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Mini-curso Deleuze e Educa

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Title: curso de extens o PARA LER DELEUZE Author: Soulripper Last modified by: Maite Created Date: 3/10/2008 12:45:54 PM Document presentation format – PowerPoint PPT presentation

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Title: Mini-curso Deleuze e Educa


1
Mini-curso Deleuze e Educação conexões
  • Sílvio Gallo
  • Faculdade de Educação
  • UNICAMP

2
  • Deleuze Filósofo da Multiplicidade

3
Deleuze filósofo da multiplicidade
  • Gilles Deleuze (1925-1995)
  • Filósofo francês contemporâneo, investiu numa
    filosofia das multiplicidades, na criação de uma
    filosofia atenta ao mundo e ao tempo presente.
    Uma filosofia do acontecimento.

4
Deleuze principais obras
  • Empirismo e Subjetividade (1953)
  • Nietzsche e a Filosofia (1962)
  • A Filosofia Crítica de Kant (1963)
  • Proust e os Signos (1964)
  • O Bergsonismo (1966)
  • Apresentação de Sacher-Masoch (1967)
  • Diferença e Repetição (1968)
  • Spinoza e o Problema da Expressão (1968)
  • Lógica do Sentido (1969)
  • Francis Bacon, lógica da sensação (1981)
  • Cinema 1 A Imagem-movimento (1983)
  • Cinema 2 A Imagem-tempo (1985)
  • Foucault (1986)
  • A Dobra Leibniz e o Barroco (1988)
  • Crítica e Clínica (1993)

5
Deleuze e Guattari intercessores
  • Gilles Deleuze (1925-1995)
  • e
  • Félix Guattari (1930-1993)
  • Conheceram-se em 1969 e inventaram um novo
    estilo em Filosofia.

6
Deleuze e Guattari intercessores
  • O essencial são os intercessores. A criação são
    os intercessores. Sem eles não há obra. Podem ser
    pessoas para um filósofo, artistas ou
    cientistas para um cientista, filósofos ou
    artistas mas também coisas, plantas, até
    animais, como em Castañeda. Fictícios ou reais,
    animados ou inanimados, é preciso fabricar seus
    próprios intercessores. É uma série. Se não
    formamos uma série, mesmo que completamente
    imaginária, estamos perdidos. Eu preciso de meus
    intercessores para me exprimir, e eles jamais se
    exprimiriam sem mim sempre se trabalha em
    vários, mesmo quando isso não se vê. E mais ainda
    quando é visível Félix Guattari e eu somos
    intercessores um do outro.
  • Deleuze, Conversações

7
Deleuze e Guattari obras
  • Juntos, Deleuze e Guattari escreveram
  • O Anti-Édipo capitalismo e esquizofrenia (1972)
  • Kafka por uma literatura menor (1975)
  • Mil Platôs capitalismo e esquizofrenia (1980)
  • O que é a Filosofia? (1991)

8
Deleuze Professor
  • As vidas dos professores raramente são
    interessantes. Claro, há as viagens, mas os
    professores pagam suas viagens com palavras,
    experiências, colóquios, mesas-redondas, falar,
    sempre falar. Os intelectuais têm uma cultura
    formidável, eles têm opinião sobre tudo. Eu não
    sou um intelectual, porque não tenho cultura
    disponível, nenhuma reserva. O que sei, eu o sei
    apenas para as necessidades de um trabalho atual,
    e se volto ao tema vários anos depois preciso
    reaprender tudo. É muito agradável não ter
    opinião nem idéia sobre tal ou qual assunto. Não
    sofremos de falta de comunicação, mas ao
    contrário, sofremos com todas as forças que nos
    obrigam a nos exprimir quando não temos grande
    coisa a dizer. Viajar é ir dizer alguma coisa em
    outro lugar, e voltar para dizer alguma coisa
    aqui. A menos que não se volte, que se permaneça
    por lá. Por isso sou pouco inclinado às viagens
    é preciso não se mexer demais para não espantar
    os devires. (1988, em entrevista a F. Ewald e R.
    Bellour)
  • Gilles Deleuze, Conversações.

