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1. DOEN

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Nestes casos a transmiss o da infec o para o organismo humano d -se atrav s do ar que se respira. 1. DOEN AS TRANSMITIDAS POR VIA A REA; – PowerPoint PPT presentation

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Title: 1. DOEN


1
1. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VIA AÉREA
2
1. Doenças transmitidas por via aérea
meningite
gripe
tuberculose
3
TUBERCULOSE
Agente etiológico Mycobacterium tuberculosis
Sintomas sugestivos tosse, febre
vespertina,sudorese noturna
Tratamento específico
Prevenção
4
POPULAÇÃO
  • Estimativas da População
  • Brasil    188.752.009 habitantes.
  • Mundo    6.592.407.565 habitantes (6,6 bilhões)

O BRASIL ocupa o 22º lugar em número de casos de
TUBERCULOSE.
5
TAXA DE INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE, BRASIL, 2000
P/100 000 hab.
Fonte Ministério da Saúde
6
Fonte Ministério da Saúde
7
TUBERCULOSE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • O estado campeão é o Rio de Janeiro, com uma
    alarmante taxa de incidência de 89,32 contra uma
    média nacional de 47,2 por 100.000 habitantes.
  • E na cidade do Rio de Janeiro, são as
    comunidades, como Rocinha, Maré as que apresentam
    maiores índices, conjugando pobreza, acesso
    inadequado aos serviços de saúde, além de baixa
    adesão ao tratamento e epidemia HIV/Aids.

8
TUBERCULOSE - Distribuição de casos confirmados,
Brasil, 1980 - 2004
ano casos
1980 72.608
1985 84.310
1990 74.670
1995 91.013
2000 75.925
2004 80.515
9
TUBERCULOSE
  • O Programa de Controle da Tuberculose (PNCT),
    executado em conjunto pelo Ministério da Saúde,
    estados e municípios, tem registrado queda nos
    índices nos estados do Sudeste.
  • Os mineiros são os cidadãos do Sudeste do país
    com menor risco de contrair tuberculose. Segundo
    a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do
    Ministério da Saúde, Minas Gerais tem incidência
    de 26,7 casos por 100 mil habitantes, com base em
    dados de 2003.

10
TUBERCULOSE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A tuberculose continua sendo um importante
    problema de saúde pública, especialmente em
    países em desenvolvimento
  • Estima-se que cerca de 1,7 bilhões de indivíduos
    em todo o mundo estejam infectados pelo M.
    tuberculosis, correspondendo a 30 da população
    mundial.

11
TUBERCULOSE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Nos países desenvolvidos, cerca de 40.000 mortes
    são devidas à tuberculose e mais de 400.000 casos
    novos são descobertos a cada ano.

12
TUBERCULOSE
  • Reservatório e Fonte de Infecção
  • O reservatório principal é o homem

13
TUBERCULOSE
  • Modo de Transmissão
  • A fala, o espirro e, principalmente a tosse de
    um doente com tuberculose lançam no ar gotículas
    contaminadas de tamanhos variados.

14
TUBERCULOSE
  • Período de Incubação
  • Após a infecção pelo M. tuberculosis,
    transcorrem, em média, 4 a 12 semanas para
    detecção das lesões primárias.

15
TUBERCULOSE
  • Período de Transmissibilidade
  • A transmissão é plena quando o doente estiver
    eliminando bacilos e não tiver iniciado o
    tratamento.
  • Com o esquema terapêutico recomendado, a
    transmissão é reduzida, gradativamente, a níveis
    insignificantes, ao fim de poucos dias ou
    semanas.

16
TUBERCULOSE
  • Distribuição, Morbidade, Mortalidade e
    Letalidade
  • A tuberculose não apresenta variações cíclicas ou
    sazonais, de importância prática.
  • A prevalência observada é maior em áreas de
    grande concentração populacional e precárias
    condições sócio-econômicas e sanitárias.
  • A distribuição da doença é mundial, com
    tendência decrescente da morbidade e mortalidade
    nos países desenvolvidos.

17
TUBERCULOSE
  • PREVENÇÃO
  • A prevenção da tuberculose consiste na vacinação
    infantil e na detecção e tratamento precoce das
    pessoas com tuberculose.
  • BCG é a vacina contra a tuberculose feita com um
    tipo de bacilo semelhante ao bacilo de Koch, que
    permite ao organismo criar defesas contra a
    tuberculose, sem causar a doença.

18
TUBERCULOSE
  • PREVENÇÃO
  • BCG é indicado para todas as crianças de 0 a 4
    anos e é aplicada na pele do braço direito.
  • A vacina contra a tuberculose faz parte das
    vacinas obrigatórias para as crianças no Brasil.
  • Estima-se que o BCG ofereça proteção à criança
    por um período em torno de 10 anos.

19
PREVENÇÃO
  • PREVENÇÃO

20
TUBERCULOSE - BCG
  • BCG - (bacilo de Calmette Guérin), obtido por
    atenuação do Mycobacterium bovis, apresentada em
    ampolas com múltiplas doses.
  • É a seguinte a evolução da reação vacinal
    nódulo local que evolui para pústula, seguida de
    crosta e úlcera, com duração habitual de seis a
    10 semanas, dando origem quase sempre a pequena
    cicatriz.
  • Durante a fase de úlcera, pode haver o
    aparecimento de secreção.

21
Tb - Epidemiologia
  • Taxas de incidência de tuberculose (Tb) em
    pacientes com Aids 10
  • Infecção pelo HIV importante fator de risco para
    o desenvolvimento da Tb
  • Tb uma das complicações mais comuns no curso
    da infecção pelo HIV.

22
DIFTERIA
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A difteria é uma doença transmissível aguda,
    causada por bacilo toxicogênico que se aloja
    freqüentemente nas amígdalas, na faringe, na
    laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras
    mucosas e na pele.
  • Agente Etiológico um bacilo gram-positivo,
    denominado Corynebacterium diphtheriae, produtor
    da toxina diftérica.

23
DIFTERIA
  • O número de casos de difteria notificados, no
    Brasil, vem decrescendo progressivamente desde
    1977, certamente em decorrência do aumento da
    utilização da vacina DPT.
  • A incidência ainda é, contudo, elevada, com
    cerca de 300 casos confirmados por ano.
  • Apresenta surtos epidêmicos de graus e duração
    variáveis.

24
DIFTERIA
  • Atualmente a taxa de letalidade se encontra, no
    Brasil, em torno de 8,4.
  • A letalidade esperada varia de 5 a 10.
  • Taxas fora desses limites indicam a necessidade
    de reavaliar critérios diagnósticos e condições
    de tratamento.

25
DIFTERIA
  • Reservatório
  • É o próprio doente ou portador, sendo esse
    último mais importante na disseminação do bacilo,
    pela sua maior freqüência na comunidade e por ser
    assintomático.

26
DIFTERIA
  • Modo de Transmissão
  • o Corynebacterium diphtheriae é um bacilo que se
    transmite por contágio direto com doentes ou
    portadores através das secreções de rinofaringe
    (espirro, tosse)
  • A transmissão indireta, através de objetos
    recentemente contaminados pelas secreções de
    orofaringe ou de lesões em outras localizações,
    também pode ocorrer, embora menos freqüentemente.

