COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS - PowerPoint PPT Presentation

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COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS

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Title: COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS


1
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2
COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS
  • Três compartimentos
  • 1- Intracelular
  • 2- Intersticial
  • 3- Plasma

3
COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS
Capilar
Citoplasma (Intracelular)
Extracelular
Plasma
Fluido intersticial
Fluido intersticial
4
COMPARTIMENTOS DOS FLUIDOS
  • Separados por membranas semi-permeáveis
  • Parede dos capilares
  • Membrana celular

5
COMPARTIMENTO INTRACELULAR
  • Mais estável
  • Sem grandes alterações volumétricas
  • Sem grandes variações compartimentais
  • Inclui a totalidade da água e electrólitos dentro
    das células

6
COMPARTIMENTO EXTRACELULAR
  • Mais instável
  • Mais dinâmico
  • Fluido intersticial 80
  • Plasma 20

7
TEOR DE ÁGUA NO ORGANISMO
  • Animal adulto 57
  • Animal jovem de 75
  • Varia com
  • - Idade
  • - Adiposidade
  • Animais velhos e obesos 45

8
FLUIDO EXRACELULAR
  • Pode ser dividido em
  • a- Fluido transcelular
  • b- Fluido intersticial
  • c- Plasma sanguíneo

9
FLUIDO TRANSCELULAR
  • Separa-se do plasma por outro epitélio para além
    do endotélio dos vasos
  • 1- Fluido cerebrospinal
  • 2- Humores aquosos e vítreos
  • 3- Fluidos serosos das cavidades potenciais
  • 4- Fluidos sinoviais
  • 5- Secreções do tracto digestivo
  • 6- Urina no tracto uro-genital

10
MEDIÇÃO DOS FLUIDO CORPORAIS
  • Métodos directos
  • Morte do animal
  • - Secagem (M.S.)
  • - Sangria
  • Métodos indirecos
  • Diluição com marcadores

11
MEDIÇÃO DO VOLUME TOTAL DE ÁGUA
  • Determina-se pelo método da diluição com
    marcadores
  • Volume médio 57

12
MEDIÇÃO DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • Determina-se pelo método da diluição com
    marcadores
  • Volume médio 22

13
MEDIÇÃO DO FLUIDO INTRACELULAR
  • Não se pode determinar pelo método da diluição
    com marcadores
  • Calcula-se por diferença
  • Total de água - Fluido extracelular
  • 57 - 22 35

14
VOLUME DO PLASMA SANGUÍNEO
  • Determina-se pelo método da diluição com um
    corante (Evans blue)
  • Volume médio 4,6 da massa corporal

15
VOLUME DO FLUIDO INTERSTICIAL
  • Não se pode determinar pelo método indirecto
  • Calcula-se por diferença
  • Fluido extracelular - Volume do plasma
  • Valor médio 17 a 18 da massa corporal

16
HEMATÓCRITO
17
VOLUME DE SANGUE
  • Utilizam-se substâncias que se combinam com o
    sangue e permanecem no sistema intravascular
  • a- Combinadas com as proteínas do plasma
  • - Corante vital
  • - Iodo radioactivo
  • b- Combinadas com as células do sangue
  • - 32P
  • - 59Fe
  • - 51Cr
  • Determina-se o hematócrito por centrifugação

18
VOLUME MÉDIO DE SANGUE
  • Em animais adultos
  • Porco 50 ml/Kg
  • Ruminantes 60 ml/Kg
  • Pequenos animais 70 a 80 ml/kg
  • Cavalo 100 ml/Kg

19
CONSTITUINTES DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
20
COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
21
COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
Constituintes mOsm/l Plasma Intersticial Intracelular
Fosfocreatinina Carnosina Aminoácidos Creatinina Lactato ATP Hexose fosfato Glucose Proteínas Ureia - - 2 .2 1.2 - - 5.6 1.2 4 - - 2 .2 1.2 - - 5.6 .2 4 45 14 8 9 1.5 5 3.7 - 4 4
22
COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • As grandes partículas representam
  • 60 da massa dos constituintes intersticiais
  • 90 do plasma
  • 97 do fluido intracelular