9
Deleuze Professor
  • As aulas foram uma parte da minha vida, eu as
    dei com paixão. Não são de modo algum como as
    conferências, porque implicam uma longa duração,
    e um público relativamente constante, às vezes
    durante vários anos. É como um laboratório de
    pesquisas dá-se um curso sobre aquilo que se
    busca e não sobre o que se sabe. É preciso muito
    tempo de preparação para obter alguns minutos de
    inspiração. Fiquei satisfeito em parar quando vi
    que precisava preparar mais e mais para ter uma
    inspiração mais dolorosa /.../ Um curso é uma
    espécie de Sprechgesang canto falado, mais
    próximo da música que do teatro. Nada se opõe em
    princípio a que um curso seja um pouco até como
    um concerto de rock.
  • Gilles Deleuze, Conversações.

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  • Por uma Filosofia da Diferença

11
Por uma Filosofia da Diferença
  • Roberto Machado afirmou que não há dúvida de que
    a grande ambição de Deleuze é realizar, inspirado
    sobretudo em Bergson, uma filosofia da
    multiplicidade.
  • E o próprio Deleuze iniciou um de seus últimos
    escritos, O Atual e o Virtual, afirmando que a
    filosofia é a teoria das multiplicidades.

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Por uma Filosofia da Diferença
  • A filosofia de Deleuze pode ser vista como um
    desvio
  • Se tivermos que ler a obra de Deleuze como um
    ataque ou uma traição aos elementos da tradição
    metafísica ocidental, temos que compreender tal
    postura como uma afirmação de outros elementos
    dessa mesma tradição. Em outras palavras, não
    podemos ler a obra de Deleuze como se estivesse
    fora ou além da tradição filosófica, ou mesmo
    como uma efetiva via de escape daquele bloco ao
    invés disso, devemos encará-la como a afirmação
    de uma (descontínua, mas coerente) linha de
    pensamento que permaneceu suprimida e latente,
    mas, não obstante, profundamente embebida na
    mesma tradição.
  • Michael Hardt. Gilles Deleuze, um aprendizado em
    filosofia.

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Por uma Filosofia da Diferença
  • A Filosofia da Multiplicidade está articulada com
    uma filosofia da diferença, que Deleuze
    exercitou em obras como Diferença e Repetição e
    Lógica do Sentido, já no final da década de 1960.
  • Ela foi marcada por uma tomada de posição contra
    a filosofia hegemônica no Ocidente, o platonismo,
    fundada na noção de representação.

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Por uma Filosofia da Diferença
  • Inspirado em Nietzsche, Deleuze quer inverter o
    platonismo. Em lugar de buscar as formas puras
    expressas numa única Idéia, atentar para as
    miríades de detalhes da sensibilidade em lugar
    de buscar a contemplação do Sol, divertir-se com
    as múltiplas possibilidades do teatro de sombras
    no interior da caverna.

15
Por uma Filosofia da Diferença
  • Em Diferença e Repetição, a tese central é que a
    diferença não foi tomada em si mesma pela
    tradição filosófica, mas foi assumida sempre como
    representação, como conceito.
  • A tarefa a que se propõe Deleuze é a de buscar
    elementos na história da filosofia, em filósofos
    como Hume, Spinoza, Nietzsche e Bergson, para
    pensar a diferença por si mesma.

16
Por uma Filosofia da Diferença
  • Talvez o engano da Filosofia da diferença, de
    Aristóteles a Hegel passando por Leibniz, tenha
    sido o de confundir o conceito da diferença com
    uma diferença simplesmente conceitual,
    contentando-se com inscrever a diferença no
    conceito em geral. Na realidade, enquanto se
    inscreve a diferença no conceito em geral, não se
    tem nenhuma Idéia singular da diferença,
    permanecendo-se apenas no elemento de uma
    diferença já mediatizada pela representação.
  • Deleuze, Diferença e Repetição

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Por uma Filosofia da Diferença
  • Para experimentar a diferença é preciso mudar os
    óculos filosóficos. Deleuze propôs uma
    filosofia baseada na diferença e não na
    identidade, que escapa ao âmbito da
    representação. Segundo ele, a diferença é tratada
    na filosofia da representação como uma espécie de
    monstro
  • E não é certo que seja apenas o sono da Razão a
    engendrar monstros. Também a vigília, a insônia
    do pensamento, os engendra, pois o pensamento é
    este momento em que a determinação se faz una à
    força de manter uma relação unilateral e precisa
    com o indeterminado. O pensamento faz a
    diferença, mas a diferença é o monstro /.../
    Arrancar a diferença de seu estado de maldição
    parece ser, pois, a tarefa da filosofia da
    diferença.
  • Deleuze, Diferença e Repetição

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Por uma Filosofia da Diferença
  • Para Deleuze, o pensamento não é natural é um
    empreendimento difícil ele é raro e só acontece
    de maneira forçada.
  • O modelo tradicional do pensamento é o da
    recognição o objeto do pensamento é sempre o
    mesmo, não se sai do âmbito do platonismo.
  • Isto leva a uma ortodoxia, isto é, o não
    rompimento com a doxa, com a opinião.

