ser realizados visando a
    introdução de inovações que objetivem auferir um
    melhor desempenho do cliente.
  • Ao trabalhar para clientes que atuam num mesmo
    ramo de negócio, sendo concorrentes entre si, e
    ainda prestando serviços em áreas de natureza
    similar, o Consultor deve deixar clara tal
    situação tanto para seus clientes atuais como
    para os potenciais.

24
Cont.
  • O Consultor deve adotar todas as medidas
    necessárias à preservação de sigilo com relação
    às atividades e informações de seus clientes.
  • O Consultor não se deve valer de sua condição de
    "impedir" a fim de se utilizar de conhecimentos
    adquiridos no exercício de suas atividades junto
    ao cliente, para qualquer tipo de negócio em
    benefício próprio, de outros clientes ou de
    terceiros a ele ligados.
  • O Consultor pode recomendar outros profissionais
    ou equipamentos, obrigando-se a adotar todas as
    precauções possíveis para que a solução seja a
    melhor para o cliente.

25
Cont.
  • Na determinação de seus honorários, o Consultor
    deve levar em consideração prioritariamente as
    características dos serviços por ele prestados, e
    nos casos em que eles estiverem vinculados aos
    resultados alcançados pelo cliente em função de
    seus serviços, é essencial que o referencial para
    os resultados seja a longo prazo, ultrapassando o
    período de sua atuação direta.
  • O Consultor deve propor a execução de serviços
    para os quais está plenamente capacitado.
  • No início e no desenvolvimento do trabalho de uma
    organização, o Consultor deve considerar a
    filosofia e os padrões culturais e políticos nela
    vigentes.

26
Cont.
  • O Consultor não deve procurar contratar, para si
    ou para outra empresa, qualquer funcionário de
    seu cliente, exceto quando for autorizado.
  • O Consultor não deve impor ou tentar impor suas
    próprias convicções ao cliente.
  • É conduta óbvia o cumprimento das leis e
    regulamentos legais vigentes.
  • A profissão do Consultor implica um aporte de
    conhecimento às empresas.

27
Cont.
  • A sociedade espera que o Consultor atue como um
    agente de mudança.
  • Em casos de prestação de serviços a órgãos do
    governo, empresas estatais e instituições ligadas
    ao Estado, surge uma responsabilidade adicional,
    na medida em que os recursos destas organizações
    provêm do público.
  • Portanto, os resultados do trabalho devem
    atender à demanda contratante e,
    concomitantemente, aos interesses da sociedade
    civil.

28
Cont.
  • O Consultor não deve se envolver em atividades
    paralelas ou comportamentos públicos que possam
    significar conflitos de interesses, afetar sua
    isenção ou distorcer a imagem da categoria
    profissional.
  • Ao utilizar-se de ideias, esquemas e
    conhecimentos elaborados por terceiros, o
    Consultor deve deixar claros a origem e o
    crédito, evitando passar a imagem de que os
    mesmos foram por ele desenvolvidos.

29
Cont.
  • A forma de divulgação de serviços de Consultoria
    por qualquer Consultor pode afetar a categoria
    como um todo, especialmente quando suscita
    quaisquer suspeitas de oferecimento de benefícios
    duvidosos ou outras formas menos dignas de
    atuação.
  • Na hipótese de estarem atuando em questões
    correlatas, numa mesma empresa, mais de um
    Consultor , é importante evitar o conflito de
    interesses e as interferências.

30
Saber
  • O SABER é a característica inicial para a
    atividade de consultoria e os seguintes aspectos
    fundamentam essa característica
  • Conhecimento pleno de sua especialidade de
    atuação para otimizar os resultados por meio de
    uma análise adequada, um planejamento sustentável
    e uma utilização condizente dos recursos
    disponíveis.
  • Bons conhecimentos de gestão
  • Capacidade de gerar alternativas

31
Saber
  • Capacidade de propor objetivos de curto, médio e
    longo prazo
  • Atuar tanto como generalista como especialista
  • Saber ser indutivo e dedutivo
  • Capacidade de antecipar possíveis cenários,
    compatíveis com informações disponíveis
  • Ter raciocínio lógico e estruturado
  • Buscar, consolidar, tratar informações internas e
    externas à organização
  • .

32
Saber
  • Possuir Inteligência empresarial , no sentido de
    conseguir transformar dados e informações em
    conhecimentos estratégicos relevantes
  • Ter conhecimentos de Economia e Política
  • Capacidade de transformar o impossível em
    possível
  • Saber desenvolver condições para que o trabalho
    seja gratificante e um bom clima organizacional
  • Bons conhecimentos do idioma português e no
    mínimo inglês
  • Boa redação empresarial

33
Saber fazer
  • A segunda característica é a de habilidade e tem
    a ver com o SABER FAZER,ou seja
  • Capacidade de Inovar, com senso de oportunidade,
    agressividade, comprometimento, qualificação das
    pessoas e flexibilidade para tomar oportunidades
    atualmente desconhecidas essa inovação tem a ver
    com metodologias e técnicas de consultoria.
  • Atualmente, as organizações se defrontam com
    problemas cada vez mais complexos, implicando em
    uma busca de soluções cada vez mais inovadoras.

34
Saber fazer
  • As consultorias, entretanto, podem enfrentar uma
    série de obstáculos para materializá-las, tais
    como não aceitação pelos próprios proponentes
    por muitas vezes por considerá-las utópicas
    miopia quanto ao prazo de uma inovação, falta de
    credibilidade, pela ausência de incentivos e
    desenvolvimento de métodos de monitoração,
    controle e avaliação adequados.

35
Saber fazer
  • Assim, o consultor precisa estar preparado para
    conseguir a aceitação de novas ideias
  • Dessa forma, o consultor deve estar preparado
    para buscar a aceitação de suas novas ideias..