23
COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • O fluido intracelular contém
  • Grandes quantidades (k, PO43-)
  • Quantidades moderadas (Mg2, SO42-)
  • Pequenas quantidades (Na, Cl-)
  • Quatro vezes proteínas do que o plasma
  • Quase sempre sem Ca2

24
COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • O espaço intersticial e o plasma contém
  • Grandes quantidades (Na, Cl-)
  • Quantidades moderadas (HCO3-)
  • Pequenas quantidades (K, Ca2 ,Mg2, PO43- ,
    SO42-, aniões orgânicos

25
MOVIMENTOD OS IÕES E MOLÉCULAS
  • Através da membrana por
  • Difusão simples
  • Passagem através de canais ou poros
  • Difusão facilitada
  • Transporte activo (Bomba Na-K)

26
OSMOSE
27
OSMOSE
28
OSMOSE
29
DIFUSÃO - CANAIS IÓNICOS

30
DIFUSÃO PASSIVA
DIFUSÃO FACILITADA
31
TRANSPORTE ACTIVO

32
TRANSPORTE ACTIVO
33
FACTORES QUE CONTROLAM AS ALTERAÇÕES DOS FLUIDOS
  • 1- Difusão
  • 2- Filtração
  • 3- Pressão hidrostática
  • 4- Pressão osmótica (oncócita)

34
DIFUSÃO
  • Água, pequenas moléculas e iões
  • Movimento de partículas de áreas de elevada
    concentração para áreas de baixa concentração

35
FILTRAÇÃO
  • O fluido é forçado através de uma membrana
    permeável ou endotélio devido à diferença de
    pressão entre dois lados.
  • O fluido é filtrado fora dos capilares como
    resposta às alterações da pressão hidrostática e
    oncócita.
  • Nas paredes dos capilares ocorre quando a pressão
    hidrostática gt que a pressão oncócita.

36
FILTRAÇÃO VS ABSORÇÃO
  • Pc Pressão hidrostática capilar
  • ?p Pressão oncócita
  • Ocorre filtação no extremo dos capilares
    arteriais quando Pc gt ? p
  • Ocorre absorção no extremo dos capilares venosos
    quando Pc lt ? p

37
PRESSÕES EXERCIDAS
  • Na transferência de água e partículas são 4
  • 1- Pressão hidrostática do sangue nos capilares
    (Pc)
  • 2- Pressão hidrostática do fluido intersticial
    (Pint).
  • 3- Pressão oncócita das proteínas do plasma (?
    p).
  • 4- Pressão oncócita do fluido intersticial (?
    int).

38
PRESSÕES EXERCIDAS
39
PRESSÃO HIDROSTÁTICA
  • É a pressão do fluido
  • Pressão sanguínea nos capilares
  • Pressão exercida pelo fluido intersticial

40
PRESSÃO HIDROSTÁTICA
41
PRESSÃO HIDROSTÁTICA NO PLASMA
  • Pressão sanguínea no extremo dos capilares
    arteriais 30 mm de Hg
  • Pressão sanguínea no extremo dos capilares
    venosos 10 mm de Hg
  • Diferenças de pressão forçam a saída do fluido do
    plasma para o espaço intersticial

42
PRESSÃO HIDROSTÁTICA NO PLASMA
43
PRESSÃO HIDROSTÁTICA NO FLUIDO INTERSTICIAL
  • Pressão hidrostática no espaço intersticial - 6
    mm de Hg
  • Determina uma força de sucção arrastando o fluido
    para o exterior dos capilares
  • O sistema linfático drena o fluido intersticial
    criando uma pressão intersticial negativa

44
O SISTEMA LINFÁTICO CRIA PRESSÃO INTERSTICIAL
NEGATIVA
45
PRESSÃO OSMÓTICA (ONCÓCITA)
  • A força de arrastamento resulta da pressão criada
    pela presença das proteínas dissolvidas no
  • Citoplasma
  • Plasma
  • Fluido intersticial
  • Pressão que se desenvolve quando há um movimento
    net de água através da membrana (osmose)