19
Por uma Filosofia da Diferença
  • A recognição implica em que sempre pensamos a
    partir de uma imagem do pensamento, que define,
    de antemão, o que se pode e o que não se pode
    pensar.
  • Mas, para Deleuze, o pensamento é criação, é a
    experiência de pensar no próprio pensamento
    isto só é possível se deixamos a ortodoxia e
    experimentamos um pensamento sem imagem. É ele
    que permite a criação e a diferença.

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Por uma Filosofia da Diferença
  • Em Lógica do Sentido Deleuze explorou mais a
    fundo a noção de Acontecimento, propondo o
    pensamento como Acontecimento.
  • Mais tarde, em O que é a Filosofia?, voltaria ao
    tema, apresentando o conceito a experiência de
    pensamento e seu produto como um Acontecimento.

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Por uma Filosofia da Diferença
  • Acontecimento (Puro) não aquilo que chega (o
    acidente), mas a parte eterna e inefetuável de
    tudo aquilo que chega, entidade impassível sempre
    já advinda, mas também ainda a vir,
    subdividindo-se sem cessar em múltiplos
    acontecimentos singulares, e os reunindo em único
    e mesmo Acontecimento o enfrentamento de tudo
    aquilo que nos chega, sendo digno disso,
    constitui a moral.
  • Sasso Villani, Le Vocabulaire de G. Deleuze

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  • Uma introdução à vida não fascista

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Uma introdução à vida não fascista
  • A obra produzida em conjunto por Deleuze e
    Guattari
  • O Anti-Édipo (1972)
  • Kafka, por uma literatura menor (1975)
  • Mil Platôs (1980)
  • O que é a Filosofia? (1991)
  • Pode ser lida como uma Política e como uma Ética.

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Uma introdução à vida não fascista
  • Uma Política, pois trata-se de uma leitura do
    panorama social e um ensaio de possibilidades de
    intervenção, desde uma perspectiva transformadora
    e revolucionária
  • E como uma Ética, na medida em que implica em um
    trabalho do indivíduo sobre si mesmo, na
    perspectiva de produzir uma outra forma de vida,
    para além dos mecanismos autoritários do poder.

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Uma introdução à vida não fascista
  • Segundo Foucault, a obra deleuzo-guattariana
    opunha-se a três adversários os ascetas
    políticos, que ele chama de burocratas da
    revolução e funcionários da Verdade os
    técnicos do desejo, isto é, psicanalistas e
    semiólogos e, por fim, o maior dos inimigos o
    fascismo, este fascismo que habita todos nós,
    para além de qualquer fascismo histórico, como o
    de Hitler ou de Mussolini. Foucault faz uma
    analogia com o título de um livro de São
    Francisco de Sales, do século XVII, a Introdução
    à vida devota, e afirma que O Anti-Édipo é uma
    introdução à vida não fascista.

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Uma introdução à vida não fascista
  • O sistema político moderno é um todo global,
    unificado e unificante, mas porque implica um
    conjunto de subsistemas justapostos, imbricados,
    ordenados, de modo que a análise das decisões
    revela toda espécie de compartimentações e de
    processos parciais que não se prolongam uns nos
    outros sem defasagens ou deslocamentos. A
    tecnocracia procede por divisão do trabalho
    segmentário (inclusive na divisão internacional
    do trabalho). A burocracia só existe através de
    suas repartições e só funciona através de seus
    deslocamentos de meta e os desfuncionamentos
    correspondentes. A hierarquia não é somente
    piramidal o escritório do chefe está tanto no
    fundo do corredor quanto no alto da torre. Em
    suma, tem-se a impressão de que a vida moderna
    não desistiu da segmentaridade, mas que ao
    contrário a endureceu singularmente.
  • Deleuze e Guattari, Micropolítica e Segmentaridade