27
DIFTERIA
  • Período de Incubação
  • Em geral de 1 a 6 dias, podendo ser mais longo.
  • Período de Transmissibilidade
  • Em média até 2 semanas após o início da doença.
  • A antibioticoterapia adequada erradica o bacilo
    diftérico da orofaringe, 24-48 horas após a sua
    introdução na maioria dos casos.

28
DIFTERIA
  • PREVENÇÃO
  • A vacinação é a única maneira efetiva de
    prevenção, pois a doença em geral não confere
    imunidade permanente, devendo o doente continuar
    seu esquema de vacinação após alta hospitalar.
  • As crianças na idade pré-escolar são o grupo mais
    suscetível quando não imunizadas previamente com
    esquema básico da vacina.

29
DIFTERIA
  • PREVENÇÃO
  • VACINA CONTRA DIFTERIA, TÉTANO E COQUELUCHE
  • Também conhecida como vacina tríplice bacteriana.

30
MENINGITE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Infecções do Sistema Nervoso Central (SNC), com
    acometimento das meningites, causadas por
    múltiplas etiologias e caracterizadas por febre,
    cefaléia intensa, vômitos, sinais de irritação
    meníngea e alterações do Líquido
    Céfalo-Raquidiano (LCR).
  • Etiologia As meningites são causadas por uma
    variedade de microorganismos VÍRUS, BACTÉRIAS.

31
ANATOMIA
32
MENINGITE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Durante a primeira metade da década de 90
    observou-se um aumento no número de casos
    notificados de doença meningocócica, atingindo o
    pico em 1996, com o registro de 7.321 casos.
  • Esse aumento decorreu, em grande parte, de surtos
    localizados em municípios com grande contingente
    populacional, como São Paulo, Rio de Janeiro e
    Rio Grande do Sul.

33
MENINGITE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A partir de 1996 há uma tendência de redução
    constante no número de casos, de 7.321 casos,
    neste ano, para 2.923 casos em 2003.
  • Alguns fatores podem ter colaborado com esta
    redução, dentre eles destacam-se a adoção
    oportuna das medidas de controle
    (quimioprofilaxia e vacinação de bloqueio),
    decorrente da ampliação da assistência à saúde da
    população.

34
MENINGITE
  • Como se transmite?
  • O agente patogénico entra no organismo através
    das vias respiratórias (sob a forma de pequenas
    gotas, enquanto se fala ou tosse), chega ao
    sangue e seguidamente ao sistema nervoso central,
    onde provoca a infecção das meninges, as
    membranas que envolvem o cérebro.

35
MENINGITE
  • O período de incubação é de dois a dez dias
  • O período de transmissibilidade
  • Dura enquanto houver o agente na nasofaringe. Em
    geral, após 24 horas de antibioticoterapia, o
    agente já desapareceu da orofaringe.

36
Casos de doença Meningocócica (2002/Julho2003)
Sudeste
Nordeste
Sudeste
Sul
Norte
Nordeste
Sul
Centro-Oeste
Centro-Oeste
Norte
Fonte COVER/CGVDT/SVS/MS
37
MENINGITE
  • PREVENÇÃO
  • Confira as vacinas que seu filho deve tomar para
    se prevenir da meningite.
  • Vacina contra Meningococos - Dose única,
    administrada em maiores de 2 anos de idade.

38
MENINGITE
  • PREVENÇÃO
  • Utilização de pratos, talheres e copos bem
    lavados
  • Dar preferência a utensílios descartáveis
  • Evitar ambientes abafados onde há aglomerações
    de pessoas
  • Isolamento dos doentes em hospitais
    especializados

39
SARAMPO
  • Aspectos Epidemiológicos
  • O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de
    natureza viral, grave, transmissível e
    extremamente contagiosa, muito comum na infância.
  • Agente Etiológico o vírus do sarampo pertence ao
    gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae.

40
SARAMPO
  • Aspectos Epidemiológicos
  • O comportamento cíclico da doença, com a
    ocorrência de epidemias periódicas em média a
    cada cinco anos, ocorre pela velocidade com que
    se acumulam susceptíveis
  • Caso não sejam adotadas estratégias adequadas de
    vacinação, com altas coberturas na vacinação de
    rotina (mais de 95 em crianças de um ano de
    idade), estratégias de campanhas periódicas e a
    investigação imediata de todos os casos suspeitos
    de sarampo.

41
Sarampo
Morbillivirus
42
SARAMPO
  • Reservatório e Fonte de Infecção o homem.
  • Modo de Transmissão é transmitido diretamente de
    pessoa a pessoa, através das secreções
    nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar,
    falar ou respirar.

43
SARAMPO
  • Período de Incubação geralmente de 10 dias
    (variando de 7 a 18 dias
  • Período de Transmissibilidade é de 4 a 6 dias
    antes do aparecimento do exantema, até 4 dias
    após.

44
SARAMPO
  • PREVENÇÃO
  • Vacina tripla (MMR)- measles, mumps e rubeola,
    que serve para sarampo, caxumba e rubéola,
    aplicada gratuitamente nos postos de saúde.
  • Não deixe de vacinar suas crianças. Fique atento
    às campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

45
RUBÉOLA
  • Aspectos Epidemiológicos
  • É uma doença exantemática aguda, de etiologia
    viral, que apresenta alta contagiosidade,
    acometendo principalmente crianças.

46
RUBÉOLA
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Sua importância epidemiológica está representada
    pela possibilidade de ocorrência da Síndrome da
    Rubéola Congênita (SRC)
  • Atingindo o feto e recém-nascidos de mães
    infectadas durante a gestação e acarretando
    inúmeras complicações como abortos, natimortos,
    surdez, cardiopatias congênitas.

47
RUBÉOLA
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A vacinação de mulheres em idade fértil tem
    possibilitado uma importante redução dos casos de
    SRC, alcançando a ocorrência de 13 casos
    registrados em todo o país (2005), o que indica a
    possibilidade de interrupção na sua transmissão.

48
RUBÉOLA
  • Agente Etiológico a rubéola é transmitida por
    um vírus, pertencente ao gênero Rubivírus,
    família Togaviridae.
  • Reservatório o homem.

49
  • Modo de Transmissão através de contato com as
    secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas.
  • A infecção se produz por disseminação de
    gotículas ou através de contato direto com os
    pacientes.

50
RUBÉOLA
  • Período de Incubação de 14 a 21 dias, durando
    em média 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias.
  • Período de Transmissibilidade aproximadamente de
    5 a 7 dias antes do início do exantema e pelo
    menos de 5 a 7 dias após.

51
RUBÉOLA
  • PREVENÇÃO
  • A prevenção da rubéola é feita através da
    vacinação.
  • A vacina contra a rubéola contém o vírus vivo
    atenuado, isto é enfraquecido, mas com capacidade
    de induzir o organismo humano a produzir
    anticorpos.
  • No calendário de vacinação de rotina a
    vacina é aplicada aos 15 meses (junto com as
    vacinas contra o sarampo e a caxumba).