36
Saber fazer
  • Para isso, é necessária a adoção de estratégias
    como desenvolvimento permanente e contínuo de
    novas oportunidades criação de estruturas de
    tecnologia, recursos e saber para viabilizar as
    oportunidades apoio de todos que podem ser alvos
    da implantação de novas ideias preparação para
    as novidades que vão paulatinamente mudando o
    nosso dia a dia profissional praticando o
    benchmarking , aprendendo com outras organizações
    para seus clientes e com outros consultores

37
Saber fazer
  • Capacidade de Decidir, oferecendo suporte aos
    clientes na tomada de decisões, ajudando no
    estabelecimento de prioridades tanto estratégicas
    como operacionais, na análise do que deve ser
    feito, na antecipação de problemas, na análise e
    apuração de fatos, de forma racional.
  • Capacidade de autocontrole estratégico e no
    cotidiano.
  • Pensar de forma estratégica, na análise do
    todos e das partes que o integram e das relações
    de causa e efeito.
  • Usar a intuição, para captar oportunidades e agir
    de forma proativa.

38
Saber fazer
  • Capacidade de trabalhar em equipe, conseguindo
    que as pessoas alcancem os objetivos de forma
    eficiente e eficaz, conduzindo os esforços dos
    clientes na mesma direção.
  • Atuar de forma lógica e analítica, conseguindo
    equilibrar aspectos quantitativos e qualitativos.
  • Administrar conflitos, em face de que o
    consultor para o desempenho de suas atividades
    precisa interagir com várias pessoas e isso pode
    conduzir a conflitos.

39
Saber fazer
  • Ser visionário, não se restringir ao universo da
    organização cliente, deve saber analisar questões
    mais profundas como a importância do setor
    privado nas políticas macro e de longo prazo, as
    tendências socioeconômicas, a formação dos blocos
    econômicos, as alianças, estratégicas, o clamor
    das ruas e assim por diante.

40
Saber F A Z E R
  • Ter capacidade de adaptação,
  • sabendo trabalhar com o fato surpresa.

41
QUERER FAZER
  • A terceira e última característica é a de
    atitudes, ou seja, QUERER FAZER, com os seguintes
    aspectos
  • Atitude interativa, na qual ele mesmo se prepara
    e a própria organização cliente para o amanhã.
  • Atitude racional.
  • Desenvolver e manter-se atualizado numa cultura
    geral, sólida e diversificada.
  • Adequado relacionamento interpessoal. Disposição
    para administrar impasses e conflitos de poder.
  • Ser um negociador.

42
QUERER FAZER
  • Possuir valores culturais, demonstrando
    liderança, integridade, coerência e ética no
    trato e ações que desempenha na empresa cliente.
  • Demonstrar interesse e preocupação pelo
    negócio da organização cliente, ou seja, vestir a
    camisa da organização cliente.
  • Atuar com ênfase nas pessoas.

43
QUERER
  • Ser um eterno aprendiz, deve observar o erro como
    oportunidade de aprendizagem, aceitando o
    processo de experimentação desde que a empresa
    esteja de total acordo.

44
Fatores importantes
  • No estabelecimento da remuneração os seguintes
    fatores deverão ser levados em conta
  • Custo de oportunidade, que deverá ser considerado
    no preço a ser definido na proposta de
    consultoria em termos dedivisão dos serviços a
    serem prestados em módulos e etapas,
    necessidades do cliente e urgência dos trabalhos
  • Utilização do tempo, ou seja, as horas ou
    qualquer outra forma de mensuração do tempo
    alocado aos serviços prestados

45
Cont.
  • Avaliação do retorno, definição das mensurações
    que serão utilizadas pelo cliente para aferição,
    análise e avaliação das etapas dos serviços
    prestados
  • Indicadores de monitoração do desempenho e
    resultados dos trabalhos prestados
  • Número de contatos entre consultoria e
    representantes do cliente para reuniões e de
    intercâmbio de ideias
  • Responsabilidade de cada parte, por meio de
    definição de limites entre cliente e consultoria,
    identificando da melhor forma possível o que está
    no escopo dos serviços e o que não foi
    contratado.

46
Como coletar dados dos clientes
  • Entrevista
  • Questionário
  • Análise de documentos e
  • Observação direta

47
Remuneração
  • Assim a remuneração deve ser suficiente para
    recompensar os conhecimentos, a experiência e
    outros fatores que validam a qualidade dos
    serviços prestados e das soluções apresentadas e
    deve considerar também
  • As despesas necessárias para a prestação dos
    serviços de consultoria
  • O lucro, que deverá levar em conta quanto a
    consultoria investe em pesquisa e
    desenvolvimento, em novos conhecimentos, em
    marketing além do risco do negócio
  • Depois de estabelecidos os fatores anteriores há
    a necessidade de comparar os preços com os
    concorrentes que prestam serviços semelhantes ou
    similares
  • Conjuntura econômica, ou seja, situação do poder
    aquisitivo, comportamento da inflação e dos juros
    e outras variáveis micro e macroeconômicas que
    afetam a determinação dos preços
  • , Forma de cobrança valores fixos, variáveis,
    risco, disponibilidade e outros fatores
    negociados com o cliente

48
Proposta
  • Uma proposta de consultoria deve conter no mínimo
    as seguintes partes
  • Descrição dos trabalhos e atividades que serão
    prestados
  • As metodologias que serão utilizadas
  • Os objetivos a serem alcançados pelo projeto de
    consultoria.
  • Clausula de confidencialidade
  • Contexto que os serviços será executados
  • Síntese da vida profissional do consultor ou
    consultores que atuarão no projeto
  • Espaço par o De acordo pela contratante
  • Outras condições em função das características de
    cada serviço
  • Cronograma dos trabalhos.

49
Consultor interno
  • As organizações precisam da prestação de serviços
    de profissionais especializados para resolverem
    problemas de natureza técnica ou gerencial em
    determinados temas, conhecidos como consultores
    internos, que utilizam de metodologias para
    atingir seus objetivos.