46
PRESSÃO OSMÓTICA (ONCÓCITA)
  • A pressão criada é directamente proporcional à
    concentração do soluto
  • Depende da concentração da ureia, glucose, AA,
    electrólitos e proteínas.
  • A pressão oncócita define a pressão que é o
    resultado da diferença da concentração das
    proteínas

47
PRESSÃO OSMÓTICA TOTAL
  • No FIC e Intersticial 300 mOsm/l (280)
  • No plasma Valor adicional de 1,5 mOsm/l
  • No FEC 80 da pressão osmótica deve-se ao Na e
    Cl-
  • No FIC 50 da pressão osmótica deve-se ao K

48
PRESSÃO ONCÓCITA DO PLASMA
  • Também chamada de pressão osmótica coloidal
  • Pressão devido às proteínas plasmáticas 1,5
    mOsm/l
  • 1 mOsm/l equivale a uma pressão osmótica de 17,0
    mm de Hg
  • 1,5 mOsm/l equivalem a 26 mm de Hg (28 mm Hg)

49
PRESSÃO ONCÓCITA DO PLASMA
  • Devido à elevada concentração de proteínas no
    plasma
  • Pressão oncócita no extremo dos capilares
    arteriais 28 mm de Hg
  • Pressão oncócita no fluido intersticial 5 mm
    de Hg

50
PRESSÃO ONCÓCITA
Capilar
PO (Pressão oncócita)
Fluido intersticial (PO)
H2O
H2O
51
A PRESSÃO HIDROSTÁTICA E A OSMÓTICA CRIAM FORÇAS
OPOSTAS NO INTERIOR E EXTERIOR DOS CAPILARES
52
FORÇAS EM DIRECÇÃO AO EXTERIOR DOS VASOS
  • Presssão hidrostática no extremo dos capilares
    arteriais 30 mm Hg
  • Fluido intersticial exerce uma pressão negativa
    de
  • -6 mm Hg (P.Hid.)
  • Pressão oncócita dos capilares 28 mm Hg
  • Pressão oncócita do fluido intersticial 5 mm Hg
  • Pressão externa total exercida 41 mm Hg

53
FORÇAS QUE OBRIGAM A SAÍDA DE FLUIDO
  • Pressão total (30 6 5) 28 13 mm Hg

Final de capilar arterial
P.Onc. 28 mm Hg
P.Hid.30 mm Hg
P.Onc. 5 mm Hg
P.Hid.-6 mm Hg
Fluido intersticial
54
FORÇAS INTERNAS
  • Pressão oncócita do plasma 28 mm Hg
  • 41 mm Hg 28 mm Hg 13 mmHg
  • A força de filtração de 13 mm Hg resulta na perda
    de fluidos do plasma

55
EQUILÍBRIO OSMÓTICO NOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • Regra geral
  • FIC e FEC mantém uma osmolariedade idêntica

56
CLASSIFICAÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • De acordo com o seu efeito no tamanho dos
    eritrócitos
  • 1- Isotónicos
  • 2- Hipertónicos
  • 3- Hipotónicos

57
FLUIDO ISOTÓNICO
  • Osmolariedade 9 g de NaCl/l
  • Também designada por solução fisiológica
  • Não altera volume dos eritrócitos

58
CLASSIFICAÇÃO DOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • Hipertónico Reduz a dimensão dos eritrócitos
  • Hipotónica Aumenta a dimensão dos eritrócitos
    (excesso hemólise)

59
ALTERAÇÕES NOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • Entre o plasma, FIC e FEC ocorrem
  • Permutas rápidas, equivalentes, bidireccionais de
    água e electrólitos
  • Durante esta transferência passiva, o volume e a
    composição dos fluidos permanece constante

60
ALTERAÇÕES NOS FLUIDOS ORGÂNICOS
  • Sem afectar o volume dos fluidos ocorre um fluxo
    net unidireccional de pequenas moléculas
  • 1- Do plasma para espaço intersticial e depois
    FIC de substâncias úteis (glucose)
  • 2- Das células paro fluido intersticial e depois
    para o plasma de produtos do catabolismo (CO2)

61
PRINCÍPIOS DAS TROCAS
  • 1- A osmolariedade do FIC e do FEC altera-se
    apenas alguns minutos.
  • 2- A osmolariedade devido às partículas em cada
    fluido não se altera a menos que uma substância
    osmótica atravesse a membrana celular ou haja
    perdas ou ganhos por um dos fluidos.