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Uma introdução à vida não fascista
  • Diremos, da mesma forma, que o fascismo implica
    um regime molecular que não se confunde nem com
    os segmentos moleculares nem com sua
    centralização. Sem dúvida, o fascismo inventou um
    conceito de Estado totalitário, mas não há porque
    definir o fascismo por uma noção que ele próprio
    inventa há Estados totalitários sem fascismo, do
    tipo estalinista ou do tipo ditadura militar. O
    conceito de Estado totalitário só vale para uma
    escala macropolítica, para uma segmentaridade
    dura e para um modo especial de totalização e
    centralização. Mas o fascismo é inseparável de
    focos moleculares, que pululam e saltam de um
    ponto a outro, em interação, antes de ressoarem
    todos juntos no Estado nacional-socialista.
    Fascismo rural e fascismo de cidade ou de bairro,
    fascismo jovem e fascismo ex-combatente, fascismo
    de esquerda e de direita, de casal, de família,
    de escola e de repartição cada fascismo se
    define por um microburaco negro, que vale por si
    mesmo e comunica com os outros, antes de ressoar
    num grande buraco negro central generalizado. Há
    fascismo quando uma máquina de guerra encontra-se
    instalada em cada buraco, em cada nicho.
  • Deleuze e Guattari, Micropolítica e Segmentaridade

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Uma introdução à vida não fascista
  • Fenômeno de massa, molecular, o fascismo estende
    rizomaticamente seus tentáculos pela teia social.
    São os microfascismos, os fascismos do cotidiano,
    aqueles cristalizados nas relações de casal, nas
    relações entre irmãos, entre pais e filhos, nos
    locais de trabalho, nas relações pedagógicas, que
    tornam o fascismo um fenômeno socialmente forte.
    São os fascismos moleculares que puderam, em
    alguns momentos históricos, fazer emergir um
    fascismo molar, um Estado fascista.

29
Uma introdução à vida não fascista
  • É uma potência micropolítica ou molecular que
    torna o fascismo perigoso, porque é um movimento
    de massa um corpo canceroso mais do que um
    organismo totalitário. O cinema americano mostrou
    com freqüência esses focos moleculares, fascismo
    de bando, de gangue, de seita, de família, de
    aldeia, de bairro, de carro e que não poupa
    ninguém. Não há senão o microfascismo para dar
    uma resposta à questão global por que o desejo
    deseja sua própria repressão, como pode ele
    desejar sua repressão?
  • Deleuze e Guattari, Micropolítica e
    Segmentaridade

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Uma introdução à vida não fascista
  • Na filosofia política que desenvolveram em Mil
    Platôs Deleuze e Guattari opõem (não em sentido
    formal ou dialético) as figuras do Estado e da
    máquina de guerra. O Estado é uma invenção dos
    sedentários, dos povos que vivem em cidades. O
    Estado age sobretudo pelo estriamento do espaço e
    das relações, isto é, criando normas, regras,
    técnicas, burocracias, modelos, contenção e
    direcionamento de fluxos. O Estado age pela
    territorialização.

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Uma introdução à vida não fascista
  • Mas o Estado encontra-se permanentemente ameaçado
    por outra invenção política, completamente alheia
    a ele a máquina de guerra, que por sua vez é uma
    invenção dos nômades. A máquina de guerra procede
    por desterritorizalizações, pelo alisamento do
    espaço, isto é, pela liberação dos fluxos, pelo
    desvio, pelo escapar às normas e burocracias. A
    máquina de guerra consiste em uma outra maneira
    de viver o espaço e as relações.

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Uma introdução à vida não fascista
  • A máquina de guerra pode ser capturada pelo
    Estado a máquina de guerra pode devir em Estado,
    deixando de ser máquina de guerra. Mas ela também
    pode alojar-se no interior do Estado, escavando
    trincheiras e vivendo nele e dele, como
    verdadeiro parasita, sem no entanto
    territorializar-se no Estado. Aí está o fenômeno
    do fascismo alojar-se no interior do Estado,
    utilizar-se dele, sem no entanto tornar-se
    estritamente estatal nisso reside seu poder e
    sua força.

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Uma introdução à vida não fascista
  • Enquanto aparelho de Estado, a instituição
    escolar é também espaço de proliferação dos
    fascismos.
  • Mas, do próprio interior da escola, podemos criar
    focos de resistência e de criação, máquinas de
    guerra que invistam na invenção de um modo de
    vida não fascista, que trace linhas de fuga e
    possibilite a emergência de vacúolos de
    liberdade.
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