50
Metodologias
  • Prospecçao das necessidades do cliente (entrada
    e termo de intervenção)
  • Identificação dos problemas/oportunidades (coleta
    de dados e diagnóstico )
  • Proposta de soluções (feedback e decisão de
    agir)
  • Desenvolvimento, implantação e viabilização de
    projeto de acordo com as necessidades do cliente
    (comprometimento e implementação)
  • Conclusão e Avaliação.

51
Cont.
  • Por fazer parte da cultura e envolvidos nos
    valores da organização, o consultor interno é
    considerado um intérprete ou facilitador da
    cultura organizacional, pois desenvolve,
    influencia e assessora de forma consistente e
    articulada os clientes internos.
  • A consultoria interna pode ser desenvolvida por
    projetos, diagnostica a situação-problema e
    propõe alternativas de solução ao cliente e por
    processos, pois os consultores internos ajudam o
    cliente interno a perceber, entender e agir sobre
    os atos inter-relacionados que ocorrem no seu
    ambiente e na consecução das práticas e padrões
    organizacionais.

52
Atuação
  • Adaptando as observações de LEITE (2005) para o
    consultor interno em gestão de pessoas, mas que
    podem ser estendidas para outros tipos de
    consultor interno, tem-se
  • O profissional deve atuar em problemas para os
    quais tenha competência para atuar e condições de
    realização
  • O seu papel é o de dar suporte para os clientes
    na melhoria do desempenho, priorizando os
    interesses dos mesmos

53
Cont.
  • O consultor deve em conjunto com o cliente
    estabelecer expectativas realistas quanto aos
    resultados e prazos
  • Que as informações obtidas junto ao cliente e
    consideradas como sigilosas só podem ser
    liberadas com a anuência do mesmo ou quando
    extrapolam a ética do consultor ou infrijam a
    legislção
  • O consultor deverá evitar conflitos de interesse
  • O profissional não deverá impor suas
    interpretaçoes ao cliente, sem convencê-los de
    sua validade e aplicação.

54
Cont.
  • Da mesm forma que o entendimento feito para as
    observações do Leite, serão aproveitados os
    ensinamentos de ORLICKAS (2001) , em relação às
    competências dp consultor interno, algumas já
    destacadas para o consultor externo
  • Ser um facilitador nas mudanças internas
  • Demonstrar comprometimento com os resultados
  • Saber buscar a interação entre as partes
    envolvidas
  • Ser racional e isento
  • Bom nível de cultura geral
  • Ter experiência na área de atuação

55
Cont.
  • Agregar valor nas suas intervenções
  • Saber dialogar e relacionar-se
  • Conseguir manter uma relação de confiança
  • Saber negociar
  • Enfatizar os recursos humanos
  • Atuar eticamente

56
Cont.
  • Saber inovar
  • Estar disposto a assumir riscos
  • Ter senioridade e equilíbrio
  • Pensar estrategicamente
  • Compartlhar as ações desenvolvidas
  • Perceber e lifar com sentimentos das pessoas
    envolvidas
  • Propor intervenções que atuem nas raízes dos
    problemas
  • Ter sensibilidade para atuar com resistências
  • Gerenciar a própria carreira.
  •  

57
Como avaliar uma consultoria
  • Eficiência
  • Objetividade
  • Comparabilidade
  • Abrangência
  • Precisão
  • Validade.

58
Importante
  • O importante é a pessoa que contratou o consultor
    . Por que?
  • Porque é o MAN
  • M de money ? Ele tem o
  • A de autority ? Ele tem a autoridade
  • N de need ? Ele tem a necessidade

59
Satisfação do Cliente
  • PERCEPÇÃO
  • Satisfação --------------------------
  • EXPECTATIVA
  • RELAÇÃO ENTRE O QUE ELE VIU E O
  • QUE ELE ESPERAVA VER

60
Cont.
  • DIRETAMENTE PROPORCIONAL Á PERCEPÇÃO, QUANTO
    MAIOR A PERCEPÇÃO MAIOR A SATISFAÇÃO
  • INVERSAMENTE PROPORCIONAL À EXPECTATIVA,QUANTO
    MAIOR A EXPECTATIVA,MAIOR A POSSIBILIDADE DELE
    FICAR FRUSTRADO

61
Tendências
  • O consultor tanto externo como interno poderá
    atuar em serviços de Estratégias Empresariais,
    Estrutura Organizacional, Processos, Recursos
    Humanos, Tecnologia, Inovação, Qualidade de
    Gestão, entre outros.
  • Destacam-se os seguintes segmentos Previdência
    Privada, Sistema de Pensões, Estratégia e Gestão,
    Fusões e Aquisições, Mudanças Organizacionais,
    Empreendedor Corporativo.

62
Cont.
  • Os seguintes temas merecem destaque e continuarão
    em evidência para os próximos anos
  • Planejamento Tributário, Gestão de Informações e
    Desenvolvimento de Indicadores, Simplificação e
    Enxugamento de Estruturas Organizacionais,
    Comunicação Empresarial, Planejamento
    Estratégico, Resultados do Negócio, Ampliação de
    Fronteiras do Negócio, Avanços Tecnológicos,
    Criatividade e Apuração de Fraudes Empresariais,

63
A Carreira como Empreendedor.
  • A verdadeira viagem de descoberta não consiste
    em procurar novas terras, mas em vê-las com novos
    olhos.
  • (Marcel Proust).

64
introdução
  • As oportunidades de atuação profissional estarão
    disponíveis nas organizações de qualquer porte
    desde as pessoas desenvolvam uma habilidade
    vital a capacidade empreendedora.
  • A capacidade empreendedora deriva do acúmulo de
    habilidades relevantes, conhecimentos,
    experiências e contatos durante alguns anos, além
    de grandes doses de autodesenvolvimento.

65
Tipos de capacidade empreendedora
  • As pessoas com capacidade empreendedora geram
    novas ideias e as transformam em sucessos
    organizacionais. Distinguem-se claramente três
    tipos de capacidade empreendedora
  • Independente
  • Spin-offs organizacionais e
  • Interna.