62
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • Diâmetro dos capilares ao dos eritrócitos 6 a
    7 µm
  • Em cada momento cerca de 5 do volume de sangue
    está nos 109 capilares
  • O nº de capilares varia com o tipo de tecido
  • Média de 1400 capilares/mm3 ou g de tecido

63
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • Número médio de capilares/mm3 ou g de tecido
    1400
  • 300 a 1200
  • - Esqueleto
  • - Músculos
  • 2000 a 2500
  • - Coração
  • - Rim
  • - Cérebro
  • - Glândulas

64
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • A superfície de um animal representa
  • Em repouso cerca de 30 mm2/ml3 ou g de tecido
  • Em exercício 3 a 4 vezes mais.
  • Capilares funcionam como locais de troca de
    partículas entre o plasma e o fluido intersticial
    através da difusão e filtração

65
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • Diâmetro dos vasos sanguíneos
  • Metarteríola 30 µm
  • Capilar 8 a 12 µm
  • Vênula 12 a 25 µm
  • Vênula muscular 30 a 60 µm
  • Comprimento médio de um capilar 0,1 mm

66
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • A vasodilatação e vasoconstrição nas
    metarteríolas e vênulas musculares está sob o
    controlo
  • 1- S.Nervoso parassimpático (nervos
    craneo-sagrados)
  • 2- Agentes humorais (histamina e
    braquidina)
  • Em repouso muitos capilares colapsam
  • O O2 autorregula a perfusão nos tecidos
  • -
    Deficit Dilata
  • -
    Excesso - Colapsa

67
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • Circulação nos capilares é intermitente
  • Na microcirculação o sangue corre a 0,7 cm/seg.
    (excepto nas arteríolas)
  • O tempo de trânsito entre os capilares arteriais
    e venosos 1,2 seg.
  • Esfíncteres pré-capilares controlam a paragem e o
    andamento
  • A pressão hidrostática acção cardíaca fazem
    decrescer a pressão de 45 mm Hg nas arteríolas
    para 30 mm Hg nos capilares e para apenas 15 mm
    nas veias

68
DINÂMICA DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • A pressão intravascular varia consoante o órgão
  • No fígado lt 10 mm de Hg
  • Nos capilares glomerulares gt 80 mm Hg

69
TROCAS ENTRE O PLASMA SANGUÍNEO E O FLUIDO
INTERSTICIAL
  • Dois sistemas de transporte
  • 1- Um para pequenas moléculas
  • - Iões e maioria dos metabolitos passam
    rapidamente (diâmetro médio 6 nm)
  • 2- Outro para grandes moléculas (gt 20.000
    daltons 20 KD)
  • - Exercem uma força osmótica através da
    parede capilar para manter o balanço do fluido e
    utilizam
  • - Poros largos
    (poucos/unidade de superfície)
  • - Transporte activo
    (vesículas citoplasmáticas)

70
TROCAS ENTRE O PLASMA SANGUÍNEO E O FLUIDO
INTERSTICIAL
  • Apenas uma pequena quantidade de proteínas
    plasmáticas atravessa a parede capilar por
    transporte vesicular e atinge o fluido
    intersticial, entrando no sistema linfático
  • 1,5 g/100 ml no músculo
  • 2 g/100 ml no espaço subcutâneo
  • 4 g/100 ml no tracto digestivo
  • 6 g/100 ml no fígado

71
TROCAS ENTRE O PLASMA SANGUÍNEO E O FLUIDO
INTERSTICIAL
  • As outras substâncias (O2, glucose e CO2) passam
    através da parede epitelial por
  • - Difusão
  • - Filtração

72
TROCAS ENTRE O PLASMA SANGUÍNEO E O FLUIDO
INTERSTICIAL
  • A difusão ocorre em duas direcções
  • a- Para o exterior dos capilares
  • - H2O
  • - O2
  • - Glucose
  • b- Para o interior dos capilares
  • - H2O
  • - CO2