52
HANSENÍASE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Antigamente conhecida como "lepra",é uma das mais
    antigas doenças da humanidade, caracterizada por
    lesões da pele e das mucosas, atrofia de pés e
    mãos, e diminuição da força muscular.

53
HANSENÍASE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A hanseníase, doença endêmica, tem apresentado
    uma redução significativa de sua prevalência, de
    16,4 por 10.000 habitantes em 1985 para 4,52 por
    10.000 habitantes em 2003.

54
HANSENÍASE
  • Agente Etiológico bacilo álcool-ácido
    resistente, Mycobacterium leprae. É um parasita
    intracelular obrigatório que apresenta afinidade
    por células cutâneas e por células dos nervos
    periféricos.

55
HANSENÍASE
56
HANSENÍASE
  • Reservatório o homem é reconhecido como a única
    fonte de infecção

57
HANSENÍASE
  • Modo de Transmissão a principal via de
    eliminação dos bacilos é a via aérea superior
    (secreções nasais, gotículas da fala, tosse,
    espirro).

58
HANSENÍASE
  • Modo de Transmissão
  • Contato íntimo e prolongado de indivíduos
    suscetíveis com pacientes bacilíferos não
    tratados.

59
HANSENÍASE
  • Período de Incubação a hanseníase apresenta
    longo período de incubação de dois a sete anos.
  • Há referência a períodos mais curtos, de sete
    meses, como, também, de mais de dez anos.
  • Período de Transmissibilidade Os pacientes
    constituem o grupo contagiante e assim se mantêm
    enquanto não se iniciar o tratamento específico.

60
HANSENÍASE
  • PREVENÇÃO
  • A hanseníase é uma doença que pode ser
    confundida com outros problemas dermatológicos
    mais simples como, por exemplo, alergias.

61
HANSENÍASE
  • PREVENÇÃO
  • Pode ficar durante algum tempo no organismo
    sem se manifestar
  • É importante observar sua pele e, ao menor
    sinal, dos sintomas já descritos, principalmente
    da combinação "mancha com área de
    insensibilidade" procure um médico dermatologista
    ou um serviço de saúde.

62
COQUELUCHE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A coqueluche é uma infecção aguda na região da
    traquéia, brônquios e bronquíolos, conhecida
    também como pertussis ou tosse ferina.

63
COQUELUCHE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • No início da década de 80 eram notificados mais
    de 40 mil casos anuais, e o coeficiente de
    incidência era superior a 30/100.000 habitantes.
  • Este número caiu abruptamente a partir de 1983,
    mantendo desde então, uma tendência decrescente.
  • Em 1990, foram notificados 15.329 casos,
    resultando em um coeficiente de incidência de
    10,64/100.000 habitantes, sendo que a partir de
    1996, o número de casos anuais não excedeu 2.000,
    mantendo-se com coeficiente de incidência em
    torno de 1/100.000 habitantes.

64
COQUELUCHE
  • Agente Etiológico a Bordetella pertussis é um
    bacilo gram-negativo, aeróbio, não esporulado,
    imóvel e pequeno, provido de cápsula (formas
    patogênicas).
  • Reservatório o homem é o único reservatório
    natural de Bordetella pertussis.

65
COQUELUCHE
  • Modo de Transmissão a transmissão se dá,
    principalmente, pelo contato direto de pessoa
    doente com pessoa suscetível, através de
    gotículas de secreção da orofaringe, eliminadas
    por tosse, espirro ou ao falar.
  • Também pode ocorrer transmissão por objetos
    recentemente contaminados com secreções do
    doente.

66
Coqueluche
Bordetella pertussis
67
COQUELUCHE
  • Período de Incubação é de sete dias, em média,
    podendo variar entre 7 e 14 dias.
  • Período de Transmissibilidade a maior
    transmissibilidade da doença ocorre na fase
    catarral.

68
COQUELUCHE
  • PREVENÇÃO
  • A vacina tríplice é a mais eficiente forma de
    prevenção da coqueluche.
  • Para os doentes, não há tratamento específico
    opta-se pelo isolamento, para evitar a
    disseminação, e pelo uso de antibióticos, para
    evitar complicações.

69
DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES
70
DOENÇAS EMERGENTES
  • São doenças novas, desconhecidas da população.
  • São causadas por vírus ou bactérias nunca antes
    descritos, ou por mutação de um vírus já
    existente.

71
DOENÇAS EMERGENTES
  • Também é possível que sejam causadas por um
    agente que só atingia animais, e que agora afeta
    também seres humanos.
  • Dentro desse conceito, a Aids aparece como a mais
    importante doença emergente. Até o início da
    década de 80, era completamente desconhecida no
    mundo.

72
DOENÇAS EMERGENTES
  • O termo emergente também pode ser utilizado para
    descrever quando uma doença atinge uma região
    antes indene,
  • ou seja, onde até então nunca tinha sido
    detectado caso da moléstia.

73
DOENÇAS EMERGENTES
  • Um exemplo claro é o da hantavirose. Em 2004
    foram notificados 30 casos da doença no Distrito
    Federal.
  • A hantavirose já tinha sido detectada em outros
    estados do país, como em São Paulo e Paraná, mas
    nunca no DF.

74
DOENÇAS EMERGENTES
  • Os últimos anos têm sido marcados por diferentes
    episódios de doenças emergentes, como
  • Infecções bacterianas agudas, pneumonias
    causadas por vírus transmitidos por roedores,
    hantaviroses, infecções de veiculação hídrica -
    (gastroenterite, diarréia por vírus
    (rotavírus), salmoneloses ( diarréia por
    bactérias), e outras.

75
DOENÇAS EMERGENTES
  • - Ebola vírus Os primeiros registros ocorreram
    em 1976 e a descoberta do vírus foi reportada em
    1977.
  • Em junho de 1997,1054 casos foram reportados
    para Organização Mundial de Saúde, dos quais 754
    foram fatais. Macacos infectados com uma cepa
    asiática do Ebola foram importados das Filipinas
    para os EUA em 1989 e 1990 e para a Itália em
    1992. Essa cepa asiática Ebola Reston não
    apareceu ainda como causadora de doenças em
    humanos.

76
DOENÇAS EMERGENTES
  • -Hepatite C Identificado em 1989, esse vírus é
    agora conhecido como sendo a maior causa de
    hepatite pós - transfusional no mundo, com
    aproximadamente 90 dos casos no Japão , EUA e
    leste da Europa .
  • É estimado que 3 da população mundial está
    infectada , quase que 170 milhões são portadores
    crônicos com risco de desenvolver a cirrose
    hepática ou o câncer de fígado .

77
DOENÇAS EMERGENTES
  • As últimas décadas do século 20 assistiram à
    emergência de novas doenças como
  • Aids
  • Hepatite C
  • Ebola
  • Encefalopatia espongiforme ("vaca louca")

78
DOENÇAS EMERGENTES
  • Gripe do frango
  • Gripe HINI -
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) -
    pneumonia atípica aos quais denominou Síndrome
    Respiratória Aguda Grave (SARS, do inglês Severe
    Acute Respiratory Syndrome), de causa ainda não
    estabelecida China 2003.