66
Características de capcidade empreendedora
  • Desenvolver a capacidade empreendedora faz parte
    de um aprendizado contínuo em qualquer
    organização e é normal encontrar nas pessoas que
    assim agem, as seguintes características
  • Iniciativa
  • Perseverança
  • Comprometimento
  • Eficiência e qualidade
  • Coragem de assumir riscos, mas calculados
  • Capacidade de estabelecer metas objetivas.

67
Cont.
  • De buscar informações e oportunidades
  • De detalhar e monitorar
  • De persuadir
  • De procurar trabalhar em equipe
  • De agir com independência e autoconfiança.

68
Oportunidades
  • Quantas vezes as pessoas são expostas
    diariamente, a dezenas de oportunidades na vida,
    mas a maioria das pessoas só enxerga anúncios e
    fachadas.
  • Apenas os verdadeiros profissionais com
    capacidade empreendedora, identificam as
    oportunidades existentes por trás desses anúncios
    e fachadas.

69
Cont.
  • Há a necessidade das pessoas demonstrarem
    curiosidade e estar sempre atentas e que as
    chances de sucesso aumentam com estas observações
    e transformá-las em conhecimento.
  • É preciso, lentamente, degrau por degrau,
    desenvolver o conhecimento e a experiência para
    identificar e avaliar as mais diversas
    oportunidades.

70
Negócio próprio
  • Ganhar dinheiro Aumentar o patrimônio
  • Desfrutar as coisas boas da vida Ser o patrão
  • Ser o dono do próprio nariz Não ter que dar
    satisfação para terceiros
  • Desafio pessoal para provar e demonstrar sua
    capacidade para si e para os outros
  • Desenvolver novas estratégias para si, sua
    família e a sociedade, deixando de ser empregado
  • Transformar um sonho em realidade Sair da
    rotina
  • Buscar o sucesso e a realização pessoal.

71
Sonhar
  • A decisão leva em conta razões emocionais ou
    transitórias e é preciso associar emoção e razão
    para superar os obstáculos que surgirem.
  • Sonhar é importante, mas transformá-lo em
    realidade é muito mais e é necessário fazer por
    merecer, enfim ser empreendedor.

72
O que é
  • Assim segundo ANGELO (2003),
  • Empreendedorismo é a criação de valor por
    pessoas e organizações trabalhando juntas para
    implementar uma ideia por meio da aplicação de
    criatividade, capacidade de transformação e o
    desejo de tomar aquilo que comumente se chamaria
    de risco.

73
Identificação de oportunidades
  • Identificação de Necessidades, para tal basta
    prestar atenção nas queixas das pessoas e buscar
    uma forma de resolvê-las, como no caso dos
    restaurantes por quilo, nos serviços de delivery,
    nas oficinas de costura rápida
  • Observação de deficiências, quase toda a
    atividade pode ser aperfeiçoada, ou seja, um
    negócio pode ser melhorado por um concorrente
    quando oferece mais pelo mesmo preço ou oferece
    mais por menos, como no caso da prestação de
    serviços terceirizados

74
Cont.
  • Observação de tendências, é importante que o
    empreendedor compreenda o que acontece e o que
    deve acontecer no mundo que podem influenciar o
    cotidiano e tentar prever quando tais mudanças
    vão ocorrer, quais serão e como afetarão o
    cidadão, ou seja, por exemplo em função da
    inseguranças que assusta os moradores das grandes
    e médias cidades surgiram alarmes contra roubos e
    furtos de automóveis , motos e residências, ou
    das refeições prontas ou semi-prontas em função
    da maior participação da mulher no mercado de
    trabalho

75
Cont.
  • Busca de outras aplicações, para algum tipo de
    solução tecnológica, mercadológica, inovação,
    etc. como por exemplo na comercialização de
    equipamentos para ginástica na própria
    residência, do personal trainner, das verduras e
    legumes pré-lavados e acondicionados em
    embalagens adequadas, nos home offices, nos
    homebased business
  • Exploração de hobbies, são raros os hobbies que
    não geram oportunidades, como as escolinhas de
    futebol, de vôlei, as academias de tênis e muitas
    outras

76
Cont.
  • Lançamento de moda, oportunidade de negócio
    baseada no lançamento de uma moda ou no modismo
    são encontradas quando de buscam ideias originais
    que podem encantar grande número de demandantes,
    Exemplos podem ser materializados nos parques
    temáticos(Beto Carrero em Santa Catarina, Beach
    Park no Ceará), no turismo ecológico que
    transformou antigas propriedades rurais em
    centros de lazer e repouso, Np cotidiano são
    vários os exemplos de modismos, alguns
    passageiros, outros duradouros, alguns bem
    sucedidos, outros fracassados, como os boliches,
    os cafés, as casas de pagode,as casas de chá, a
    patinação no gelo e muito mais

77
Cont.
  • Cópia do sucesso alheio, pode ser uma fórmula de
    sucesso, como no caso das unidades móveis de fast
    food, os chamados dogueiros, os mini-mercados, as
    próprias franquias entre outros
  • Derivação da ocupação atual, muitas vezes s
    oportunidades de negócio tem a ver com a ocupação
    atual de quem está pensando em dar início a um
    negócio próprio.Exemplos podem ser observados
    quando o chefe de uma revendedora de autos monta
    uma oficina mecânica, quando executivos
    aposentados de uma organização montam uma empresa
    de aconselhamento empresarial, empresa de
    software montada por um ex- analista de
    tecnologia de informação.

78
E aí?
  • Como é está tendo alguma ideia nunca pensada
    antes?
  • Para inibir ou minimizar os erros na escolha da
    oportunidade de negócio, o empreendedor deve
    levar em conta a sazonalidade, a conjuntura
    econômica, o controle governamental, a
    dependência de fornecedores e incerteza de
    custos, a dependência de clientes e a incerteza
    de preços, o ciclo de vida do produto, as
    mudanças que estão ocorrendo no segmento, os
    impactos da evolução da tecnologia, as barreiras
    de entrada.