73
FLUIDO INTERSTICIAL
  • Cerca de 0,4 a 0,8 ml/l de fluido filtrado no
    líquido intersticial não é reabsorvido e volta ao
    sangue pelo sistema linfático
  • Cerca de 30 do total de proteínas do plasma (a
    maioria libertada no fluido intersticial do
    intestino e fígado) são absorvidas pela via
    linfática

74
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • A perda de proteínas e fluidos do plasma para o
    fluido intersticial é compensada por um retorno
    ao sistema circulatório através do sistema
    linfático
  • Edema é a acumulação anormal de fluido no espaço
    intersticial

75
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • O aumento da perda de fluidos capilares ocorre
    quando
  • I- Aumenta a pressão hidrostática capilar
  • II- Decresce a pressão oncócita do plasma
  • III- Aumenta a pressão oncócita do fluido
    intersticial
  • IV- Fluxo inadequado de linfa

76
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • I- O aumento da pressão capilar pode ocorrer
    devido
  • 1- Dilatação das artérias
  • 2- Constrição venosa
  • 3- Aumento da pressão venosa
  • a- Falência cardíaca
  • b- Mau funcionamento das válvulas
  • c- Obstrução venosa
  • d- Efeito da gravidade
  • e- Aumento do volume extracelular total

77
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • II- Decresce a pressão oncócita do plasma devido
    a
  • 1- Decréscimo do nível de proteínas plasmáticas
    (edema da fome)
  • 2- Acumulação de substâncias osmóticamente
    activas no fluido intersticial

78
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • III- Aumenta a pressão oncócita do fluido
    intersticial devido ao
  • Aumento da permeabilidade capilar sanguínea
    causado por
  • -Histamina
  • - Bradiquinina
  • - Substância P

79
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • IV- Fluxo inadequado de linfa
  • O excesso de fluidos e proteínas no espaço
    intersticial regressam ao plasma através do
    sistema linfático
  • Tumores ou remoção cirúrgica de nódulos
    linfáticos podem obstruir o fluxo causando o
    edema

80
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Várias doenças do fígado podem resultar num
    decréscimo da síntese proteica provocando o edema
  • Gases nocivos, inflamação (pneumonia) e outras
    complicações do sistema respiratório podem causar
    um acréscimo da permeabilidade dos capilares
    pulmonares com perda de proteínas e fluidos

81
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Nutrição deficiente causa um decréscimo na
    síntese proteica no fígado.
  • Nível acentuadamente baixo de proteínas no
    plasma
  • - Decresce a pressão oncócita causando uma
    tendência para diminiur a entrada de água nos
    capilares.
  • - Os fluidos acumulam-se no exterior dos
    capilares

82
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Exposição a certas substâncias químicas (venenos,
    toxinas bacterianas)
  • Respostas inflamatórias
  • Podem causar dano na parede capilar podendo
    aumentar a permeabilidade capilar para as
    proteínas
  • Perda de proteínas faz decrescer a pressão
    oncócita

83
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Edema pulmonar
  • Fluido acumula-se nos alvéolos dos pulmões
  • Os capilares pulmonares são mais permeáveis às
    proteínas do que os capilares noutras partes do
    organismo
  • Os pulmões são mais susceptíveis ao edema

84
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Factores que protegem os pulmões contra a
    acumulação de fluidos
  • 1- Uma taxa elevada de fluxo de linfa sai dos
    pulmões
  • 2- A pressão capilar pulmonar é mais baixa que a
    pressão capilar sistémica

85
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Falência cardíaca pode causar
  • 1- Decréscimo na circulação pulmonar com
    acumulação de sangue nas veias pulmonares
  • 2- Aumenta a pressão venosa pulmonar e capilar
    devido ao aumento do volume de sangue

86
DINÂMICA CAPILAR ANORMAL
  • Nefrite glomerular
  • 1- Doença inflamatória do rim
  • 2- Causa retenção de fluido
  • 3- Causa um aumento da pressão hidrostática
    capilar
  • 4- Causa perda de proteínas do plasma