79
DOENÇAS EMERGENTES
  • A Aids é, sem dúvida,
  • a principal doença
  • emergente do século 20.
  • A infecção, em apenas 20 anos
  • após a descrição inicial,
  • disseminou-se por todo o mundo,
  • tendo um importante impacto
  • na mortalidade entre
  • Jovens.

80
  • O medo provém
  • da ignorância. É muito
  • mais saudável procurar
  • conhecer os mecanismos
  • de atuação e transmissão
  • das doenças, para definir
  • o que fazer em relação
  • a elas!!!!

81
DOENÇAS REEMERGENTES
82
DOENÇAS REEMERGENTES
  • São aquelas já conhecidas e que foram
    controladas, mas voltaram a apresentar ameaça
    para a saúde humana
  • A dengue entra nesse conceito, malária

83
DOENÇAS REEMERGENTES
  • Até a reintrodução do Aedes aegipyti no país, em
    1967, a dengue chegou a ser considerada
    erradicada.
  • Porém, depois foi registrada uma série de surtos,
    o maior deles em 2002, quando foram notificados
    quase 800 mil casos da doença.

84
DOENÇAS REEMERGENTES
  • Doenças reemergentes são as que reaparecem após
    um período de declínio significativo.
  • Cólera e Dengue são duas doenças, sem dúvida
    alguma, reemergentes no país e no continente.

85
DOENÇAS REEMERGENTES
  • Já a Tuberculose, não chega propriamente a ser
    reemergente, pois nunca chegou a declinar
    significantemente
  • tampouco é doença emergente, pois, há tempo,
    apresenta incidência elevada.
  • Sua ocorrência continua com alta magnitude.

86
DOENÇAS REEMERGENTES
  •  CÓLERA A cólera reapareceu em países onde ela
    já havia previamente desaparecido a medida em que
    as condições de saneamento e alimentação se
    deterioraram. Em 1991, na América do Sul, mais de
    390 mil casos foram notificados, sendo que por um
    século não se registravam casos de cólera.
  • DENGUE A dengue se espalhou por vários países do
    sudeste asiático desde a década de 50 e reemergiu
    na América na década de 90, como consequência da
    deterioração do controle ao mosquito e a
    disseminação do vetor em áreas urbanas.          

87
DOENÇAS REEMERGENTES
  •  DIFTERIA Reemergiu na Federação Russa e algumas
    outras repúblicas da antiga União Soviética em
    1994 e culminou em 1995 com  mais de 50.000 casos
    relatados. A reemergência  está associada a um
    declínio dramático nos programas de imunização
    seguidos de uma falência nos serviços de saúde
    que se iniciou com o fim da URSS.

88
DOENÇAS REEMERGENTES
  •  FEBRE AMARELA
  • Exemplo de doença para a qual há várias vacinas
    mas, devido ao uso não generalizado para todas as
    áreas de risco, epidemias continuam a ocorrer. A
    ameaça da febre amarela está presente em 33
    países africanos e 8 sul americanos. É comum em
    florestas tropicais onde o vírus sobrevive em
    macacos. As pessoas levam vírus para os vilarejos
    e a simples presença de um vetor espalha
    rapidamente a doença, que mata facilmente pessoas
    imuno-suprimidas.

89
DOENÇAS REEMERGENTES
  • E a reemergência de doenças que pareciam sob
    controle, como
  • dengue
  • cólera
  • malária
  • difteria
  • febre amarela e
  • tuberculose ???

90
DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES
  •  CAUSAS COMUNS DE EMERGÊNCIA E  RE-EMERGÊNCIA  DE
    DOENÇAS  INFECCIOSAS
  • - Crescente número de pessoas  vivendo e se
    deslocando pelo mundo.- Rápidas e intensas
    viagens internacionais.- Superpopulação em
    cidades com precárias condições sanitárias.-
    Aumento da exposição humana a vetores e reservas
    naturais.- Alterações ambientais e mudanças
    climáticas.
  • A crescente resistência bacteriana aos
    antibióticos também veio se somar às dificuldades
    para o controle dessas doenças.

91
DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTESPREVENÇÃO E
CONTROLE
  • Elaborar estratégias para a difusão de
    informações precisas e atualizadas para a
    população geral
  • Fazer uso eficiente da imprensa, inclusive rádio,
    televisão, jornais, com o objetivo de obter uma
    mobilização social rápida numa situação de
    emergência

92
DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTESPREVENÇÃO E
CONTROLE
  • Definir diferentes formas de manter uma educação
    continuada tanto da população geral, quanto dos
    profissinais de saúde

93
DOENÇAS E AGRAVOS NÃO-TRANSMISSÍVEIS (DANT)
94
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO
RECENTE
  • Brasil, nas últimas décadas
  • 1- Redução da mortalidade precoce, especialmente
    ligada à doenças infecciosas e parasitárias
  • 2- Aumento da expectativa de vida ao nascer, com
    conseqüente incremento da população idosa
  • 3- Processo acelerado de urbanização e de
    mudanças sócio-culturais aumentos dos acidentes
    e das violências.

95
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO
RECENTE
  • A redução da mortalidade precoce pode ser
    percebida pela diminuição na taxa de mortalidade
    infantil 1940 149 por mil nascidos vivos
  • 2000 29,7 por mil nascidos vivos.
  • A expectativa de vida ao nascer em 1940 era de
    44,9 anos, cresceu para 68,55 anos em 2000.

96
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO
RECENTE
  • Na mortalidade do ano de 2001, para os grupos de
    causas definidas, as doenças cardiovasculares
    representam a principal causa de morte 31,9,
    seguidas pelas neoplasias.

97
CARACTERIZAÇÃO DAS DANT
  • Interação de fatores etiológicos conhecidos e
    desconhecidos
  • Causa necessária desconhecida
  • Ausência de participação ou participação duvidosa
    de microrganismos entre os determinantes
  • Longo período de latência - Que não se vê, que
    está oculto.

98
CARACTERIZAÇÃO DAS DANT
  • Longo curso assintomático
  • Lesões celulares irreversíveis
  • Evolução para graus variados de incapacidade ou
    morte.

99
DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS
  • Anemia
  • Câncer
  • Carências nutricionais
  • Diabetes
  • Doenças pulmonares
  • Doenças cardiovasculares
  • Doenças reumáticas
  • Obesidade.

100
FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS DANT
  • Pressão sangüínea elevada 7,1 milhões de
    mortes, cerca de 13 do total
  • Nível elevado de colesterol causaria 18
    doenças cerebrovasculares e 56 das doenças
    isquêmicas do coração

101

A pressão alta geralmente não apresenta qualquer
sintoma...
102
FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS DANT
  • Índice elevado de massa corporal 58 dos casos
    de diabetes mellitus
  • Baixo consumo de frutas e verduras 19
    neoplasias gastrintestinais

103
FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS DANT
  • Inatividade física 22 das doenças do coração
  • Tabaco 8,8 das mortes 66 das neoplasias de
    traquéia, pulmão

104
FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS DANT
  • Ingestão de álcool 3,2 das mortes 30 dos
    casos de neoplasias de esôfago, fígado, cirrose
    hepática, acidentes com veículos
  • Lesões por acidentes de trânsito 2,3 das
    mortes.

