Diapositivo 1 - PowerPoint PPT Presentation

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Diapositivo 1

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Diapositivo 1 – PowerPoint PPT presentation

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Transcript and Presenter's Notes

Title: Diapositivo 1


1
(No Transcript)
2
GRUPO CONTRA
Serão os actuais modelos de avaliação e
gestão de risco correctos?
3
POSIÇÃO PRÓ-ACTIVA
  • Tomámos como base para o nosso trabalho o
    relatório para harmonização dos procedimentos de
    avaliação de risco, elaborado pela Comissão
    Europeia.
  • Não refutamos de todo o(s) modelo(s) actualmente
    empregues.
  • Lacunas e áreas de intervenção nas quais não há a
    sua aplicabilidade.
  • Propostas.

4
O CICLO DO RISCO
Formulação do questionário para a gestão de risco
Identificação do(s) Problema(s)
Análise de Risco
Decisão da gestão
Comunicação de risco
Gestão de risco
Avaliação de risco
  • Implementação
  • Vigilância/Monitorização
  • Revisão contínua

5
IDENTIFICAÇÃO DO(S) PROBLEMA(S)
  • Efectuada por vários indicadores como
  • Investigação científica
  • Estudos de vigilância epidemiológica
  • Monitorização biológica e ambiental
  • Testes laboratoriais
  • No entanto, muitas vezes, é efectuada por
    entidades e/ou organizações externas (media,
    ONGs, etc.).
  • Abordagem não científica.

6
IDENTIFICAÇÃO DO(S) PROBLEMA(S)
  • Muitas vezes, a investigação é restringida pela
    legislação.
  • Não se procura o real problema, mas sim os
    problemas para os quais a legislação aponta.

7
FORMULAÇÃO DO QUESTIONÁRIO PARA A GESTÃO DE RISCO
  • É extremamente importante.
  • Constitui a base para escalonar o perigo e
    determina as prioridades de avaliação e gestão de
    risco.
  • Selecção da melhor estratégia de avaliação de
    risco pela sua uniformização segundo linhas
    gerais.
  • Promover a interligação e intercomunicação entre
    os diferentes grupos envolvidos no processo.

8
AVALIAÇÃO DE RISCO
Caracterização do perigo
Identificação do perigo
Caracterização do risco
Avaliação de exposição
9
Identificação do perigo
  • 1º passo do processo de Avaliação de Risco.
  • Considerações da Identificação do Perigo
  • Identificar e caracterizar convenientemente
    fonte(s) de risco (em consideração a químicos e
    microorganismos).
  • Determinar qual o(s) efeito(s)/evento(s) para
    alvos potenciais (humanos, outras espécies,
    compartimentos ambientais).
  • Examinar se os procedimentos experimentais e/ou
    estudos de campo são os apropriados.
  • Estabelecer o que é um efeito adverso
    significativo.

10
Identificação do perigo
  • Principal objectivo efeitos em Humanos.
  • Avaliações de impacto no Ambiente têm vindo a
    aumentar.
  • Ambas as vertentes têm muito em comum, sua
    integração altamente desejável.
  • Para alguns produtos não existem requerimentos
    legais para avaliação de risco ambiental (Ex
    Drogas Veterinárias em relação a pequenos
    animais).

11
Identificação do perigo
  • Em relação a químicos
  • Composição química da fonte de risco de interesse
    deve ser a mesma para todos os fins práticos em
    que é utilizada.
  • Problemática da forma química e/ou física poder
    modificar-se por influencias químicas ou
    bióticas.
  • Perigo que, o que seja medido seja assumido como
    sendo o agente causal, enquanto o efeito pode
    ser, ou por outra fonte de risco ou por
    combinação de fontes de risco.

12
Identificação do perigo
  • Em relação a químicos
  • Metodologias e estratégias de testes.
  • Futuros desenvolvimentos de testes de
    Identificação de Perigo.
  • Influência de avanços na ciência da biologia
    molecular e por factores socio-económicos.
  • Forças externas orientadas em sentidos opostos.
  • Tentar diminuir a sua influência ou dirigi-las
    numa mesma direcção.

13
Identificação do perigo
  • Em relação a químicos
  • Propostas para futuras investigações de
    Identificação do Perigo
  • Desenvolvimento de bases de dados aperfeiçoadas.
  • Métodos não-invasivos.
  • Testes com finalidades mais específicas.
  • Melhor integração de estudos in vivo e in vitro.
  • Técnicas analíticas mais sensíveis.
  • Melhor observação da fonte de risco (ex em
    estudos de campo, investigações epidemiológicas).

14
Identificação do perigo
  • Em relação a microorganismos
  • Baseada na análise de variedade de dados que pode
    estender-se de análises laboratoriais a
    observações clínicas e informação epidemiológica.
  • Bem documentada, requerimentos mínimos.
  • Chave para correcta Identificação do Perigo
  • disponibilidade de dados de Saúde Pública (ou
    animal).
  • Necessidade de desenvolvimento e melhoramento de
    estudos etiológicos, sistemas de vigilância,
    métodos analíticos.
  • Estratégias apropriadas para este alvo.

15
Avaliação de exposição
  • Análise qualitativa e quantitavia de um agente
    que possa estar presente num cenário e a e
    inferência da sua possível consequência para com
    uma população de risco.
  • Não há uma avaliação integrada da exposição.
  • Melhoramento das bases de dados para a exposição.
  • Harmonização dos programas de vigilância e
    monitorização
  • Validação uniforme
  • Estrutura rígida não permite incluir parâmetros
    e/ou substâncias adicionais
  • Maior comparatibilidade.

16
Caracterização do perigo
  • Descrição qualitativa e se possível quantitativa
    do(s) perigo(s) inerente ao agente.
  • Etapas na caracterização do perigo
  • Determinação da relação dose/resposta para cada
    efeito crítico (modelos experimentais in vivo /
    in vitro)
  • Identificação das espécies, raças ou linhas mais
    sensíveis e sua comparação
  • Caracterização dos mecanismos de acção
  • Extrapolações de exposição intra-espécie e
    inter-espécie

17
Caracterização do perigo
  • Inexactidão do limiar de segurança (thershold)
    como consequência da utilização de dados pouco
    rigorosos
  • Aumento do grau de incerteza
  • Melhoramento dos modelos matemáticos para
    extrapolação da dose/efeito em químicos e
    microorganismos
  • Discussão do efeito hormesis
  • Revisão dos factores de extrapolação
    inter-espécies e a sua justificação científica

18
Caracterização do risco
  • Em principio com uma boa avaliação da exposição
    do perigo e com uma boa base de dados que cubra
    esta, a caracterização do risco é relativamente
    fácil.
  • Factores de inocuidade aplicados com a natureza
    da base de dados classificação de risco
    menor ou maior consoante o nível de informação
    dísponivel
  • Revisão dos factores de inocuidade e grupos
    sensíveis para a caracterização do risco.

19
Caracterização do risco
  • Melhor clarificação e distinção entre níveis de
    exposição sem efeitos adversos e niveis de
    exposição aceitaveis.

20
Conclusões
  • Imperativo a harmonização da avaliação de risco
    face à crescente globalização
  • Termos científicos
  • Modelos
  • Base de dados
  • Base de dados de livre e fácil acesso
  • Avaliação de risco vs conhecimento científico
  • Alternativas metodológicas perante testes in vivo
    e bem estar animal
  • Maiores desenvolvimento em monitorização e
    vigilância

21
Realização deBernardo GrossoJoão Paulo
AlvesRaquel Paiva
GRUPO CONTRA
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