79
Precisa saber mudar
  • Muitas vezes quando o negócio já está funcionando
    é preciso saber mudar e aprender a obter
    vantagens da mudança são necessidades
    estratégicas daqui para a frente. É importante
    saber onde estamos, para onde queremos ir e como
    vamos chegar lá, até mesmo planejando e
    executando estratégias e planos para o
    autoemprego (carreira solo).
  • Para alcançar o sucesso é preciso um toque
    pessoal que diferencie a atuação empresarial,
    caracterizando-se como uma combinação de Ciência
    Arte. O êxito em qualquer atividade requer
    competência, motivação e criatividade.

80
Empretec
  • O SEBRAE, criou um Projeto denominado de
    EMPRETEC, que trabalha as características do
    empreendedor, baseada em estudos de McClelland,
    que compreende três conjuntos Realização,
    Planejamento e Poder.
  • O Conjunto Realização tem a ver com a
    necessidade de realização que impele as pessoas a
    procurar desafios, que, normalmente, buscam o
    controle de fatores externos adversos, Significa
    a necessidade de fazer com que as coisas
    aconteçam. Compreende as seguintes atitudes

81
Cont.
  • Busca de Oportunidades e Iniciativa, tem a ver
    com realização de atividades antes que solicitem
  • Persistência, em face de dificuldades relevantes
    , persevera ou muda de estratégia com o propósito
    de superar desafios ou obstáculos
  • Correr Riscos Calculados, analisa alternativas,
    avalia os riscos de forma cuidadosa , atua para
    reduzir riscos e controlar resultados
  • Exigência de Qualidade e Eficiência, preocupa-se
    com a melhoria permanente, procurando agir com
    rapidez, com custos reduzidos e buscando padrões
    de excelência
  • Comprometimento , sacrifica-se pessoalmente, se
    necessário) para completar suas tarefas.

82
Planejamento
  • Já o conjunto Planejamento busca descobrir o que
    fazer e pensar no futuro, compreendendo as
    seguintes atitudes
  • Busca de Informações, procura de informações
    sobre os clientes, fornecedores e competidores
  • Estabelecimento de Metas, fixa metas a serem
    cumpridas e que devem ser escritas para aumentar
    a probabilidade de alcançá-la, para facilitar a
    inteligência de gestão e não ficar restrita à
    dedicação, para orientar para o futuro e para
    resultados, para incrementar a motivação e para
    reduzir o estresse do empreendedor
  • Planejamento e Monitoramento Sistemático,
    dividindo o trabalho de planejamento em partes
    menores e com prazos definidos.

83
Poder
  • Por fim o conjunto Poder, ou seja, a capacidade
    de influenciar terceiros para que façam o que
    quer, de gerar mudanças do jeito que espera e de
    conseguir cooperação e apoio, por meio das
    seguintes ações
  • Persuasão e Rede de Contatos, adotando caminhos
    de ação para influenciar terceiros, conseguir o
    apoio de pessoas influentes para alcançar seus
    objetivos e atua para manter e desenvolver sua
    rede contatos.
  • Independência e Autoconfiança , buscando
    autonomia quando na existência de restrições,
    manter suas decisões, mesmo que haja oposição,
    mostrando-se confiante na sua própria capacidade
    de superar desafios.

84
Detalhamento
  • Após identificar uma oportunidade no âmbito
    externo é necessário detalhar a opção, refletindo
    sobre por que os clientes vão querer o produto ou
    serviço ofertado quais necessidades os futuros
    clientes querem que sejam atendidas pelo novo
    negócio quais os grupos de cliente que procuram
    solução para aquelas necessidades e que
    tecnologia ou processo operacional deve ser usado
    para satisfazer as necessidades dos consumidores/

85
Panasonic
  • Konosube Matsushita,criador da marca Panasonic,
    tem alguns pensamento s que merecem reflexão, a
    saber
  • Parcerias e alianças A prosperidade da empresa
    depende muito de quanta compreensão se recebe das
    pessoas com as quais faz negócios.
  • Relacionamento com o cliente O serviço
    pós-venda e mais importante que a assistência
    pré-venda , é com este serviço que se consegue
    clientes permanentes.

86
Cont.
  • Ética Não venda produtos para os quais os
    clientes se sintam atraídos, venda-lhes aqueles
    que lhes trarão benefícios.
  • Qualidade Qualquer desperdício , mesmo de uma
    folha de papel, aumentará o preço do produto na
    mesma proporção.
  • Controle Falta de estoque é resultado de
    desleixo, se isso acontecer, peça desculpas ao
    cliente, anote seu endereço e diga-lhe que
    entregará o produto imediatamente.

87
Cont.
  • Cidadania A missão do empresário é combater a
    pobreza, para aliviar a sociedade, como um todo
    para trazer-lhe a riqueza, os negócios não foram
    destinados a enriquecer apenas os donos e
    acionistas, mas igualmente o resto da sociedade.

88
Concorda?
  • São temas de importante reflexão e de acordo com
    DEGEN, O sucesso não é fácil e, por isso mesmo
    não é para todos.
  • Assim, um negócio empresarial está a serviço de
    pessoas que o criam e das partes com as quais se
    relaciona. A empresa para ser bem sucedida,
    precisa considerar nas suas atividades, os
    interesses das partes no desempenho do mesmo e do
    ambiente em que opera,conciliando o aspecto
    econômico com o social, a saber

89
Partes interessadas
  • Acionistas e proprietários lucros e realização
    pessoal
  • Clientes satisfação, credibilidade e fidelidade
  • Força de trabalho remuneração, oportunidades de
    crescimento, qualidade de vida e harmonia
  • Fornecedores e parceiros adimplência, satisfação
    e credibilidade
  • Comunidade e sociedade preservação do meio
    ambiente, qualidade de vida, trabalho e emprego,
    pagamento de impostos e taxas, desenvolvimento
    econômico e social melhor distribuição de renda.