105
Vigilância de Doenças e Agravos não
transmissíveis
MISSÃO
Implantar / consolidar o sistema de vigilância de
agravos e de doenças não transmissíveis (DANT) e
seus fatores de risco em todas as esferas do
Sistema Único de Saúde Brasil.
106
Vigilância objetivos
Validação e melhoria dos instrumentos, fontes e
indicadores.
Disseminação, discussão, capacitação
107
Cenário Brasileiro
  • Mortalidade Proporcional () nas capitais
  • D. Infecciosas e Parasitárias
  • 46 em 1930,
  • 5 em 2003
  • D. cardiovasculares 12 em 1930, 31 em 2003

Até 1970, os dados referem-se apenas às
capitais
Fonte Barbosa da Silva e cols. In Rouquairol
Almeida Filho Epidemiologia Saúde, 2003 pp.
293.
108
Cenário Brasileiro
Prevalência de inatividade física em adultos de
15 capitais e Distrito Federal. Brasil, 2002-2003.
Sedentários e irregularmente ativos Fonte
(SVA/INCA)
109
Cenário Brasileiro
TENDÊNCIA SECULAR DA OBESIDADE NO BRASIL
FonteMonteiro,2005
110
(No Transcript)
111
(No Transcript)
112
A PREVENÇÃO FUNCIONA
113
ATIVIDADE FÍSICA
  • Atividade física protege contra várias DNT
  • Inclusão, socialização, bem estar, saúde mental
  • Atividade física é recomendada no tratamento de
    várias doenças
  • Níveis populacionais de Atividade Física são
    baixos

114
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
  • Uma dieta com uma grande quantidade e variedade
    de frutas, legumes e verduras pode prevenir 20
    ou mais dos casos de câncer.

115
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
  • Estudo realizado com cerca de 40.000 mulheres
    profissionais de saúde (Women's Health Study),
    observou que uma alta ingestão de frutas, legumes
    e verduras estava associada com um menor risco de
    doenças cardiovasculares, principalmente infarto
    do miocárdio (Liu et al, 2000).

116
Vigilância de DANT É possível?
  • Reconhecimento crescente no país sobre a
    importância das DANT e a necessidade de ações
    para prevenir e controlar
  • O país dispõe de sistemas de informação de
    mortalidade e morbidade avançados e abrangentes
  • O MS tem importante liderança na área de
    vigilância epidemiológica

117
Desafios da Saúde
  • O planejamento das ações de saúde no campo da
    promoção da saúde e da prevenção e o controle
    dessas doenças e agravos.
  • A melhoria dos recursos de modo a aumentar o
    impacto das ações de promoção, prevenção, redução
    dos danos causados, tratamento e reabilitação das
    vítimas.
  • A construção de propostas integradas intra e
    intersetorialmente.

118
  • Os brasileiros precisam adotar hábitos saudáveis.
  • Anualmente, mais de 40 das mortes registradas no
    país ocorrem por causa de doenças não
    transmissíveis, como infarto, derrame cerebral,
    enfisema, câncer e diabetes.

119
  • As DNT, no entanto, podem ser evitadas com uma
    simples mudança de hábitos.
  • É por isso que o Ministério da Saúde lançou o
    Projeto Brasil Saudável, para estimular a
    população a adotar modos de vida diferentes, com
    ênfase na atividade física, na reeducação
    alimentar e no controle do tabagismo.

120
  • O Brasil Saudável envolve um conjunto de ações,
    desde campanhas publicitárias (em rádios, TVs,
    outdoors, revistas e jornais)
  • convocando a população a mudar seus hábitos até
    a implantação de mais de 230 núcleos para a
    prática de atividades físicas em todas as
    capitais do país.

121
EXERCÍCIOS
122
EXERCÍCIOS
  • 1- Uma pneumonia atípica tem afetado a população
    do Amazonas. Já foram registrados em Manaus mais
    de 50 casos da doença. Ela surgiu há cerca de
    três anos, mas ainda não se sabe qual é sua
    origem nem o microrganismo causador. Tudo leva a
    crer, portanto, que se trata de uma doença
    ----------------------------

123
EXERCÍCIOS
  • 2- "Doenças --------------- são aquelas que não
    tinham significado no passado e em determinado
    momento surgem como novas, pois são causadas por
    agentes etiológicos desconhecidos.

124
EXERCÍCIOS
  • 3- É verdadeira a sentença?
  • Uma enfermidade pode ser considerada reemergente
    quando passa a ter novas distribuições, como uma
    moléstia que só atingia as crianças e começa a
    acometer também os idosos ou uma doença, antes
    restrita a um único país, que se espalha por todo
    o mundo. "Uma doença reemergente clássica é a
    gripe espanhola.

125
EXERCÍCIOS
  • 4- É verdadeira a sentença?
  • Existem moléstias que aparecem, são controladas
    e, passado um tempo, voltam a ameaçar a
    população. Estas são as doenças reemergentes -
    aquelas que são conhecidas de longa data e, de
    repente, têm sua incidência aumentada por causa
    de uma série de fatores, como urbanização
    desordenada, degradação do meio ambiente e
    desigualdade social, entre outros. Ex Malária.

126
EXERCÍCIOS
  • 5- É verdadeira a sentença?
  • A hepatite C é uma importante causa de
    morbilidade e mortalidade em todo o Mundo. Nos
    últimos 25 anos, a infecção pelo vírus da
    hepatite C (VHC) emergiu de uma quase obscuridade
    para o reconhecimento de que constitui hoje em
    dia um relevante problema de saúde pública
    mundial.

127
EXERCÍCIOS
  • 6- É correto afirmar que essas são doenças não
    transmissíveis?
  • . Anemia
  • Câncer
  • Carências nutricionais
  • Diabetes
  • Doenças pulmonares
  • Doenças cardiovasculares
  • Sarampo
  • Obesidade.

128
EXERCÍCIOS
  • 7-    É falso afirmar que
  • As doenças crônicas não-transmissíveis, compõem
    um grupo de entidades que se caracterizam por
    apresentar, de uma forma geral, longo período de
    latência, tempo de evolução prolongado, etiologia
    não elucidada totalmente, lesões irreversíveis e
    complicações que acarretam graus variáveis de
    incapacidade ou óbito.

129
EXERCÍCIOS
  • 8-    É falso afirmar que
  • Está ocorrendo há alguns anos no Brasil , o
    aumento das doenças crônico-degenerativas
    (doenças cardiovasculares, câncer, diabetes,
    doenças respiratórias) e a transição
    nutricional, com diminuição expressiva da
    desnutrição e aumento do número de pessoas com
    excesso de peso (sobrepeso e obesidade). Somam-se
    a isso o aumento dos traumas decorrentes das
    causas externas (acidentes, violências e
    envenenamentos, etc.).

