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Diapositivo 1

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Avg rating:3.0/5.0
Date added: 3 September 2018
Slides: 24
Provided by: a962
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Transcript and Presenter's Notes

Title: Diapositivo 1


1
Código Deontológico
2
Deontologia Deontologia foi introduzida em 1834
por Jeremy Bentham, para referir-se ao ramo da
ética cujo objecto de estudo são os fundamentos
do dever e as normas morais. A deontologia
fundamenta-se em dois conceitos que lhe dão
sustentação a razão prática e a liberdade. Agir
por dever é o modo de conferir à acção o valor
moral, por sua vez a perfeição moral só pode ser
atingida por uma vontade livre.
3
O que é a ética?
  A ética está presente em todas as raças. Ela é
um conjunto de regras, princípios ou maneira de
pensar e expressar. Ética é uma palavra de origem
grega com duas traduções possíveis costume e
propriedade de carácter.    
Ética é algo que Todos precisam ter. Alguns
dizem que têm. Poucos levam a sério. Ninguém
cumpre à risca (Vanderlei Barros Rosas)
4
O que é ser ético? Ser Ético é proceder bem, sem
prejudicar os outros, é estar tranquilo com a
consciência pessoal. Ética é tudo que envolve
integridade, é ser honesto em qualquer situação,
é ter coragem para assumir os erros e decisões,
ser tolerante e flexível, é ser humilde, ou seja,
é ter a consciência " limpa".
5
O que é a ética profissional?
Um profissional deve saber diferenciar a Ética da
moral e do direito pois a ética não estabelece
regras concretas. A moral estabelece regras para
garantir a ordem independente de fronteiras
geográficas. O direito estabelece as regras de
uma sociedade delimitada pelas fronteiras do
Estado. Ás vezes as propostas da  ética podem
parecer justas ou injustas.
6

Quando escolhemos a nossa profissão, passamos a
ter deveres profissionais obrigatórios. Os jovens
quando escolhem a sua carreira, escolhem pelo
dinheiro e não pelos deveres e valores. Ao
completar a formação em nível superior, a pessoa
faz um juramento, que significa seu
comprometimento profissional.
7
Como ser um profissional ético?
Um profissional ético tem de ser bom, correcto,
justo e adequado. Além de ser individual,
qualquer decisão ética tem por trás valores
fundamentais. Eis algumas das principais 1. 
Ser honesto em qualquer situação - é a virtude
dos negócios 2.  Ter coragem para assumir as
decisões - mesmo que seja contra a opinião
alheia 3.  Ser tolerante e flexível - deve-se
conhecer para depois julgar as pessoas 4.  Ser
íntegro - agir de acordo com seus princípios 5. 
Ser humilde - só assim conseguimos reconhecer o
sucesso individual.
8
Código Deontológico
Capitulo IEM RELAÇÃO A SI PRÓPRIA E ÀS SUAS
FUNÇÕES
Artigo 1º Avaliar a sua competência e
limitações, recorrendo, sempre que necessário, a
conselho e apoio apropriados e qualificados.
Artigo 2º Aproveitar todas as oportunidades
razoáveis para melhorar a sua capacidade,
competência e comportamento profissionais, não
descurando a cultura geral, o desenvolvimento da
personalidade e o fortalecimento do carácter
através de contactos e apoios apropriados e
qualificados e do aproveitamento de acções de
formação, reciclagem e aperfeiçoamento
profissional.
Artigo 3º Não aceitar cargo ou tarefa que sinta
não poder conscientemente assumir ou desempenhar.
9

Artigo 4ºAssumir integralmente a
responsabilidade das suas decisões e acções, de
modo a inspirar completa confiança a todos os
membros da equipa em que se integra prestando
contas dos seus actos em bases preestabelecidas e
aceitando as suas consequências.
Artigo 5º Utilizar devidamente, com
discernimento e com legítimo sentido de
produtividade, os seus conhecimentos, a sua
experiência e os meios e recursos postos à sua
disposição.
Artigo 6º Tomar em consideração, na prossecução
das suas legítimas ambições profissionais, os
interesses dos outros, da Empresa ou Organismo e
os da Sociedade em geral.
10