87
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • O equilíbrio dos fluidos pode ocorrer de 2
    formas
  • 1- Desidratação celular
  • 2- Hidratação celular

88
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Efeito do desiquilíbrio nos compartimentos
  • O Intravascular é mais susceptível de ser
    afectado pelas trocas de volume em 1º lugar
  • O intersticial e o intracelular são menos
    susceptíveis, representam um reserva de fluido

89
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Ingestão ou injecção de água
  • Torna o FEC hipotónico
  • Em minutos a água atinge o citoplasma, por
    osmose, dilata as células e dilui o FEC e o FIC

90
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Adição de uma solução hipertónica
  • Aumenta a osmolariedade do FEC
  • Remove a água do fluido intersticial para o
    plasma
  • Remove a água do fluido intracelular para o
    espaço intersticial

91
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Desidratação
  • Perda de água do FEC e FIC
  • Pode ser causado por problemas
  • - Digestivos
  • - Respiratórios
  • - Urinários

92
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Desidratação ligeira
  • 5 da massa corporal
  • Pele com falta de elasticidade
  • Leva 5 a voltar ao normal
  • Olhos não encovados
  • Mucosa oral quente e húmida

93
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Desidratação moderada
  • 7 a 8 da massa corporal
  • Prega da pele persiste 5 a 10
  • Olhos afundam-se nas órbitas
  • Mucosa oral crestada

94
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Desidratação severa
  • gt10 da massa corporal
  • Falta de elasticidade da pele (gt10)
  • Olhos bastante encovados
  • Mucosa oral seca e fria

95
DESIDRATAÇÃO HIPOTÓNICA
  • Efeito imediato da perda de água é a
    hipernatremia
  • Respostas fisiológicas para corrigir o
    desiquilíbrio
  • - Movimento da água celular para os
    compartimentos extracelulares
  • - Respostas hormonais que aumentem o volume
    extracelular

96
CAUSAS PARA A DESIDRATAÇÃO
  • 1- Sudação excessiva
  • 2- Perda insensível de fluidos
  • 3- Diurése
  • 4- Diabetes insipidus

97
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Perda excessiva de electrólitos
  • Transpiração - sudação
  • Fezes
  • Urina
  • Vómito
  • Diarreia
  • Resultado Perda de electrólitos do espaço FEC e
    tem como consequência hipotonia e hipovolumia

98
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Consequências da desidratação do organismo
  • 1- Decresce a pressão sanguínea
  • 2- Decresce a filtração glomerular
  • 3- Há conservação de água no organismo

99
BALANÇO DOS FLUIDOS
  • Consequências do fluido excessivo no sangue
  • 1- Aumenta a pressão sanguínea
  • 2- Aumenta a filtração glomerular
  • 3- Aumenta a saída de fluido do organismo

100
REGULAÇÃO NA INGESTÃO DE FLUIDO
  • A sede é o regulador mais poderoso no consumo de
    fluido
  • O centro da sede localiza-se no hipotálamo

101
REGULAÇÃO NA INGESTÃO DE FLUIDO
  • O centro da sede é estimulado por
  • 1- Desidratação celular
  • 2- Decréscimo da produção salivar
  • 3- Aumento da pressão osmótica do sangue
    (osmorreceptores)
  • 4- Decresce o volume de sangue (renina-angiotensin
    a)

102
REGULAÇÃO DA PERDA DE FLUIDOS
  • A perda de fluidos é regulada por
  • 1- Hormona antidiurética (ADH)
  • 2- Atriopeptina (peptido atrial natriurético)
  • 3- Aldosterona

103
REGULAÇÃO DA PERDA DE FLUIDOS
  • Hormona antidiurética (ADH) e a Aldosterona
  • - Reduzem a perda de fluidos
  • Atriopeptina (peptido atrial natriurético)
  • - Causa diurése

104
REGULAÇÃO DA PERDA DE ELECTRÓLITOS
  • Aldosterona
  • Hormona paratiróide (PTH)
  • Calcitonina (CT)

105
PTH e CALCITONINA
106
ALDOSTERONA
107
BOM EQUILÍBRIO DE FLUIDOS!
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