130
EXERCÍCIOS
  • 9-    O objetivo da Vigilância em relação às
    DANT
  • É desenvolver, por meio da combinação de
    inquéritos de fatores de risco de abrangência
    nacional e municipal, uma base de dados para o
    monitoramento contínuo dos Fatores de Risco para
    DCNT, que contemple a diversidade de realidades
    locais.
  • Inquéritos com metodologias mais simples e mais
    rápidas, aplicados em grupos particularmente
    vulneráveis, como escolares, de adolescentes e de
    idosos, também estão sendo utilizados para
    orientar políticas específicas de redução de
    fatores de risco de forma direcionada.

131
2. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VIA PARENTÉRICA E
SEXUAL
132
(No Transcript)
133
(No Transcript)
134
(No Transcript)
135
HEPATITE B
  • Quando o fígado é infectado por um vírus, ele
    fica inflamado e sensível e pode também ficar
    inchado.
  • As partes afetadas do tecido podem ser destruídas
    pela inflamação. A hepatite B é um tipo de
    hepatite séria e às vezes muito forte e fatal.

136
HEPATITE B
  • Agente Etiológico vírus da Hepatite B (VHB),
    constituído de ácido desoxirribonucléico (DNA).
  • Reservatório devido a sua alta especificidade, o
    VHB infecta somente o homem, que constitui o seu
    reservatório natural.

137
Hepatite B
138
HEPATITE B
  • Modo de Transmissão
  • Na maior parte dos casos, a infecção é
    transmitida pelo sangue e outros fluidos
    corporais (líquido seminal, secreções vaginais,
    leite, lágrimas, saliva) de um indivíduo portador
    da doença.
  • Relações sexuais

139
HEPATITE B
  • Modo de Transmissão
  • Exposição percutânea a agulhas ou outros
    instrumentos contaminados (exemplos tatuagens,
    perfuração da orelha, etc.)
  • Transfusão de sangue e seus derivados, fora da
    recomendação técnica, como, por exemplo, sem
    investigação laboratorial para doenças
    transmissíveis

140
HEPATITE B
  • Modo de Transmissão
  • Uso de drogas endovenosas procedimentos
    odontológicos, cirúrgicos e de hemodiálise,
    quando desrespeitam as normas universais de
    biossegurança
  • Transmissão perinatal (filho de mãe portadora
    positiva)

141
HEPATITE B
  • Período de Incubação de 30 a 180 dias (média de
    60-90 dias).
  • Período de Transmissibilidade o sangue de uma
    pessoa portadora do vírus é infectante de 2 a 3
    semanas antes que comecem os primeiros sintomas e
    continua assim durante a fase aguda da doença e
    no estado de portador crônico, que pode persistir
    por vários anos ou pelo resto da vida.

142
HEPATITE B
  • Características Epidemiológicas
  • Ocorre, com maior freqüência, entre 20 a 40
    anos. Nos paises tropicais, a prevalência é alta.
  • No Brasil, as áreas com maior endemicidade
  • Amazônica, Espírito Santo e a região oeste de
    Santa Catarina.

143
HEPATITE B
  • PREVENÇÃO
  • Vacina, obtida por engenharia genética, com
    grande eficácia no desenvolvimento de níveis
    protetores de anticorpos (3 doses).
  • Recomenda-se os mesmo cuidados descritos na
    prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e
    cuidados com a manipulação do sangue.

144
HEPATITE C
  •    Hepatite C é a inflamação do fígado causada
    por infecção pelo vírus da hepatite C (HCV).
  • Essa inflamação ocorre na maioria das pessoas que
    adquire o vírus e, dependendo da intensidade e
    tempo de duração, pode levar a cirrose e câncer
    do fígado.

145
HEPATITE C
  • Agente Etiológico o vírus da hepatite C (HCV), é
    um vírus constituído por um ácido ribonucléico
    (RNA), provavelmente pertencendo à família
    Flaviridae e mais próximo do vírus do gênero
    Pestivirus.
  • Reservatório o homem e, experimentalmente, o
    chimpanzé.

146
HEPATITE C
  • Modo de Transmissão
  • Sua transmissão acontece por contato sexual ou
    por via parenteral (seringas não-estéreis
    compartilhadas, uso de drogas endovenosas,
    perfurações (piercing), acupuntura, tatuagem e
    outros).

147
HEPATITE C
  • Modo de Transmissão
  • A transfusão de sangue há dez anos atrás era o
    maior causador, hoje com os cuidados com o
    sangue, diminuiu.

148
(No Transcript)
149
HEPATITE C
  • Período de Incubação varia entre duas semanas e
    cinco meses (em média de 5 a 10 semanas). O
    período curto de incubação verifica-se quando a
    contaminação é por sangue e/ou derivados
    sangüíneos.
  • Período de Transmissibilidade desde uma semana
    anterior ao início dos sintomas da doença aguda.

150
HEPATITE C
  • ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS
  • A infecção pelo VHC tem uma distribuição
    universal e as suas altas taxas de prevalência
    estão diretamente relacionadas com os chamados
    grupos de riscos (hemofílicos, pacientes
    hemodialisados, receptores de múltiplas
    transfusões de sangue, recém-nascidos de mães
    portadoras.
  • Chamam a atenção, os hemofilicos e pacientes
    hemodialisados. Nos hemofilicos, a prevalência de
    infecção pelo VHC varia de 53 a 89 em vários
    países do mundo(19) e no Brasil observam-se
    índices de 87,3(20), enquanto nos pacientes
    hemodialisados verificamos percentuais que variam
    de 19,0 a 47,2

151
HEPATITE C
  • PREVENÇÃO
  • Não existe vacina contra a hepatite C. Poucos
    pacientes desenvolvem anticorpos contra as
    proteínas virais do VHC assim, a vacinação não
    tem se mostrado eficaz.
  • Na ausência de vacinas, a principal forma de
    prevenção contra o VHC é testar todo sangue
    coletado nos bancos de sangue, para assegurar que
    tanto ele como os seus derivados estejam livres
    do VHC.

152
HEPATITE C
  • PREVENÇÃO
  • Sexo seguro.
  • Além disso, são necessários os cuidados com
    materiais que possam conter sangue contaminado,
    como alicates de unha, lâminas, barbeadores,
    agulhas de seringas compartilhadas, entre outros.
  •            

153
AIDS
  • Aspectos Epidemiológicos
  • AIDS (Sindrome da Imunodeficiência Adquirida),
    tem-se constituído em um dos mais sérios agravos
    já enfrentados pela humanidade.
  • Agente Etiológico a AIDS é provocada pelo HIV
    (Vírus da Imunodeficiência Humana), um retrovírus
    que ataca o sistema imunológico do organismo.

154
AIDS
  • Formas de Transmissão do HIV
  • O vírus da AIDS é transmitido por via sexual,
    através do sangue e da mãe para o filho, no curso
    da gravidez durante ou logo após o parto pelo
    leite materno.