Artigo 7º Comportar-se e pronunciar-se com
veracidade e sensatez, não se envolvendo em actos
que possam afectar a sua imagem pessoal ou a
imagem da Secretária Profissional.
Artigo 8º Manter o sigilo profissional em
relação a todos os domínios considerados
reservados ou confidenciais.
Artigo 9º Privilegiar a lealdade à organização,
o sigilo profissional, a assiduidade, a
disciplina e a produtividade, como valores
fundamentais para o estabelecimento e a
manutenção de sãs relações no trabalho.
Artigo 10º Não utilizar de forma abusiva ou em
benefício próprio o poder inerente à sua posição
na Empresa ou Organismo em que trabalha.
11
CAPÍTULO IIEM RELAÇÃO AOS COLEGAS DE TRABALHO
  • Artigo 11º
  • Contribuir para que todos os colegas de trabalho
    estejam conscientes dos seus direitos e deveres,
    em relação a si próprios, aos outros e à Empresa
    ou Organismo, promovendo o respeito pela
    dignidade da pessoa humana em todas as
    circunstâncias em que o possa fazer.

Artigo 12º Encorajar e contribuir de forma
activa para a valorização pessoal e profissional
dos colegas de trabalho, prestando orientação,
auxílio e conselho, sempre que pressinta
audiência para tal e esteja ao seu alcance
fazê-lo.
Artigo 13º Transmitir activamente e em especial
pelo exemplo as formas de comportamento e as
técnicas de trabalho às colegas Secretárias
principiantes.
12
  • Artigo 14º Dedicar a atenção devida às
    condições e ao ambiente de trabalho que possam
    afectar a saúde, segurança, bem estar psicológico
    e fisiológico, e eficácia no trabalho.

Artigo 15º Comunicar e transmitir com a maior
clareza e objectividade em todos os sentidos
ascendente, descendente e horizontal. Promover
boas relações de trabalho e actuar por forma a
minimizar os mal entendidos.
Artigo 16º Tomar em consideração, sempre que
seja devido e lhe incumba, ideias, sugestões,
problemas e necessidades dos outros.
Artigo 17º Promover o exercício da liberdade com
responsabilidade no trabalho, o desenvolvimento
da personalidade, a formação do carácter, o
sentido da eficiência e da autodisciplina, nas
relações de trabalho.
13
CAPÍTULO IIIEM RELAÇÃO À EMPRESA OU ORGANISMO EM
QUE TRABALHA
  • Artigo 18º Empenhar lealmente o melhor da sua
    competência, experiência e capacidade na
    prossecução dos objectivos da Empresa ou
    Organismo e na promoção do seu desenvolvimento e
    da sua imagem, mediante uma actuação sensata,
    sistematizada e perseverante, de acordo com as
    políticas, orientações basilares e normas
    internas em vigor.

Artigo 19º Não se envolver em qualquer tipo de
actividade que possa pôr em risco o desempenho da
sua acção profissional na Empresa ou Organismo,
dando conhecimento à chefia de interesses
pessoais que possam colidir explícita ou
implicitamente com os interesses da Empresa ou
Organismo.
Artigo 20º Zelar pela correcta utilização e
manutenção de instalações, equipamentos,
materiais e processos à sua disposição e não
utilizar esses meios ao serviço próprio a não ser
de acordo com autorizações expressas.
14
  • Artigo 21º Agir sempre com recta intenção e
    discernimento de julgamento, inclusivamente em
    eventuais situações de conflitos de interesses
    decorrentes do facto de ser membro de uma
    associação profissional, particularmente da ASP.

Artigo 22º Ser fiel ao compromisso explícito ou
implícito de manter sigilo profissional em
relação a todos os domínios considerados
reservados ou confidenciais pela Empresa ou
Organismo em que trabalha.
15
CAPÍTULO IVEM RELAÇÃO AOS CLIENTES E
FORNECEDORES DA EMPRESA OU ORGANISMO
  • Artigo 23º Privilegiar a clareza e a
    objectividade na comunicação, de modo a preservar
    uma permanente relação de respeito e confiança
    mútuos.