90
Franquias
  • Franchising , termo de origem inglesa, traduzido
    como franqueamento, que é o ato de conceder
    franquias de um negócio, caracterizando-se por um
    relacionamento comercial regulamentado
    legalmente.
  • Franqueador , detentor do direito de conceder
    franquias , com cessão do uso da marca, logotipo,
    técnicas de operação, gestão e marketing
    objetos da franquia para operação de terceiros
    de acordo com o formato de franchising.
  • Franqueado, pessoa ou grupo de pessoas físicas ou
    jurídicas, que mediante pagamentos diretos ou
    indiretos , tem o direito de explorar o
    compartilhamento do negócio.

91
Cont.
  • Master Franquia, ocorre quando o franqueador
    autoriza o franqueado a repassar a marca e/ou o
    método de trabalho para ampliar a rede e acontece
    com franquias estrangeiras e no caso de nacionais
    quando o franqueador nacional adota agrupamentos
    regionais.
  • Circular de Oferta de Franquia, documento que
    contém todas as informações sobre a empresa
    franqueadora, seus proprietários, o conceito da
    franquia e a rede franqueados, Deve obedecer os
    ditames da Lei do Franchising.

92
Cont.
  • Royalties, taxa paga regulamente pelo franqueado
    ao franqueador, baseado, normalmente, em
    percentual sobre o faturamento ou embutida na
    compra de produtos, que o franqueador deve fazer
    como disposto Np contrato estabelecido
    legalmente.
  • Taxa de franquia, taxa paga pelo uso da marca.
  • Taxa de publicidade, taxa normalmente dividida
    entre os franqueados de determinada marca e
    recolhida pelo franqueador para realização de
    campanhas publicitárias.

93
Cont.
  • O franchising, tem contribuído para a expansão
    dos negócios em vários setores. Alguns cuidados
    devem ser tomados e expostos a seguir.
  • Optar por franquias pode significar riscos
    menores. A primeira pergunta que deve ser
    respondida é procurar informações sobre como
    funciona uma franquia, o que acontece quando o
    empreendedor quiser desistir do empreendimento,
    quais as obrigações do franqueado e qual a
    estrutura do franqueador. É importante verificar
    se o seu perfil é adequado para atuar como
    franqueado , sem perder a motivação, pois a
    liberdade é menor do que tocar um negócio
    próprio, pois tem procedimentos a serem seguidos.

94
Perfil
  • No caso do seu perfil tiver consistência com o
    negócio franquia é preciso verificar a sua
    afinidade como o segmento que vai atuar.
  • Pergunte sobre a rotina do trabalho, em que dias
    da semana ela opera e checar se está de acordo
    com sua disposição.
  • Procure selecionar o negócio em termos de
    investimento, adequação à região ou mesmo
    adequação do produto a sua forma de trabalhar.

95
Limitações
  • Precisa ser hábil ao lidar com as pessoas e ter
    capacidade para seguir regras. O investimento
    inicial é um dos fatores determinantes para
    escolher um tipo de franquia. O valor divulgado
    pelos franqueadores normalmente contempla o
    necessário para implantar o negócio. É
    responsabilidade do franqueado ter uma reserva
    para se manter nos meses seguintes até o negócio
    começar a ser sustentável. O retorno do
    investimento pode variar muito com as
    características e a localização de cada ponto.
    Buscar financiamento de terceiros é preciso
    cautela em função do nível de endividamento e a
    capacidade de retorno do negócio.

96
Seleção
  • Selecione algumas marcas de franquias compatíveis
    com seus anseios e conheça o nível de formatação.
    Verifique se a franquia tem lojas próprias,
    busque informações sobre as projeções
    financeiras, como capacita os seus franqueados e
    seus colaboradores e quais as estratégias de
    marketing e gestão adotadas. Procure outros
    franqueados da marca , faça perguntas, verifique
    o grau de satisfação com o negócio e com o
    franqueador, a situação financeira, o prazo de
    retorno, a aceitação pelo mercado e reflita, se
    pertinente procure a ajuda profissional de um
    consultor especializado na área.

97
Decida com calma
  • Decida com calma, para não tomar uma decisão
    errada.
  • Agende conversas com marcas de interesse.
  • Quando visualizar uma luz no túnel, antes de
    tomar a decisão final, fale com sua família, pois
    vai precisar muito desse apoio.
  • Se precisar de informações complementares
    consulte www.portaldofranchising.com.br ç

98
Incubadoras
  • Segundo a ANPROTEC (2012) as incubadoras de
    empresas no Brasil têm história recente,
    começaram a ser criadas a partir de uma
    iniciativa do CNPq, na década de 1980, de
    implantação do primeiro Programa de Parques
    Tecnológicos no País. Essa iniciativa, que semeou
    a noção de empreendedorismo inovador no Brasil,
    desencadeou o surgimento de um dos maiores
    sistemas mundiais de incubação de empresas.
    Inicialmente, as incubadoras estavam focadas
    apenas em setores intensivos em conhecimentos
    científico-tecnológicos, como informática,
    biotecnologia e automação industrial

99
Cont.
  • Habitualmente denominadas incubadoras de empresas
    de base tecnológica, ou incubadoras tecnológicas,
    tinham como propósito, assim, a criação de
    empresas com potencial para levar ao mercado
    novas ideias e tendências tecnológicas.
  • Atualmente, também têm o propósito de contribuir
    para o desenvolvimento local e setorial.

100
Atuação
  • De acordo com a pesquisa da ANPROTEC , feita em
    2012 as incubadoras atuam com
  • Disponibilização de espaço cedido, mediante taxa
    de uso a pequenas empresas emergentes
  • Oferecimento de serviços básicos (limpeza,
    secretaria) e de serviços de capacitação e apoio
    (consultorias em gestão, comercialização e
    desenvolvimento)
  • Objetivos de criação de empregos e dinamização da
    economia, ausência de fins lucrativos na maioria
    dos casos.