155
AIDS
  • As variações freqüentes de parceiros sexuais sem
    uso de preservativos
  • Utilização de sangue ou seus derivados, não
    testados ou tratados inadequadamente, em
    descumprimento às normas de acondicionamento e
    controle de qualidade

156
AIDS
  • O uso de seringas e agulhas não esterilizadas,
    como acontece no compartilhamento de agulhas e
    seringas entre os usuários de drogas injetáveis
  • A recepção de órgãos ou sêmen de doadores não
    testados.
  • Estudos epidemiológicos e laboratoriais
    evidenciaram que o HIV NÃO é transmitido pelo
    convívio social, abraço ou beijo, alimentos,
    água, picadas de mosquitos ou outros insetos.

157
AIDS
  • Período de incubação Não há consenso sobre o
    conceito desse período em Aids
  • Período de transmissibilidade O indivíduo
    infectado pode transmitir o HIV durante a fase
    aguda e crônica da infecção.

158
AIDS
  • PREVENÇÃO
  • Na transmissão sexual se recomenda sexo seguro
    (abstinência, relação monogâmica com parceiro HIV
    negativo, uso de camisinha).

159
AIDS
160
AIDS
  • Período de Incubação
  • É o período compreendido entre a infecção pelo
    HIV e os sintomas e sinais que caracterizam a
    doença causada pelo HIV.
  • Sem o uso dos anti-retrovirais, as medianas desse
    período estão entre 3 a 10 anos.

161
AIDS
  • Período de Transmissibilidade
  • O indivíduo infectado pelo HIV pode transmití-lo
    durante todas as fases da infecção.

162
AIDS
  • DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
  • No Brasil, desde a identificação do primeiro caso
    de aids, em 1980, até junho de 2006, já foram
    identificados cerca de 433 mil casos da doença.
  • Até metade da década de 90, as taxas de
    incidência - número de casos novos de aids
    dividido pela população - foram crescentes,
    chegando a alcançar, em 1998, cerca de 19 casos
    de aids por 100 mil habitantes.

163
AIDS
  • PREVENÇÃO
  • Na transmissão pelo sangue recomenda-se cuidado
    no manejo de sangue (uso de seringas
    descartáveis, exigir que todo sangue a ser
    transfundido seja previamente testado para a
    presença do HIV, uso de luvas quando estiver
    manipulando feridas ou líquidos potencialmente
    contaminados).
  • Não há, no momento, vacina efetiva para a
    prevenção da infecção pelo HIV.

164
GONORRÉIA
  • ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS
  • A gonorréia é uma doença de importância mundial e
    a doença infecciosa mais notificada nos EUA.
  • Ela é transmitida quase exclusivamente por
    contato sexual. Indivíduos abaixo de 25 anos de
    idade com múltiplos parceiros sexuais têm risco
    maior.

165
GONORRÉIA
  • É uma doença sexualmente transmissível (DST)
    causada pela Neisseria gonorrhoeae, uma bactéria
    que cresce e multiplica-se facilmente em áreas
    quentes e úmidas do trato reprodutivo como
    cérvix, útero e tubos de falópio na mulher e
    uretra em homens e mulheres.
  • A bactéria também pode crescer na boca,
    garganta, olhos e ânus.

166
GONORRÉIA
  • Essa infecção produz uma secreção purulenta (pus)
    amarelo-esverdeada, de forte cheiro que se sai
    pela uretra, principalmente pela manhã,
    provocando ardor ao urinar, e febre baixa, além
    de edema e inflamação.

167
GONORRÉIA
  • A gonorréia é transmitida pelo contato com o
    pênis, vagina, boca ou ânus.
  • Não é necessário haver ejaculação para a
    gonorréia ser transmitida.
  • Gonorréia também pode ser transmitida da mãe para
    o bebê durante o parto.

168
GONORRÉIA
  • A Neisseria Gonorrhoeae pode causar oftalmias em
    adultos geralmente por auto-inoculação e em
    recém-nascidos por contaminação durante
    parto, onde a mão contaminada ao dar à luz,
    transmite a infecção ao recém-nascido.

169
GONORRÉIA
  • Período de Incubação2 a 10 dias
  • Período de transmissibilidade
  • Pode durar de meses a anos, se o paciente não
    for tratado.
  • O tratamento eficaz rapidamente interrompe a
    transmissão.

170
GONORRÉIA
  • PREVENÇÃO
  • A forma mais segura de prevenir doenças
    sexualmente transmissíveis é abster-se de
    práticas sexuais com pessoas infectadas
  • Ter uma relação monogâmica de longo prazo com um
    parceiro testado e que você sabe não estar
    infectado.

171
GONORRÉIA
  • PREVENÇÃO
  • Preservativos de látex, quando usados
    corretamente, podem reduzir o risco de
    transmissão da gonorréia.

172
SÍFILIS
  • Epidemiologia
  • A sífilis, com exceção da sífilis congênita, é
    contraída quase exclusivamente pelo contato
    íntimo com as lesões contagiosas das formas
    primária e secundária.
  • É mais comum em indivíduos jovens sexualmente
    ativos, dos grandes centros urbanos.
  • Freqüência a doença é mais comum entre 20 a 24
    anos gt 25 a 29 anos gt 15 a 19 anos.

173
SÍFILIS
  • Trata-se de uma doença infecto-contagiosa
    sistêmica (isto é, acomete todo o organismo), que
    evolui de forma crônica (lenta), tendo períodos
    agudos e outros de latência.
  • Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos,
    ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso).

174
SÍFILIS
  • SinônimosCancro duro, cancro sifilítico, Lues
  • AGENTE ETIOLÓGICOTreponema pallidum

175
SÍFILIS
  • É transmitida por relação sexual, por transfusão
    de sangue contaminado e pela placenta (de mãe
    para filho).
  • As feridas costumam geralmente ocorrer nos
    genitais externos, vagina, ânus ou reto.
  • Elas também podem aparecer nos lábios e boca.

176
SÍFILIS
  • Quando o bebê adquire a doença da mãe ela é
    chamada de sífilis congênita.
  • A sífilis não é transmitida através do contato
    com acentos de banheiros, maçaneta de porta, água
    da piscina, banheira, roupa ou talheres.

177
SÍFILIS
  • Período de incubação 21 dias a partir do contato
    sexual infectante (sífilis adquirida)
  • Sífilis congênita a criança ao nascimento pode
    já apresentar a doença ou depois de meses
  • Período de transmissibilidade A transmissão
    vertical pode ocorrer por todo período
    gestacional.

178
SÍFILIS
  • PREVENÇÃO
  • O meio mais seguro de evitar contrair doenças
    sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, é
    abster-se de contato sexual ou ter um
    relacionamento monogâmico de longa duração com um
    parceiro testado que você sabe não estar
    infectado. 

179
SÍFILIS
  • PREVENÇÃO
  • Doenças que causam ulcerações, como a
    sífilis, podem acontecer em áreas genitais que
    podem ou não serem cobertas pelo preservativo de
    látex.
  • Desta forma, o uso correto e consistente de
    preservativos apenas reduz o risco de transmissão
    da sífilis quando cobre toda a área infectada.

180
HERPES GENITAL
  • Infecção recorrente (vem, melhora e volta)
    causadas por um grupo de vírus que determinam
    lesões genitais vesiculares (em forma de pequenas
    bolhas) agrupadas que, em 4-5 dias, sofrem erosão
    (ferida) seguida de cicatrização espontânea do
    tecido afetado.