Artigo 24º Proporcionar igualdade de tratamento
e de oportunidades e rejeitar qualquer
envolvimento pessoal em medidas ou actuações que
possam afectar o princípio da livre concorrência.
16
CAPÍTULO VEM RELAÇÃO À COMUNIDADE
  • Artigo 25º Actuar de acordo com a consciência
    do sentido de responsabilidade e de solidariedade
    sociais da Empresa ou Organismo em que trabalha,
    tendo sempre presente a envolvente sócio-cultural
    que enquadra a actividade da Secretária
    Profissional.

Artigo 26º Contribuir para que o processo de
comunicação da Empresa ou Organismo com a
Comunidade seja idóneo, transparente e contínuo.
17
  • Artigo 27º Estar disponível para pôr ao serviço
    do Bem Comum a influência e os conhecimentos
    próprios da Secretária Profissional, promovendo o
    desenvolvimento na justiça e na solidariedade
    social.

Artigo 28º Cumprir esclarecidamente a Lei e
respeitar a Moral, usos e costumes legítimos
vigentes no local em que se situa a Empresa ou
Organismo em que trabalha.
18
CAPÍTULO VIEM RELAÇÃO À ASP
  • Artigo 29º Contribuir de todas as formas
    viáveis para o engrandecimento e o prestígio da
    ASP, correspondendo dentro das possibilidades às
    solicitações que sejam feitas pela Associação.

19
PRINCIPIOS DE CARÀCTER GERAL
Dignidade O (a) secretário (a) deve-se abster de
qualquer comportamento que pressuponha infracção
ou descrédito e desempenhar o exercício da sua
profissão com honra e dignidade
Integridade Deve agir com honradez, lealdade e
boa fé
Sigilo profissional Deve observar rigorosamente
o princípio de confidencialidade nos factos e
notícias que conhecer por razões ligadas ao
exercício da sua profissão.
20
OBRIGAÇÕES PROFISSIONAIS ESPECÍFICAS Do sigilo
profissional O sigilo profissional é um direito
que apoia o exercício da profissão de secretário
(a), sem esquecer que existem leis que o
protegem. O sigilo profissional não deve entrar
em conflito com a lealdade à entidade para a qual
trabalha o (a) secretário (a), que deve
corresponder à confiança que o seu superior
deposita nele (a) ao confiar-lhe e partilhar com
ele (a) informação confidencial. Por isso, deve
comunicar ao seu superior qualquer informação que
possa prejudicá-lo ou beneficiá-lo a ele próprio
ou à entidade para a qual trabalha. Os limites
desta divulgação são marcados pelo sentido de
lealdade e pela integridade que conformam o
perfil pessoal do (a) secretário (a).
21
Relações com os colegas A discrição é um
elemento específico nas relações externas do (a)
secretário (a) é o fundamento essencial da sua
capacidade de salvaguarda do sigilo profissional.
O que para outros membros do colectivo podem ser
leves faltas de respeito ou problemas de
convivência (comentários de desprezo para com
colegas, comentários ofensivos ou duvidar
publicamente da qualidade técnica de um
superior), para o (a) secretário (a) é algo que
está vinculado ao seu comportamento
profissional. É obrigação de qualquer secretário
(a) oferecer a sua colaboração a todos os seus
colegas, quando a sua intervenção for necessária,
para que não se produzam atrasos no trabalho e
não se prejudique o funcionamento normal da
entidade onde presta os seus serviços.
22
Relativamente à sua profissão O (a) secretário
(a) deve cultivar as suas capacidades e
actualizar os seus conhecimentos, a fim de que o
seu trabalho seja feito com o mais alto nível de
rendimento. O (a) secretário (a) deve abster-se
de realizar qualquer prática que possa prejudicar
a reputação da sua profissão. Deve ter
consciência de que representa um colectivo que
tem obrigação de defender e de enaltecer. Deve
fazer com que se respeite o Código Deontológico
da sua profissão.
23
Fim
Trabalho elaborado por
Cândida Carneiro nº4 Sara Gonçalves nº16 Susana
Carneiro nº18 Tânia Silva nº21
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