101
Onde atuam
  • Em termos de base de atuação incubadoras em
    atividade no país estão distribuídas da seguinte
    forma
  • Tecnologia 40
  • Tradicional 18
  • Mista 18
  • Cultural 02
  • Social 07
  • Agroindustrial 07
  • Serviços 08.

102
Tipos
  • São 384 incubadoras no país, com 2.640 empresas
    incubadas, empregando 16.934 pessoas,
    classificadas em
  • Incubadoras de economia solidária
  • Incubadoras de base tecnológica
  • Incubadoras de empresas com produtos e
    tecnologias tradicionais.

103
Expectativas
  • Ajuda na busca de financiamentos, auxílios,
    capital de risco Elaboração e revisão de planos
    de negócios
  • Apoio à participação em feiras e mostras
    Networking com outros empresários
  • Consultoria para desenvolvimento de novos
    produtos
  • Pesquisa de mercado Serviços jurídicos
  • Capacitação empresarial Assessoria de
    comunicação
  • Assessoria para comercialização
  • Design e programação visual,

104
Objetivos
  • Os objetivos mais citados pelas incubadoras que
    responderam a pesquisa foram
  • Dinamização da economia local
  • Criação de spin-offs
  • Dinamização de setor específico de atividade
  • Inclusão socioeconômica
  • Geração de emprego e renda

105
Incubar
  • Incubar significa manter sob condições
    prescritas e controladas, um ambiente favorável
    para o desenvolvimento empresarial.
  • Participam das incubadoras, por meio de processo
    seletivo, empresários potenciais, que pretendem
    iniciar uma atividade nova, como também,
    empresários efetivos com negócio já em andamento
    que precisam de tal tipo de suporte.
  • Muitas empresas de grande porte desenvolvem seus
    fornecedores em incubadoras.
  • Uma incubada não pode ficar de forma permanente
    na incubadora, tem um prazo para liberar o
    espaço e transferir-se para um endereço próprio
    ou locado.

106
Etapas
  • Na incubadora a empresa, normalmente, passa por
    quatro etapas
  • Implantação, quando ocorre o início da empresa e
    ele consegue ser aceita
  • Crescimento, é a etapa de iniciar a produção ou
    execução do serviço, homologar o produto/serviço,
    comercializar e atingir os seus objetivos.
  • Consolidação, com a empresa fortalecendo o
    negócio, com a integração de todas as funções
  • Maturidade, é a etapa de concluir o processo de
    incubação e saída da incubadora,

107
Mais detalhes
  • consulte www.anprotec.org
  •  

108
Spin 0ff
  • Esta forma de desenvolvimento empreendedor teve
    sua origem na França e vem sendo explorada em
    nível mundial. Os conceitos desenvolvidos neste
    trabalho estão baseados num estudo de FILLION
    (2002).
  • Na sua forma mais simples, o spin-off de empresas
    pode ser concebido como
  • um conjunto de atividades implementadas por uma
    empresa, a fim de ajudar um de seus assalariados,
    um de seus aposentados ou um grupo de empregados
    ou aposentados, interessados em criar uma nova
    empresa.

109
Formatação
  • A empresa pode ser na condição de fornecedor,
    como a PPA (fábrica de portões automáticos de São
    Paulo) adotou, utilizando a estrutura de
    incubadora de Garça para criação e
    desenvolvimento da nova empresa.
  • Outra formatação é a nova empresa atuar na
    condição de cliente adquirindo matéria prima e
    produzindo produtos para o mercado e que pode
    nascer e crescer, utilizando a estrutura de uma
    incubadora.

110
Cont.
  • Outro formato foi observado na incubadora de Rio
    Claro, quando a Tigre na área de plásticos deixou
    de fabricar um determinado produto e tirou da
    linha de produção, mas por exigência legal não
    podia parar de atender o mercado consumidor por
    alguns anos, passou essa responsabilidade para
    aposentado que passou a desenvolver ferramentas
    específicas, para continuar produzindo essas
    peças durante o prazo legal, para continuar
    chegando ao cliente via Tigre.

111
Conceitos
  • Assim, essa nova categoria de formação de
    empreendedores, usa dois conceitos
  • De empresamãe, apoiando um empregado com um
    conjunto de atividades, variáveis de um contexto
    a outro, mas que comportam, mais frequentemente,
    uma ajuda técnica, aconselhamento de negócios,
    direção e gestão e às vezes, suporte financeiro.
  • De empresa derivada ou spin-off ( em inglês), ou
    seja, a empresa que se beneficiou de um apoio da
    parte de sua empresa de origem.

112
Vantagens para a empresa mãe
  • Melhor posição para reagir às turbulências
    ambientais
  • Concentração dos recursos sobre as atividades de
    maior valor agregado Exploração de produtos,
    tecnologias e outros ativos inativos
  • Expansão do rol de produtos e serviços ofertados
  • Exploração de novos mercados
  • Compartilhamento dos riscos Crescimento do
    poder de negociação junto aos fornecedores
  • Ganhos de produtividade e de flexibilidade
    organizacional Economias de escala

113
Cont.
  • Redução de custos de componentes
  • Contribuição à criação de empregos
  • Preservação de empregos
  • Valorização de imagem (papel social)
  • Emergência de uma cultura empreendedora
  • Rotatividade do pessoal
  • Possibilidade de atrair os melhores talentos em
    um mercado competitivo.

114
Empresa derivada
  • Compartilhamento de riscos Parceria exclusiva
    como fornecedor (contrato firme)
  • Empréstimos da empresa-mãe e facilidades de
    pagamento Apoio logístico Aconselhamento em
    gestão Acesso aos recursos necessários para seu
    desenvolvimento Acesso à informação estratégica
    e de concorrência Aprendizagem rápida em matéria
    de métodos e procedimentos Efeitos de halo da
    empresa-mãe e em alguns casos, de sua reputação
    Rentabilidade atingida mais rapidamente

115
Criador
  • Para o criador que viabiliza o interesse de uma
    empresa-mãe os pontos positivos são
  • Integração nas redes de negócios
  • Aprendizagem rápida em gestão, em direção de
    empresa e no . que concerne à prática dos
    negócios
  • Confiança aumentada Realização de si mesmo
  • Maneira de evitar o isolamento, próprio aos
    criadores e dirigentes de pequenas empresas
  • Maneira de permanecer ativo depois de uma
    aposentadoria obrigatória prematura.