181
HERPES GENITAL
  • As lesões com frequência são muito dolorosas e
    precedidas por eritema (vermelhidão) local.
  • A pessoa pode estar contaminada pelo vírus e não
    apresentar ou nunca ter apresentado sintomas e,
    mesmo assim, pode transmití-lo a(ao) parceira(o)
    numa relação sexual.

182
HERPES GENITAL
  • Agente etiológico vírus herpes simplex tipo 1
    (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2).
  • Transmissão É uma virose transmitida
    predominantemente pelo contato sexual (inclusive
    oro-genital)
  • A transmissão pode-se dar, também, pelo contato
    direto com lesões ou objetos contaminados.

183
HERPES GENITAL
184
HERPES GENITAL
  • Período de incubação - É de 1 a 26 dias, em média
    8 dias.Período de transmissibilidade - Variável
    de 4 a 12 dias após o aparecimento dos primeiros
    sintomas.

185
HERPES GENITAL
  • EPIDEMIOLOGIA
  • São muito freqüentes. Em alguns países,
    especialmente pobres, 90 das pessoas têm
    anticorpos contra o HS1, ainda que possam não ter
    tido sintomas.
  • Um quinto dos adultos terá herpes genital,
    incluindo a Europa e os EUA.

186
HERPES GENITAL
  • PREVENÇÃO
  • O método de prevenção mais seguro para evitar
    qualquer doença sexualmente transmissível,
    incluindo herpes genital, é abster-se de contato
    sexual ou ter um relacionamento monogâmico de
    longo prazo com um parceiro testado que sabe-se
    não estar infectado.

187
HERPES GENITAL
  • PREVENÇÃO
  • Uso correto e consistente de preservativo de
    látex somente pode reduzir o risco de transmissão
    do herpes genital quando envolve toda a área
    infectada.
  • Uma vez que o preservativo pode não cobrir
    toda área de infecção, até mesmo o seu uso
    correto e consistente não garante proteção contra
    herpes genital..

188
3. DOENÇAS ADQUIRIDAS POR INGESTÃO DE ÁGUA E
ALIMENTOS
Vendedora ambulante "filtrando" bebida para
turistas.
189
FEBRE TIFÓIDE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • É uma doença bacteriana aguda de distribuição
    mundial
  • associada a baixos níveis sócio-econômicos,
  • relacionando-se, principalmente, com precárias
    condições de saneamento, higiene pessoal e
    ambiental.

190
FEBRE TIFÓIDE
  • Aspectos Epidemiológicos
  • Foi praticamente eliminada em países onde estes
    problemas foram superados, mas persiste no Brasil
    de forma endêmica, com superposição de epidemias,
  • especialmente no Norte e Nordeste, refletindo as
    condições de vida dessas regiões.

191
FEBRE TIFÓIDE
  • Agente Etiológico uma bactéria gram-negativa
    Salmonella typhi, da família Enterobacteriaceae.
  • Reservatório o homem (doente ou portador).

192
FEBRE TIFÓIDE
  • Modo de Transmissão
  • A transmissão se dá principalmente de forma
    indireta através de água e alimentos, em especial
    o leite (não pasteurizado) e derivados,
    contaminados com fezes ou urina de paciente ou
    portador.

193
FEBRE TIFÓIDE
  • Período de incubação
  • Comumente de 1 a 3 semanas em média, 2 semanas.
  • Período de transmissibilidade
  • A transmissibilidade se mantém enquanto
    existirem bacilos sendo eliminados nas fezes ou
    urina, o que ocorre, geralmente, desde a primeira
    semana da doença até o fim da convalescença.

194
FEBRE TIFÓIDE
  • Modo de Transmissão
  • A contaminação de alimentos verifica-se
    geralmente por manipulação de alimentos feita por
    portadores, sendo por isso a febre tifóide
    conhecida como a doença das mãos sujas.

195
Febre Tifóide
Salmonella typhi
196
FEBRE TIFÓIDE
  • PREVENÇÃO
  • Tratar a água e os alimentos, controlar o lixo,
    observar boas condições de higiene.
  • É importante no seguimento de qualquer epidemia
    identificar os portadores e eliminar as bactérias
    com antibióticos.

197
FEBRE TIFÓIDE
  • PREVENÇÃO
  • Por ser uma doença altamente contagiosa,
    normalmente isola-se o infectado, isolando assim
    também a doença em locais de prática clínica e de
    higiene adequada evitando sua proliferação
    através da água, um dos mais importantes veículos
    de contágio em todo mundo.

198
HEPATITE A
199
HEPATITE A
  • Agente Etiológico o vírus da hepatite tipo A é
    um hepatovírus (hepa-RNA vírus), constituído de
    ácido ribonucléico, pertencente à família
    Picornaviridae.

200
HEPATITE A
  • Reservatório homem e alguns primatas não
    humanos, inclusive os chimpanzés.

201
HEPATITE A
  • Modo de Transmissão
  • O contágio ocorre pela ingestão de água ou de
    alimentos contaminados.
  • Fecal-oral, pessoa a pessoa (contato
    intrafamiliar e institucional), alimentos
    contaminados e objetos inanimados.

202
HEPATITE A
  • Modo de Transmissão
  • Sua propagação esta relacionada com o
    super-agrupameto de pessoas, má higiene e más
    condições sanitárias.

203
HEPATITE A
  • Período de incubação
  • As manifestações, quando surgem, podem ocorrer de
    15 a 50 dias (30, em média) após o contato com o
    vírus da hepatite A
  • Período de trasmissibilidade
  • Desde a segunda semana antes do início dos
    sintomas, até o final da segunda semana de
    doença.

204
HEPATITE A
  • EPIDEMIOLOGIA
  • O vírus A é a causa mais freqüente de hepatite
    viral aguda no mundo.
  • Conforme estimativa da Organização Pan-americana
    de Saúde, anualmente ocorrem no Brasil cerca de
    130 novos casos por 100.000 habitantes, e o país
    é considerado área de risco para a doença.

205
HEPATITE A
  • EPIDEMIOLOGIA
  • A análise da prevalência dos diversos tipos de
    hepatite no Brasil, em 2000, mostrou que o vírus
    A continua sendo o principal causador da doença,
    representando 43 dos casos registrados de 1996 a
    2000.
  • A faixa etária na qual o diagnóstico foi mais
    freqüente foi dos 5 aos 9 anos de idade.

206
HEPATITE A
  • PREVENÇÃO
  • As medidas gerais para a prevenção da hepatite A
    são higiênicas ( lavar as mãos, usar água
    potável, lavar os alimentos e rede de esgoto ).
  • A vacina para hepatite A é recomendável a
    crianças a partir de 1 ano e para pessoas que
    viajam para área onde a hepatite A é freqüente.

207
CÓLERA
  • Aspectos Epidemiológicos
  • A cólera é uma infecção intestinal aguda causada
    pelo Vibrio cholerae (agente etiológico), que é
    uma bactéria capaz de produzir uma enter
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