116
Benefícios maiores
  • E a sociedade se beneficia por meio da criação de
    empresas, de empregos e de riquezas, de uma nova
    dinâmica econômica local e regional,
    possibilidade de redução ou estabilidade
    tributária, desenvolvimento de dinâmicas
    empresariais, criação de modelos inspiradores
    para os jovens e para a educação e consolidação
    da geração de empregos em regiões mais atrasadas.

117
Desvantagens
  • Para a empresa-mãe o lado negativo está na perda
    de empregados empreendedores e criativos e perdas
    financeiras, associadas a certos projetos
    arriscados, se a empresa-mãe se compromete
    financeiramente.
  • Os aspectos negativos para as empresas derivadas
    tem a ver dependência demasiada, com relação à
    empresa-mãe. fragilidade e ruptura da relação com
    a empresa de origem e dificuldade, e mesmo
    impossibilidade, de fazer evoluir a relação de
    uma verdadeira partilha de interesses e poder.

118
Empreendedor corporativo
  • O termo intraempreendedor (tradução do Inglês -
    intrapreneur) foi cunhado
  • por Gifford Pinchot (1989) para designar o
    empreendedor interno ou mais recentemente
    denominado de empreendedor corporativo.
  • O empreendedor corporativo a partir de uma ideia,
    com os recursos da organização onde trabalham ,
    dedicam-se a transformá-la em um produto ou
    serviço de sucesso.

119
Cont.
  • O empreendedor corporativo a partir de uma ideia,
    com os recursos da organização onde trabalham ,
    dedicam-se a transformá-la em um produto ou
    serviço de sucesso.
  • Esta capacidade intra empreendedora consegue
    materializar inovações onde atuam.
  • O empreendedor, normalmente, é um indivíduo que
    abre um negócio próprio, entra no mercado como
    empresário e criador de empregos e o
    intraempreendedor também é um empreendedor
    trabalhando para um terceiro, com pequenas
    diferenças entre os dois tipos. Em alguns
    situações essas diferenças podem ser
    imperceptíveis.

120
Sonho em realidade
  • O intraempreendedorismo é um sistema
    revolucionário para acelerar as inovações dentro
    de grandes empresas, através de um uso melhor dos
    seus talentos empreendedores. ...
  • Os intraempreendedores são os integradores que
    combinam os talentos dos técnicos e dos elementos
    de marketing, estabelecendo novos produtos,
    processos e serviços. (Pinchot III, 1989).
  • Os intraempreendedores são todos os sonhadores
    que realizam
  • São aqueles que assumem a responsabilidade pela
    criação de inovações de qualquer espécie dentro
    de uma organização.
  • O intraempreendedor pode ser o criador ou o
    inventor, mas é sempre o sonhador que concebe
    como transformar uma ideia em uma realidade
    lucrativa (Pinchot III, 1989).

121
Mandamentos
  • PINCHOT (1989), em sua obra pioneira estabeleceu
    os mandamentos desse personagem
  • Primeiro mandamento Vá para o trabalho a cada
    dia disposto a ser demitido
  • Segundo mandamento Evite quaisquer ordens que
    visem interromper seu sonho
  • Terceiro mandamento Execute qualquer tarefa
    necessária a fazer seu projeto funcionar, a
    despeito de sua descrição de cargo
  • Quarto mandamento Encontre pessoas para ajudá-lo

122
Cont.
  • Quinto mandamento Siga sua intuição a respeito
    das pessoas que escolher e trabalhe somente com
    as melhores
  • Sexto mandamento Trabalhe de forma clandestina o
    máximo que puder a publicidade aciona o
    mecanismo de imunidade da corporação
  • Sétimo mandamentoNunca aposte em uma corrida, a
    menos que esteja correndo nela
  • Oitavo mandamento Lembre-se de que é mais fácil
    pedir perdão do que pedir permissão
  • Nono mandamento Seja leal às suas metas, mas
    realista quanto às maneiras de atingi-las
  • Décimo mandamento Honre seus patrocinadores.

123
Tipos de executivos
  • Nas organizações de acordo com VERAS (1999) podem
    ser encontrados sete perfis básicos de
    profissional e que este autor atualizou em termos
    de nominação de cada perfil
  • Executivo Empreendedor comunica-se de forma
    direta e dá importância aos resultados. Está
    preparado para enfrentar resistência a suas
    ideias e para pressionar para o cumprimento de
    prazos. Tem iniciativa, imaginação e facilidade
    em decidir. É competitivo, autoconfiante e
    arrojado.

124
Cont.
  • Executivo independente rápido e capaz de motivar
    sua equipe, o gerente é comunicativo. Tem
    capacidade para enfrentar desafios e
    flexibilidade para mudar. É autoconfiante,
    entusiasmado, competitivo, motivado e tem
    facilidade em delegar funções.
  • Executivo Vendedor enfrenta, em geral, ambientes
    de altíssima concorrência, o que lhe exige
    persistência, rapidez e capacidade de motivar os
    outros. Faz contatos com facilidade e tem a
    capacidade de convencer. É objetivo, arrojado,
    ativo e competitivo.

125
Cont.
  • Executivo Promotor Promotor autoconfiante, é
    hábil em fazer contatos, influenciar e persuadir.
    Não demonstra facilidade para fechar negócios nem
    para práticas administrativas.
  • Executivo Administrativo é sistemático e tem
    grande capacidade de concentração. Atua com
    facilidade na operação de equipamentos,
    compilação de fatos e outras tarefas
    especializadas. É metódico, previsível,
    autodisciplinado, lógico, cuidadoso, diplomático
    e convencional.
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